6.23.2013

Pinhel anuncia a morte esperada do interior.

O caso de Pinhel é paradigmático e deve ser um case-study do despovoamento. 

O seu decaimento é notável e matemático. 
Pinhel tem perdido sempre cerca de 1500 habitantes por década há 3 décadas seguidas. Desde 1980.

Como é isto possível? E quando parará esta recta regressiva para a morte? 

A equação da recta da morte de Pinhel é da forma: y = -157x + 14328 se considerarmos o eixo das ordenadas (y) no ano 1981. 
O seu declive (m) é negativo e obtido pelo coeficiente entre o nr de cidadãos que se perdem por década (1567) e o nr de anos da década (10). 
Resolvendo esta equação simples, fazendo y = 0 (zero pessoas) vem-nos para a abcissa x o valor de 9,1. Conclusão: não haveria ninguém em Pinhel 91 anos após 1981.
Quereria isto dizer que se nada se fizer e tudo continuar assim, Pinhel teria zero pessoas no ano 2072, daqui a 59 anos. 

Se este cenário não é realista, por longínquo, mais próximo de nós é a conclusão intermédia: que daqui a 30 anos Pinhel terá metade da população de hoje (4800 pessoas, quando em 1960 tinha 20 mil!) e portanto já não tem vida. 

A lei da extinção das cidades obedece sempre aos mesmos parâmetros sequenciais: perda de gente por falta de emprego implica a perda de emprego por falta de gente. 
 A oferta de produtos (comércio e serviços) diminui por falta de gente - a que se segue mais desemprego e despovoamento. 

Quando é que esta "espiral" recessiva se estanca? 
Quando se conseguir o equilíbrio entre o nr de empregos e o nr de pessoas. Como acontece em Manteigas. Por volta das 2 a 3 mil pessoas. 
Nessa altura tudo se ajusta. A pouca oferta e a pouca procura. Se descer abaixo dos 3 mil de Manteigas estaremos em presença de um cancro demográfico e a Vila ou Cidade correrá o risco de ficar MESMO sem pessoas. Vilas e cidades serão transformadas em quintas praticamente abandonadas, como acontece hoje em muitas cidades chinesas dado o êxodo das populações para os centros industriais.

Os números demográficos indicam-nos que estamos perigosamente desse limite em muitas cidades e vilas do interior.

Como ler os resultados anteriores? O que nos vai acontecer nas próximas 3 a 5 décadas?

Pontos importantes para se perceberem as conclusões e projecções anteriores: 

1 - As conclusões que se apresentam não são mais que o resultado lógico das tendências que se têm verificado nos últimos 20 anos, cruzadas com as tendências dos últimos 10, cálculo que depois é afinado com um coeficiente que varia de 1,5 a 2, de acordo com o despovoamento que se tem verificado nos últimos 2 anos, e especialmente em 2013, ano em que ele tem sido simplesmente catastrófico. 

2 - É óbvio que a partir do limiar de sobrevivência de cada Terra, um de dois caminhos pode ocorrer: ou o efeito Manteigas ou o efeito Mêda. O efeito Manteigas explica-se pelo isolamento geográfico. As pessoas são muito poucas, há poucos empregos, as cidades vizinhas estão longe, as coisas ficam ali cristalizadas. Pouca gente precisa de pouco emprego. A Câmara Municipal e mais 4 ou 5 serviços resolvem o problema de emprego. Não reprodutivo, mas é emprego. O problema é quando o governo achar que não se justifica uma Câmara Municipal para uma população de 3000 munícipes. Depois há o efeito Mêda. As pessoas têm boas estradas e vão-se embora. 

3 - Extintas as Câmaras Municipais será a machadada final no pouco emprego que ainda exista. É claro que não se justifica que em pequenas vilas e ex-cidades trabalhem centenas de pessoas nas Câmaras Municipais. É absurdo, mas era emprego. Daqui a 10 anos não existirão metade ou até mais das Câmaras Municipais de hoje. Seia, Gouveia e Oliveira terão apenas uma Câmara. Nelas e Mangualde também. Celorico e Fornos também. Sem gente não se justificam as Câmaras Municipais. 

4 - Passadas mais 2 a 3 décadas (5 ao todo) fundir-se-ão todas essas associações de municípios em 2 ou 3 em todo o distrito da Guarda. Nessa altura viverão por aqui pouco mais que a população da cidade da Guarda de hoje. O distrito terá 40 mil pessoas ao todo. Seia terá 6 mil. Gouveia 3. Mêda, Foz Coa, Figueira CR, Fornos, Trancoso, Celorico, Sabugal terão populações residuais. Sobretudo idosos e estrangeiros que virão para aqui descansar. 

