Estação Espacial Internacional - a Ciência trabalha no sentido oposto ao das máfias política e religiosa; e do obscurantismo que estas fazem abater sobre o povão iletrado e por isso eternamente distraído. E, também por isso, incapaz de exercer o indispensável espírito crítico que colocaria no seu devido lugar a bandidagem que prospera com a alienação popular: o lixo. Não é a polícia nem são os tribunais quem pode expulsar a mediocridade: é o Conhecimento.
- Alterações Climáticas. A maior mentira do sec 21
- O negócio multimilionário das vacinas obrigatórias
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- Os mitos sobre a neve especial na Serra da Estrela...
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- As 5 leis fundamentais da estupidez humana.
- 1º Dezembro de 1640
- A Troca do Rei
2.23.2013
Enquanto deitamos fogo à nossa Serra da Estrela, a NASA observa e estuda...

"Os incêndios devastadores que alastraram por Portugal em Julho e Agosto de 2005 não pouparam o maior parque do país na sua fúria.
No centro de Portugal, quase todas as montanhas mais altas do país, a Serra da Estrela, são parte de um parque nacional, no qual a economia rural da agricultura, incluindo o pastoreio de cabras e ovelhas, co-existe com vistas panorâmicas, culturais e sítios históricos e bons exemplos de glaciares esculpidos .
Apesar de os pequenos incêndios terem sido extintos rapidamente em outras partes da Serra da Estrela, em junho e início de julho, por volta de 19 de julho maiores incêndios irromperam no parque. Estes fogos explodiram, espalhando-se rapidamente. Moradores de vilas e aldeias no parque tiveram de ser evacuados."
O resultado do efeito das chamas estão captados nesta imagem da Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer (ASTER) da NASA via satélite em 25 de agosto de 2005.
A vegetação aparece em tons de vermelho, áreas desenvolvidos aparecem a branco, a água é azul e as áreas queimadas estão a escuro.
2.22.2013
Um país governado por atrasados mentais
Esta brincadeira abriu um precedente mortal: a partir de agora qualquer cidadão pode alegar que outrem pediu facturas em seu nome.
Cai tudo por terra.
Portugal é um país governado por atrasados mentais
A pior coisa que poderia acontecer à padralhada era que Deus existisse.
Nunca pensei chegar aos 52 anos e ver um povo (menos de um terço dele de qualquer modo) ainda completamente subjugado por estas multinacionais de corrupção e bandidagem chamadas "Igrejas".
Refiro-me a todas as seitas e alienações mentais e não apenas à católica. Que é ridículamente minúscula no panorama da alienação mundial.
Refiro-me a todas as seitas e alienações mentais e não apenas à católica. Que é ridículamente minúscula no panorama da alienação mundial.
O que é que levará um povo a acreditar em algo que não existe e que a própria Igreja BEM SABE que não existe - caso contrário NUNCA se comportaria como se tem comportado ao longo dos séculos! - é algo que transcende a minha compreensão.
A Igreja espalha o seu produto sobre todo o povo: O MEDO, mas bem sabe que não existe divindade nenhuma que o venha a executar. Mesmo que existisse e o viesse a executar, depois da morte, não teria já clientela.
De facto o negócio não é esse: a clientela está bem viva e o produto da religião, o medo, é vendido no dia a dia.
Como dizia o meu Pai: o melhor emprego do mundo é o do Papa: é o nr 2 na Terra falando em nome de um patrão que não existe.
Genial!
Qualquer país que não tivesse lançado sobre si o manto de obscurantismo da sua igreja oficial estaria muitas centenas de anos mais desenvolvido do que está na actualidade.
A Idade das trevas e o correspondente obscurantismo medieval foram os responsáveis não só pela Inquisição europeia mas, acima de tudo, pelo atraso que a Ciência sofreu durante quase 500 anos.
Onde é que nós estaríamos se, no sec XV, já existisse a tecnologia de hoje?
E já podia existir... mas a Igreja não deixou.
A pior coisa que poderia acontecer aos cardeais era que Deus existisse - é uma das minhas máximas.
Um país sem a Indústria obscurantista e opressora da religião seria como um cavalo sem sela.
Livre.
Quem me dera viver nesse tempo.
Desta vez é que a máfia acaba com a "igreja"
A Ciência e o Conhecimento têm que agradecer à ganância e ao vício da máfia cardinalesca.
Quanto mais depressa esta escumalha desgraçar a sua organização criminosa - a que chamam de "Vaticano" e de "Igreja" - mais depressa o obscurantismo e a hipocrisia perderão terreno neste planeta.
Nos últimos 2 dias fui a 2 funerais e fiquei perfeitamente estarrecido com o obscurantismo que a padralhada lança sobre o Cidadão.
Dir-se-ia termos recuado à Idade Média.
Um dos padres - com responsabilidades acrescidas porque é Reitor - chegou mesmo a agradecer a Deus o facto de a Senhora ter falecido.
Só ao pontapé, mesmo!...
2.21.2013
"So" na Estação Espacial Europeia
Astronautas na Estação Espacial Europeia trocam impressões com Peter Gabriel e cantam o refrão de "In your eyes". Impagável!
Relvas e Franquelim: o topo de gama da mafiosice tuga!
Duas das figuras mais contestadas do Executivo em funções, o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, e o secretário de Estado do Empreendedorismo, Franquelim Alves, passaram para o nome das suas filhas, quase em simultâneo, a propriedade de duas empresas das quais são accionistas, a saber, a Integrabalance, Unipessoal Lda. e a New Finance - Sociedade de Gestão de Investimentos financeiros e assessoria estratégica e de gestão, Lda..
Saliente-se que as transferências de propriedade foram divulgadas pelo Ministério da Justiça com apenas uma semana de intervalo, revela o site Esquerda.net.
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Quando integrou o Governo, liderado por Pedro Passos Coelho, Relvas tinha avaliado o património da Integrabalance em 246 mil euros na sua declaração de rendimentos ao Tribunal Constitucional, sendo que no passado dia 25 de Janeiro transferiu a sua quota única para o nome da filha, de 21 anos, tendo ainda renunciado aos órgãos sociais da empresa. Esta informação foi publicada na base de dados de actos societários do Ministério da Justiça a 6 de Fevereiro, indica oEsquerda.net.
Por seu turno, Franquelim Alves era o sócio-gerente da New Finance, sendo que a decisão de passar a gerência para as suas duas filhas, de 28 e 24 anos, remonta a 12 de Fevereiro de 2012. Porém, essa alteração só foi divulgada pelo Ministério da Justiça a 8 de Janeiro deste ano, ainda que, curiosamente, a data que consta da publicação remeta para 12 de Fevereiro de 2013, dia em que, curiosamente, cessou funções naquela empresa para assumir a pasta do Empreendedorismo no Executivo.
Calino Gaspar não acerta uma! Terá tirado o curso nas Novas Oportunidades??
É mesmo um zerinho!
Não acerta uma previsão e cada vez fica mais longe dos números que estão absolutamente incontroláveis.
Quanto mais rouba aos funcionários públicos mais enterra este país!
Em Fevereiro (HOJE) Portugal já ultrapassou o déficit que este bronco previu para todo o ano de 2013!!!
Vai estudar Gaspar!
2.20.2013
Carta de Eugénio Lisboa a Passos Coelho
“Eu amei a justiça e odiei a iniquidade: por isso, morro no exílio."
Carta que Eugénio Lisboa escreveu a Passos Coelho. O signatário tem hoje 82 anos e, para além de todas as funções que desempenhou e enuncia no final,foi um ensaísta e crítico literário notável.
Peço a vossa atenção, porque fala em nome de todos nós. Trata-se de uma reflexão sobre a saúde da nossa pátria e penso que ninguém, de nenhum quadrante, poderá ficar-lhe indiferente.