5 - a única indústria será o turismo. Espero que não seja o turismo mexicano em que as pessoas se vestem de pastores para pedir um euro por fotografia aos turistas. 

6 - As terras verdadeiramente nunca se despovoarão a 100%. Mas a sua importância enquanto urbe será zero nos prazos calculados. Teremos dezenas de cidades semelhentes às aldeias de hoje. Casas fechadas, não se verá ninguém nas ruas nem sequer automóveis. 

É uma fatalidade? 
Se não se começar a trabalhar a sério numa oferta turística variada e aliciante, sim. 

O meu projecto para Seia é este: 

http://joaotilly.blogspot.pt/2013/05/resumo-do-projecto-interactivo-de.html

6.22.2013

Mesmo com este ritmo de despovoamento, a Guarda pode sobreviver ainda 138 anos

Em 2011, a Guarda tinha:
111% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
87% das que tinha em 1960 e
110% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos ganhou 10% da população. A um ritmo de 5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") - e relativamente à evolução negativa de 2001 a 2011 - Guarda pode sobreviver ainda 138 anos.

Vila Nova de Foz Côa desaparecerá em 70 anos

Em 2011, Vila Nova de Foz Côa tinha:
52% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
45% das que tinha em 1960 e
82% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 18% da população. Num ritmo de 9% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (uma vez e meia o "normal") Vila Nova de Foz Côa desaparecerá em 70 anos


Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Seia desaparecerá em 65 anos

Em 2011, Seia tinha:
77% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
72% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Seia desaparecerá em 65 anos


Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Gouveia desaparecerá em 63 anos

Em 2011, Gouveia tinha:
57% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
56% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Gouveia desaparecerá em 63 anos


Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Fornos de Algodres desaparecerá em 58 anos

Em 2011, Fornos de Algodres tinha:
49% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
55% das que tinha em 1960 e
80% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 20% da população. Num ritmo de 10% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Fornos de Algodres desaparecerá em 58 anos


Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Aguiar da Beira desaparecerá em 63 anos



Em 2011, Aguiar da Beira  tinha:
64% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
54% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Aguiar da Beira desaparecerá em 63 anos



Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Trancoso desaparecerá em 92 anos


Em 2011, Trancoso tinha:
55% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
54% das que tinha em 1960 e
86% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 14% da população. Num ritmo de 7% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Trancoso desaparecerá em 92 anos



Esta será a sua ante-penúltima geração de idosos.

Sabugal extinguir-se-á totalmente daqui a 53 anos

Em 2011, Sabugal tinha:
38% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
33% das que tinha em 1960 e
74% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 26% da população. Num ritmo de 13% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Sabugal desaparecerá em 53 anos.

Se introduzisse os meus factores de correcção - que aqui não introduzi porque não conheço bem a realidade local e o seu nível de emigração - provavelmente este prazo cairia para 30 anos. Ou menos.


Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Pinhel desaparecerá em 47 anos

Em 2011, Pinhel tinha:
51% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
47% das que tinha em 1960 e
76% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 24% da população. Num ritmo de 12% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Pinhel desaparecerá em 47 anos


Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Manteigas desaparecerá em 70 anos



Em 2011, Manteigas tinha:
83% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
65% das que tinha em 1960 e
82% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 18% da população. Num ritmo de 9% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Manteigas desaparecerá em cerca de 70 anos.

Esta será a sua penúltima geração de idosos.

Figueira de Castelo Rodrigo tem menos gente que em 1800. "Desaparecerá" em 34 anos

Figueira de Castelo Rodrigo tinha, em 2011:

43% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
47% das que tinha em 1960 e
77% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 23% da população. Num ritmo de 11,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Figueira desaparecerá em 34 anos, embora para que atinja os zero habitantes teoricamente possa demorar 70 anos. No entanto, daqui a 30 será praticamente uma quinta.
Esta será a sua última geração de idosos e de habitantes de meia idade.

A este ritmo de despovoamento, Celorico da Beira extinguir-se-á totalmente em 65 anos

Celorico tem menos de metade da população que tinha no início do sec 20

Em 2011 tinha:

51% da população que tinha em 1960

87% da população que tinha em 1990

Em 20 anos perdeu 25% da população. A um ritmo de 12.5% por década.

A manter-se este ritmo anormal de despovoamento extinguir-se-á, no máximo, em 65 anos.
Na prática o grau zero pode dar-se muito mais cedo. Daqui a 20 anos Celorico será já praticamente uma quinta. Embora tenha ainda gente (4000 pessoas?)  essa população não é suficiente para manter a economia regional.
Esta será, provavelmente, a sua última geração de idosos.