CARTA AO PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL
Exmo. Senhor Primeiro Ministro:
Hesitei muito em dirigir-lhe estas palavras, que mais não dão do que uma pálida ideia da onda de indignação que varre o país, de norte a sul, e de leste a oeste.
Além do mais, não é meu costume nem vocação escrever coisas de cariz político, mais me inclinando para o pelouro cultural. Mas há momentos em que, mesmo que não vamos nós ao encontro da política, vem ela,irresistivelmente, ao nosso encontro. E, então, não há que fugir-lhe.
Para ser inteiramente franco, escrevo-lhe, não tanto por acreditar que vá ter em V. Exa. qualquer efeito - todo o vosso comportamento, neste primeiro ano de governo, traindo, inescrupulosamente, todas as promessas feitas em campanha eleitoral, não convida à esperança numa reviravolta! - mas, antes, para ficar de bem com a minha consciência.
Tenho 82 anos e pouco me restará de vida, o que significa que, a mim, já pouco mal poderá infligir V. Exa. e o algum que me inflija será sempre de curta duração. É aquilo a que costumo chamar "as vantagens do túmulo" ou, se preferir, a coragem que dá a proximidade do túmulo.
Tanto o que me dê como o que me tire será sempre de curta duração.
Não será, pois, de mim que falo, mesmo quando use, na frase, o "odioso eu", a que aludia Pascal.
Mas tenho, como disse, 82 anos, e, portanto, uma alongada e bem vivida experiência da velhice - da minha e da dos meus amigos e familiares.
A velhice é um pouco - ou é muito - a experiência de uma contínua e ininterrupta perda de poderes. "Desistir é a derradeira tragédia", disse um escritor pouco conhecido. Desistir é aquilo que vão fazendo, sem cessar, os que envelhecem.
Desistir, palavra horrível.
Estamos no verão, no momento em que escrevo isto, e acorrem-me as palavras tremendas de um grande poeta inglês do século XX (Eliot): "Um velho, num mês de secura"... A velhice, encarquilhando-se, no meio da desolação e da secura.
É para isto que servem os poetas: para encontrarem, em poucas palavras, a medalha eficaz edefinitiva para uma situação, uma visão, uma emoção ou uma ideia.
A velhice, Senhor Primeiro Ministro, é, com as dores que arrasta - as físicas, as emotivas e as morais - um período bem difícil de atravessar. Já alguém a definiu como o departamento dos doentes externos do Purgatório. E uma grande contista da Nova Zelândia, que dava pelo nome de Katherine Mansfield, com a afinada sensibilidade e sabedoria da vida, de que V. Exa. e o seu governo parecem ter défice, observou, num dos contos singulares do seu belíssimo livro intitulado The Garden Party: "O velho Sr. Neave achava-sedemasiado velho para a primavera." Ser velho é também isto: acharmos que a primavera já não é para nós, que não temos direito a ela, que estamos amais, dentro dela...
Já foi nossa, já, de certo modo, nos definiu.
Já foi nossa, já, de certo modo, nos definiu.
Hoje, não.
Hoje, sentimos que já não interessamos, que, até, incomodamos.
Todo o discurso político de V. Exas., os do governo, todas as vossas decisões apontam na mesma direcção: mandar-nos para o cimo da montanha, embrulhados em metade de uma velha manta, à espera de que o urso lendário (ou o frio) venha tomar conta de nós. Cortam-nos tudo, o conforto, o direito de nos sentirmos, não digo amados (seria muito), mas, de algum modo, utilizáveis: sempre temos umas pitadas de sabedoria caseira a propiciar aos mais estouvados e impulsivos da nova casta que nos assola.
Mas não. Pessoas, como eu, estiveram, até depois dos 65 anos, sem gastar um tostão ao Estado,com a sua saúde ou com a falta dela. Sempre, no entanto, descontando uma fatia pesada do seu salário, para uma ADSE, que talvez nos fosse útil, num período de necessidade, que se foi desejando longínquo.
Todo o discurso político de V. Exas., os do governo, todas as vossas decisões apontam na mesma direcção: mandar-nos para o cimo da montanha, embrulhados em metade de uma velha manta, à espera de que o urso lendário (ou o frio) venha tomar conta de nós. Cortam-nos tudo, o conforto, o direito de nos sentirmos, não digo amados (seria muito), mas, de algum modo, utilizáveis: sempre temos umas pitadas de sabedoria caseira a propiciar aos mais estouvados e impulsivos da nova casta que nos assola.
Mas não. Pessoas, como eu, estiveram, até depois dos 65 anos, sem gastar um tostão ao Estado,com a sua saúde ou com a falta dela. Sempre, no entanto, descontando uma fatia pesada do seu salário, para uma ADSE, que talvez nos fosse útil, num período de necessidade, que se foi desejando longínquo.
Chegado, já sobre o tarde, o momento de alguma necessidade, tudo nos é retirado, sem uma atenção, pequena que fosse, ao contrato anteriormente firmado. É quando mais necessitamos, para lutar contra a doença, contra a dor e contra o isolamentogradativamente crescente, que nos constituímos em alvo favorito do tiroteio fiscal: subsídios (que não passavam de uma forma de disfarçar a incompetência salarial), comparticipações nos custos da saúde, actualizaçõessalariais - tudo pela borda fora.
Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição,particularmente odiada por estes novos fundibulários.
Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição,particularmente odiada por estes novos fundibulários.
O que é preciso é salvar os ricos, os bancos, que andaram a brincar à Dona Branca com o nosso dinheiro e as empresas de tubarões, que enriquecem sem arriscar um cabelo,em simbiose sinistra com um Estado que dá o que não é dele e paga o que diz não ter, para que eles enriqueçam mais, passando a fruir o que também não é deles, porque até é nosso.Já alguém, aludindo à mesma falta de sensibilidade de que V. Exa. dá provas,em relação à velhice e aos seus poderes decrescentes e mal apoiados,sugeriu, com humor ferino, que se atirassem os velhos e os reformados para asilos desguarnecidos , situados, de preferência, em andares altos de prédios muito altos: de um 14º andar, explicava, a desolação que secomtempla até passa por paisagem. V. Exa. e os do seu governo exibem umasensibilidade muito, mas mesmo muito, neste gosto.V. Exas. transformam a velhice num crime punível pela medida grande.
As políticas radicais de V. Exa, e do seu robôtico Ministro das Finanças -sim, porque a Troika informou que as políticas são vossas e não deles... - têm levado a isto: a uma total anestesia das antenas sociais ou simplesmente humanas, que caracterizam aqueles grandes políticos e estadistas que a História não confina a míseras notas de pé de página.
Falei da velhice porque é o pelouro que, de momento, tenho mais à mão. Mas o sofrimento devastador, que o fundamentalismo ideológico de V.Exa. está desencadear pelo país fora, afecta muito mais do que a fatia dos velhos e reformados.
Jovens sem emprego e sem futuro à vista, homens e mulheres de todas as idades e de todos os caminhos da vida - tudo é queimado no altar ideológico onde arde a chama de um dogma cego à fria realidade dos factos e dos resultados.
Dizia Joan Ruddock não acreditar que radicalismo e bom senso fossem incompatíveis. V. Exa. e o seu governo provam que o são:não há forma de conviverem pacificamente. Nisto, estou muito de acordo com a sensatez do antigo ministro conservador inglês, Francis Pym, que teve aousadia de avisar a Primeira Ministra Margaret Thatcher (uma expoente doextremismo neoliberal), nestes termos: "Extremismo e conservantismo são termos contraditórios".
Pym pagou, é claro, a factura: se a memória me não engana, foi o primeiro membro do primeiro governo de Thatcher a serdespedido, sem apelo nem agravo.
A "conservadora" Margaret Thatcher - como o "conservador" Passos Coelho - quis misturar água com azeite, isto é,conservantismo e extremismo.