Almeida tem menos de metade das pessoas que tinha em 1960. Desaparecerá em 35 anos

Almeida tinha, em 2011:

41% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
45% das que tinha em 1960 e
72% das que tinha em 1990.

Nos últimos 20 anos perdeu 28% da população. Num ritmo de 14% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Almeida desaparecerá entre 35 anos, embora, teoricamente, nas melhores perspectivas só tenha zero habitantes daqui a 60 anos. Mas, a continuar tudo assim, daqui a 35 anos será uma quinta.
Ou até menos. 25 anos se se mantiver o rácio de despovoamento das últimas 2 décadas.
Esta será provavelmente a sua última geração de idosos.

GENOCÍDIO PORTUGUÊS confirmado oficialmente.


Passos Coelho e Gaspar terão neste momento entre 60 a 100 mil mortos às suas costas. 

A História não lhes perdoará mas o povo, sim.
 

O povo - incluindo os familiares dos falecidos - continua a não reagir!

A morte do interior deu-se em apenas 20 anos

 
A Mêda é o exemplo prático e concreto do que está a acontecer no interior: a morte rápida de todo um território, que representa 90% do país, em apenas 40 anos. 
 Com maior incidência nos últimos 20. 
Em 20 anos deu-se a machadada final e irreversível ao interior do país. Já não mora cá ninguém. Quando eu anunciava isto, há 20 anos, chamavam-me maluco. Aqui está a verdadeira loucura.
Daqui a mais 2 décadas a Mêda será uma quinta com menos de 2000 habitantes.

Há que exigir responsabilidades aos governos mas também - e essencialmente - ao poder local. 
Para que serve o poder local se se limita, de braços cruzados, a ver morrer a sua Terra por migração da sua população?

Arraial Serrano na Escola Abranches Ferrão


Arraial Serrano Escola Abranches Ferrão por JoaoTillyAudioVisuais Algumas imagens da animação inicial

6.21.2013

Sobrevoando a Ilha do Pessegueiro - Porto Côvo

O Brásíu do futchibóu...

O povo seria quem mais ordenara se um pingo de coragem tivera


TEMOS MAIS 5 MINISTÉRIOS PARA ALÉM DOS CONHECIDOS.

PPPs representam mais um ministério / ano.
Swaps representam mais outro.
Os juros da dívida mais 3.



MEC desconta 1 dia por cada greve a reunião de avaliação


MEC desconta 1 dia por cada greve a reunião de... por JoaoTillyAudioVisuais

O MEC descontará 1 dia por cada reunião de avaliação a que o prof tenha feito greve. 
Os sindicatos dizem que é ilegal. 
Mas quem paga não são os sindicatos. É o MEC. 

A luta arrastar-se-á em tribunal. Mas para já os profs serão descontados de 1 dia por falta até isso se resolver. 
Lá para o ano 2135...

TSF - Rádio analfa

Uma das coisas que sempre me surpreendeu na TSF é a capacidade que os locutores têm de se enganar repetidamente em cada noticiário que transmitem, por mais curto que ele seja. 
O mais incrível é que eles até conseguem começar os noticiários a enganar-se. 

Aquelas almas estão ali 60 minutos sem fazer nada, à espera da próxima intervenção na hora certa e, logo nas primeiras palavras, engasgam-se, enganam-se, cometem as maiores calinadas aparentemente sem que ninguém lhes chame a atenção. Porque elas sucedem-se dia após dia. 

Mas não só: pigarreiam, tossem, enrouquecem... quer dizer: não há por parte daquela cambada ali alojada o mínimo cuidado na preparação da peça que vai ler a seguir - trabalho para o qual é paga. A cambada. 

Para além de uma imagem indecente que a estação dá ao exterior, é profundamente irritante a falta de profissionalismo daquela gente que ali se acotovela o dia inteiro para ler meia dúzia de linhas por dia. Linhas essas que são sempre as mesmas; porque as notícias que se ouvirem às 7 da manhã são as mesmas que se vão ouvir - repetidas até à exaustão, de meia em meia hora - até às 7 da noite. 
Na TSF só há notícias novas de madrugada. 

Voltando à miséria intelectual em que se constituem aqueles noticiários auditivos, a esses se soma agora o analfabetismo crasso escrito.
Por 3 vezes - 3 - o artista que copiou este artigo do Expresso esqueceu-se de escrever "MIL" antes de "milhões".  Eram 3 a 4 MIL milhões e o profissional do erro escreve 3 a 4 milhões. Por 3 VEZES!
Subtraiu, portanto, à notícia, 999 vezes o seu valor. O valor do montante que copiou sempre erradamente.
Ou seja: transmitiu, a quem leu o site da TSF, um erro de quase MIL VEZES sobre o montante da notícia original.