Claro que não dá. Alguém observava que os americanos ficavam muito admirados quando se sabiam odiados. É possível que, no governo e no partido a que V. Exa. preside, a maior parte dos seus constituintes não se aperceba bem (ou,apercebendo-se, não compreenda), de que lavra, no país, um grande incêndio de ressentimento e ódio.
Darei a V. Exa. - e com isto termino - uma pistapara um bom entendimento do que se está a passar. Atribuíram-se ao Papa Gregório VII estas palavras: "Eu amei a justiça eodiei a iniquidade: por isso, morro no exílio."
Uma grande parte da população portuguesa, hoje, sente-se exilada no seu próprio país, pelo delito de pedir mais justiça e mais equidade. Tanto uma como outra se fazem,cada dia, mais invisíveis.
Falei da velhice porque é o pelouro que, de momento, tenho mais à mão. Mas o sofrimento devastador, que o fundamentalismo ideológico de V.Exa. está desencadear pelo país fora, afecta muito mais do que a fatia dos velhos e reformados.
Jovens sem emprego e sem futuro à vista, homens e mulheres de todas as idades e de todos os caminhos da vida - tudo é queimado no altar ideológico onde arde a chama de um dogma cego à fria realidade dos factos e dos resultados.
Dizia Joan Ruddock não acreditar que radicalismo e bom senso fossem incompatíveis. V. Exa. e o seu governo provam que o são:não há forma de conviverem pacificamente. Nisto, estou muito de acordo com a sensatez do antigo ministro conservador inglês, Francis Pym, que teve aousadia de avisar a Primeira Ministra Margaret Thatcher (uma expoente doextremismo neoliberal), nestes termos: "Extremismo e conservantismo são termos contraditórios".
Pym pagou, é claro, a factura: se a memória me não engana, foi o primeiro membro do primeiro governo de Thatcher a serdespedido, sem apelo nem agravo.
A "conservadora" Margaret Thatcher - como o "conservador" Passos Coelho - quis misturar água com azeite, isto é,conservantismo e extremismo.
Claro que não dá. Alguém observava que os americanos ficavam muito admirados quando se sabiam odiados. É possível que, no governo e no partido a que V. Exa. preside, a maior parte dos seus constituintes não se aperceba bem (ou,apercebendo-se, não compreenda), de que lavra, no país, um grande incêndio de ressentimento e ódio.
Darei a V. Exa. - e com isto termino - uma pistapara um bom entendimento do que se está a passar. Atribuíram-se ao Papa Gregório VII estas palavras: "Eu amei a justiça eodiei a iniquidade: por isso, morro no exílio."
Uma grande parte da população portuguesa, hoje, sente-se exilada no seu próprio país, pelo delito de pedir mais justiça e mais equidade. Tanto uma como outra se fazem,cada dia, mais invisíveis.
Há nisto, é claro, um perigo.
De V. Exa.,
atentamente,
Eugénio Lisboa
Ex-Director da Total, em Moçambique
Ex-Director da SONAP MOC
Ex-Administrador da SONAPMOC e da SONAREP
Ex-Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal em Londres.
Prof. Catedrático Especial de Estudos Portugueses (Univ. Nottingham)
Ex-Presidente da Comissão Nacional da UNESCO
Prof. Catedrático Visitante da Univ. de Aveiro
Doutor Honoris Causa pela Univ. de Nottingham
Doutor Honoris Causa pela Universidade de Aveiro
Medalha de Mérito Cultural (Câmara de Cascais)
2.19.2013
Tive centenas de professores... mas só me lembro de 9
Tive centenas de professores na minha vida.
Deixo aqui uma lista daqueles de quem me lembro. Daqueles que me marcaram profundamente de forma ímpar. Para que também os meus alunos possam perceber que vão encontrar muito profissional do Ensino pela frente mas que, infelizmente, nem todos conseguem contribuir para o despertar e desenvolver da nossa consciência e Inteligência. Espero que eles tenham mais sorte do que eu tive...
Prof Ferreira (2ª classe à 4ª classe)
Dra Aida Maia (ciclo preparatório) Geografia.
D. Viviane Ménagé (ciclo preparatório) Francês
Dra Ester Barata (liceu) Inglês
Dra Lurdes Pinheiro (liceu) Inglês
Padre Alberto (liceu) Português
Dra Odete Portugal (liceu) Fisico-Química
Dr João Miranda (faculdade) Análises Matemáticas 1,2,3 e 4
Dr João Providência (faculdade) Física 1 e 2
Que me desculpem os restantes, alguns deles recordo com simpatia e ainda estão vivos e até são meus amigos.
Mas tenho que distinguir estes. Porque foram O MELHOR que me aconteceu em todo o meu percurso escolar.
Agora vejam: em centenas de profs (só na faculdade eram 10 por semestre) foi apenas este punhado de Homens e Mulheres, Verdadeiros PROFESSORES os que me fizeram abraçar a melhor profissão do Mundo: a de Ensinar.
A D. Viviane desapareceu ontem. O mesmo já aconteceu a outros 5 professores da minha pequena lista, que assim fica reduzida a apenas 3 sobreviventes.
Obrigado a todos eles. E aos outros também. A esmagadora maioria deles fizeram, estou certo, o melhor que podiam e sabiam.
D. Viviane deixou-nos. Fisicamente, apenas
Ontem e hoje foram 2 dias muito tristes para milhares de senenses.
A D. Viviane deixou-nos.
A mais carismática professora de Francês que exerceu em Seia, durante anos, espalhando o Conhecimento sobre a Língua e a Cultura francófonas partiu.
Mas não levou consigo as recordações dos milhares de alunos que tiveram a sorte de a ter como Professora.
De mim, dizia: "éste rápas pegréce que násceu en France!"
E eu nunca mais me vou esquecer disso e das suas animadas aulas.
As pessoas só morrem quando o último dos seus Amigos se esquecer delas.
Então, enquanto eu viver, Madame não morrerá.

Tal pai tal filho? Não....
Salazar, em 33, tirou o país da miséria.
Estávamos numa situação pior que a de hoje. Ninguém nos emprestava uma libra.
Não havia dinheiro para nada.
O povo passava fome. Nas aldeias e nas cidades. Comia-se sem conduto.
Em apenas 10 anos Salazar construiu uma rede de escolas por todo o país - hoje todas fechadas e oferecidas pelas câmaras municipais aos clubes e associações locais - e instituiu o ensino básico COMPLETAMENTE GRATUITO: As crianças nem os livros compravam. Era tudo dado pelas escolas. Penas, tinta, cadernos e livros.
A cartilha de João de Deus foi substituída por manuais cientifica e pedagogicamente actualizados.
Dinamizou simultaneamente a indústria, a indústria naval e a agricultura.
Nem um fósforo se fabricava em Portugal, como repetia o meu avô.
SALVOU-NOS DA 2ª GUERRA (ninguém fala nisso!) poupando a vida a dezenas ou a centenas de milhares de portugueses, vendendo volfrâmio aos alemães e alugando os Açores aos américas.
Ficou com muito do ouro dos judeus que fugiram para o nosso país e por cá ficaram.
Multiplicou por 3 o Pib da nação em pouco mais que uma década.
Em 1950 Portugal ombreava com a Espanha em todos os parâmetros e era mais rico do que a maior parte dos seus territórios. Claro que Espanha também tinha sofrido uma guerra civil.
As nossas principais cidades em Angola e Moçambique ombreavam com as mais prósperas do continente africano.
Em apenas 10 anos Salazar construiu uma rede de escolas por todo o país - hoje todas fechadas e oferecidas pelas câmaras municipais aos clubes e associações locais - e instituiu o ensino básico COMPLETAMENTE GRATUITO: As crianças nem os livros compravam. Era tudo dado pelas escolas. Penas, tinta, cadernos e livros.