Se o problema da Grécia fossem 3 ou 4 milhões não haveria problema nenhum. O desgraçado do estagiário que copiou isto é que nem sequer interioriza que 3 ou 4 milhões não são números minimamente significativos quando se fala de dívida pública. O desgraçado não faz a mínima ideia do que está a copiar. Por isso copia mal.
Portanto: de todas as vezes que fala em números, ERRA.  Divide sempre por 1000 a notícia. Comete de todas as vezes o mesmo erro. 100% das vezes. Não acerta NUNCA.

É claro que a culpa não é dele, coitado. É de quem o devia fiscalizar e nada faz. 
Estará, porventura, a pigarrear um notíciário também ele cheio de erros, hesitações, enganos e correcções. 
Quando as há.



6.20.2013

Entre Sindicalistas profissionais e jotinhas.... venha o diabo e escolha o maior tachista!

É tudo verdade.

É verdade que muitos Jotas saem das escolas directamente para o parlamento ou - pior - para o governo, como "especialistas".

E também é verdade que os sindicalistas recebem o ordenado de professor quando há 25 anos o não são.

Os Jotas com tacho político são centenas.
Os sindicalistas que não dão uma aula há 25 anos também.

A vergonha MISERÁVEL que são os Tribunais portugueses



Na Guarda, Álvaro Amaro pode concorrer.
Em Lisboa, Seara não pode.
 
O mesmo país, a mesma Lei, o mesmo Estado de "Direito" e a mesma PALHAÇADA MISERÁVEL que são os tribunais portugueses.
 

6.19.2013

Quando a falha abrir....

...adivinhem lá qual será o primeiro país a ser engolido?

Cabeça (Seia) - a 1ª Aldeia LED do país


Cabeça LED - a 1ª Aldeia LED de Portugal por JoaoTillyAudioVisuais

Peça da Sic Notícias sobre esse facto

Se não houvesse corrupção não haveria crise



Paulo Morais prova no seu livro, com números claros e facilmente entendíveis por qualquer um, que "Se não houvesse corrupção o país não estaria em crise".

Ora:
1 - o povo não é corruptor - porque não tem dinheiro para corromper ninguém.
2 - e nem é corrupto - porque não tem poder para ser corrompido por ninguém.

Os corruptores são as grandes empresas, com a alta finança por detrás, e os corruptos só podem ser os decisores políticos.
Estes (ambos) "actores sociais" são os que nos conduziram a esta falência e a esta negra bancarrota.
Logo, não se pode obrigar o povo a pagar a crise enquanto a classe política corrupta, as mega-empresas e a alta finança nada pagam. E continuam com os seus negócios criminosos - como as PPPs e os swaps - passando anualmente a factura ao estado = nós.
É este o princípio que deve levar a uma reflexão profunda por parte de 10 milhões de portugueses.
Só quando pelo menos metade dos portugueses adquirir consciência desta clara Verdade estaremos em condições de começar a obrigar uma das classes políticas mais corruptas da europa a arrepiar caminho ou a  demitir-se, dando lugar a quem não seja (tão) corrupto; e a quem obrigue os criminosos de lesa-pátria, hoje perfeitamente identificados, a pagar pelos seus crimes de décadas.

6.18.2013

GENOCÍDIO PORTUGUÊS É ESCÂNDALO MUNDIAL



Um terço dos idosos ficaram sem cuidados de saúde por falta de dinheiro.

Em apenas 2 anos as políticas de recessão e roubo das reformas deste Governo já terão atirado para a morte prematura algo entre 60 mil e 100 mil idosos pobres. 

PORTUGAL SÓ NÃO REJUVENESCE RAPIDAMENTE PORQUE OS JOVENS QUALIFICADOS EMIGRAM EM IGUAL NÚMERO.

Portugal está a suicidar-se a uma velocidade inacreditável.
A este ritmo, a partir de 2020 perderemos toda a soberania DEFINITIVAMENTE. Seremos um país apenas de nome. Viveremos das esmolas europeias, como acontece com a Grécia de hoje.

Em 2030 teremos uma população de 8 milhões. Em 2040, 7 milhões.
Felizmente já cá não estarei para ver essa desgraça que estes genocidas actuais - se ninguém os parar democraticamente ou à força - estão a provocar HOJE nesta Pátria moribunda.
Camões disse que morria com a Pátria. 
O mesmo vai dizer a minha geração.