A cartilha de João de Deus foi substituída por manuais cientifica e pedagogicamente actualizados.
Dinamizou simultaneamente a indústria, a indústria naval e a agricultura.
Nem um fósforo se fabricava em Portugal, como repetia o meu avô.
SALVOU-NOS DA 2ª GUERRA (ninguém fala nisso!) poupando a vida a dezenas ou a centenas de milhares de portugueses, vendendo volfrâmio aos alemães e alugando os Açores aos américas.
Ficou com muito do ouro dos judeus que fugiram para o nosso país e por cá ficaram.
Multiplicou por 3 o Pib da nação em pouco mais que uma década.
Em 1950 Portugal ombreava com a Espanha em todos os parâmetros e era mais rico do que a maior parte dos seus territórios. Claro que Espanha também tinha sofrido uma guerra civil.
As nossas principais cidades em Angola e Moçambique ombreavam com as mais prósperas do continente africano.
A sua perpetuação no poder é que foi o que correu mal.
Tivesse ele deixado Humberto Delgado ganhar - como ganhou - as eleições, e Portugal teria tido uma solução airosa e moderna.
Os dinossauros e a perpetuação no poder são o mais negativo para o desenvolvimento de qualquer nação.
A mulher do A mulher de Ulrich tem que trabalhar. Ela aguenta a nomeação.
Como Ulrich é 'classe média', a mulher necessita de trabalhar. Mas concorrer era uma maçada. Portanto teve que se submeter a uma nomeação.
E quem é que a nomeia? O 1º responsável por Portugal ter chegado à bancarrota. O 1º de todos: o que mais tempo governou Portugal e o que mais tempo foi presidente da república. E o que aumentou mais a dívida pública - 380% - e o que destruiu as pescas, a marinha mercante e a agricultura a troco de estradas inacreditavelmente mal construídas (pelos amigos) como a nossa IP5 que rapidamente foi substituída pela A25. E hoje tem novamente movimento provocado pela fuga às portagens

E o povo, pá?
Aguenta!
2.18.2013
2.17.2013
Quando se dizem as verdades...
... que em Seia toda a gente murmura mas ninguém OUSA escrever, acontece ISTO às audiências.
Porque será?
Porque será?
Jornal Porta do PSD (a 6 meses das eleições)
Depois torna-se o jornal Porta da Câmara mais 4 anos.
Por outro lado, o PSD só se mexe a 6 meses das eleições. É uma regra de ouro.
Depois são mais 4 anos de ausência e abandono totais.
Uma coisa é certa: o director não ponderou o peso dos artigos - 4 artigos de propaganda pura - nitidamente enviados pelos interessados. Isto é tudo menos serviço público.
E o maquiavelismo de incluir no mesmo número a visita da comitiva do PSD ao lar de Monterroso não pode ser negligenciada. A foto de Eduardo Brito e de Manuel Abreu rodeados de gente do PSD presta-se a todo o tipo de interpretações. Ainda mais sabendo da antiga amizade entre os 2 e do afastamento de ambos relativamente ao novo executivo.
Depois aquela página inteira de propaganda da CP do PSD com coisas que podiam ser ditas em um quarto de página, também não abona em favor de quem escreve nem de quem publica.
Embora essa página contenha algumas perguntas pertinentes, o principal ficou ainda por dizer, na minha opinião. O PSD tem nitidamente pouca informação sobre o que se passa em Seia. Agarram-se a pormenores como se fossem importantes e deixam passar o grosso ao lado.
Só li os artigos uma vez, e como ainda não estão disponibilizados na net deixo aqui apenas a minha primeira impressão. Que é a de que nitidamente alguém exagerou na dose, o que descredibiliza tanto o emissor como o veículo. Há 4 anos calado não devia o PSD começar por produzir 4 textos para o mesmo jornal e para o mesmo número.
O melhor de todos pareceu-me ser o de Tenreiro Patrocínio. Não está brilhantemente escrito, longe disso, mas em poucas palavras diz mais que o da CP numa página inteira.
E continuo a achar maravilhoso que o presidente do PSD de Seia se volte agora contra quem sempre lhe encheu os bolsos na Fiagris. Enquanto houve Fiagris não se lhe ouviu uma palavra de reprovação deste executivo. Vinha cá todos os anos buscar milhares em comissões dos artistas. Agora que já percebeu que não vai ganhar nem mais um tusto com este executivo é que se lança sobre ele de armas e bagagens!
É muito bem feito para os amadores da política que temos por cá. Muito amigos, adjudicaram-lhe a última Fiagris quando tinham, pelo mesmo dinheiro (dizem eles) um projecto com o dobro do valor em artistas e mais um dia de festa e a cobertura do anfiteatro!
Desprezaram todas essas vantagens para encherem os bolsos ao "amigo" que agora os apunhala pelas costas.
Estão bem uns para os outros!
E até nem sei se este ano houver artistas se não o contratam outra vez para meterem mais uns milhares ao bolso do adversário.
Com amadores como os que temos por cá a trabalhar em roda livre sem controlo absolutamente nenhum, tudo seria possível... Só não o será porque isso envolve dinheiro que é uma das duas coisas que por aqui não abunda.
Uma coisa é certa: o director não ponderou o peso dos artigos - 4 artigos de propaganda pura - nitidamente enviados pelos interessados. Isto é tudo menos serviço público.
E o maquiavelismo de incluir no mesmo número a visita da comitiva do PSD ao lar de Monterroso não pode ser negligenciada. A foto de Eduardo Brito e de Manuel Abreu rodeados de gente do PSD presta-se a todo o tipo de interpretações. Ainda mais sabendo da antiga amizade entre os 2 e do afastamento de ambos relativamente ao novo executivo.
Depois aquela página inteira de propaganda da CP do PSD com coisas que podiam ser ditas em um quarto de página, também não abona em favor de quem escreve nem de quem publica.
Embora essa página contenha algumas perguntas pertinentes, o principal ficou ainda por dizer, na minha opinião. O PSD tem nitidamente pouca informação sobre o que se passa em Seia. Agarram-se a pormenores como se fossem importantes e deixam passar o grosso ao lado.
Só li os artigos uma vez, e como ainda não estão disponibilizados na net deixo aqui apenas a minha primeira impressão. Que é a de que nitidamente alguém exagerou na dose, o que descredibiliza tanto o emissor como o veículo. Há 4 anos calado não devia o PSD começar por produzir 4 textos para o mesmo jornal e para o mesmo número.
O melhor de todos pareceu-me ser o de Tenreiro Patrocínio. Não está brilhantemente escrito, longe disso, mas em poucas palavras diz mais que o da CP numa página inteira.
E continuo a achar maravilhoso que o presidente do PSD de Seia se volte agora contra quem sempre lhe encheu os bolsos na Fiagris. Enquanto houve Fiagris não se lhe ouviu uma palavra de reprovação deste executivo. Vinha cá todos os anos buscar milhares em comissões dos artistas. Agora que já percebeu que não vai ganhar nem mais um tusto com este executivo é que se lança sobre ele de armas e bagagens!
É muito bem feito para os amadores da política que temos por cá. Muito amigos, adjudicaram-lhe a última Fiagris quando tinham, pelo mesmo dinheiro (dizem eles) um projecto com o dobro do valor em artistas e mais um dia de festa e a cobertura do anfiteatro!
Desprezaram todas essas vantagens para encherem os bolsos ao "amigo" que agora os apunhala pelas costas.
Estão bem uns para os outros!
E até nem sei se este ano houver artistas se não o contratam outra vez para meterem mais uns milhares ao bolso do adversário.
Com amadores como os que temos por cá a trabalhar em roda livre sem controlo absolutamente nenhum, tudo seria possível... Só não o será porque isso envolve dinheiro que é uma das duas coisas que por aqui não abunda.
2.16.2013
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