Albano Figueiredo começa mal mas vai melhorando ao longo do texto. Precisa, nitidamente, de aquecer os motores...
- Alterações Climáticas. A maior mentira do sec 21
- O negócio multimilionário das vacinas obrigatórias
- O despovoamento galopante do interior: restam-nos 3 décadas
- Os mitos sobre a neve especial na Serra da Estrela...
- AS 9 VERDADES SOBRE AS BARRAGENS E O SEU VENENO MORTAL: O METANO
- O QUE ACONTECEU A SEIA NOS ÚLTIMOS 30 ANOS... e o que vai acontecer nos próximos 4
- As 5 leis fundamentais da estupidez humana.
- 1º Dezembro de 1640
- A Troca do Rei
6.28.2013
Análise política ao texto de anúncio de candidatura de Albano Figueiredo - Seia precisa de mudança
Nigel Farage e as hienas que colocam os fantoches nos governos! Muito bom!
Estava a falar do governo italiano mas bem podia falar do português!
6.27.2013
Bastam 200 para lançar o pânico sobre Lisboa
Todas as revoluções que se realizaram em Portugal foram levadas a cabo com menos de 200 pessoas.
E mais um exemplo - hoje - que prova que bastam 200 pessoas desarmadas para lançar o pânico em Lisboa.
Agora imagine-se 2 milhões de reformados pobres + 1 milhão de desempregados!
Caiam todas as instituições.
Greve geral dos transportes em Lisboa e dos enfermeiros nos Hospitais
E pouco mais.
E a carris não aderiu...
Menor adesão do que nas greves anteriores.
O povo não tem dinheiro para greves.
Os sindicalistas profissionais ou arranjam outras formas de luta ou têm que pensar em voltar à suas antigas profissões.
Sejamos sérios: não há margens para greves. O protesto tem que ser outro e muito mais inteligente.
O protesto tem que ser de braços caídos e em todo o lado. A chamada "greve" de zelo.
Acontece que os sindicatos não a propõem porque para realizar este tipo de protestos não precisamos de sindicatos.
6.26.2013
Petição para a retirada da Kryptonite nas Universidades
http://crup.pt/pt/imprensa-e-comunicacao/recortes-de-imprensa/4404-escolas-publicas-preparam-melhor-os-alunos-para-terem-sucesso-no-superior
Os super-alunos perdem os seus super-poderes à saída dos super-colégios...
Os super-alunos perdem os seus super-poderes à saída dos super-colégios...
6.25.2013
Mário Nogueira anuncia o fim da greve. Comunicação na íntegra
Mário Nogueira - FIM DA GREVE. Declarações... por JoaoTillyAudioVisuais
As declarações "Históricas" em directo de Mário
Nogueira anunciando o fim da greve dos professores. Na íntegra, para
dissipar qualquer dúvida.
Palavra de honra que não percebi o que é que ganhámos relativamente às garantias do ministro de 4 de Junho...
Palavra de honra que não percebi o que é que ganhámos relativamente às garantias do ministro de 4 de Junho...
A greve dos professores tem 75%de apoio popular... pelos vistos.
Inquérito Opinião Pública da SIC Noticias... por JoaoTillyAudioVisuais
Pelo menos foi essa a sondagem do programa Opinião Pública em que o convidado, o vice-presidente da Confap, se fartou de "bater" nos professores....
6.24.2013
Ele há greves decisivas. Esta é das outras.
Há 3 semanas em greve.... e ninguém quer saber disso para nada.
Nem a comunicação social, nem o ministro... e nem os pais!
As notas dos filhos não saem, mas os pais não se ralam.
Bem podem os sindicatos continuar a marcar greves...
DESPOVOAMENTO: Estamos a perder 1 senense por dia. E uma família em cada 8 dias.
Em apenas 10 anos Seia perde 3442 habitantes (quase 1 por dia) e 459 famílias (uma em cada 8 dias).
Paradoxalmente foram construídos mais 1467 edifícios (o que mostra a fiabilidade deste Censos!!!) e 1853 alojamentos.
Alguém acredita nisto?
Daqui a 8 anos, se os censos forem minimamente credíveis - com entrevistas presenciais e as assinaturas das pessoas - vai saber-se que pouco mais de metade dos residentes actuais resideirão, DE FACTO, em Seia.
Vai ser um escândalo. Mas não sei porquê. Toda a gente sabe que a emigração é diária desde 2012...
Chegaremos a 2021 com cerca de 15 mil habitantes REAIS neste concelho. Mas não se perderão 9700. É que já em 2011 não existiriam sequer 20 mil habitantes REAIS.
6.23.2013
Evolução demográfica de Seia desde 1800 até 2011.
Evolução demográfica de Seia desde 1800 até 2011.
A população tem decaído significativamente nas últimas 5 décadas sendo que a maior queda se registou na última.
Como se pode ver no gráfico ao lado, o maior declive corresponde à última década.
O que não augura nada de bom para o Concelho.
Neste gráfico tem-se uma ideia global e a recente perda, no tempo, aparece mais difusa.
No entanto ela é tanto mais dramática quanto é certo que os dados não reflectem a realidade.
No entanto ela é tanto mais dramática quanto é certo que os dados não reflectem a realidade.
Neste momento haverá já milhares de habitantes que não residem em seia, uma vez que emigraram em grande número.
Praticamente todos os meus alunos de há 5 anos emigraram embora apareçam nas estatísticas como residentes ainda em Seia e em Portugal.
A debandada do último ano, por estas paragens, é algo que só daqui a 20 ou 30 compreenderemos.
Os Census de 2011 indicam que no Concelho de Seia habitariam 24,7 mil pessoas. Já isso era falso. E hoje, na realidade, não devemos ter mais do que 18 mil pessoas em todo o concelho.
Se as tivermos...
Comparação da evolução demográfica entre as cidades da Covilhã e a Guarda.
Em Seia, por exemplo, o mesmo fenómeno se verificou mas esse estancamento não se conseguiu.
A perda de gente por falta de emprego leva à perda de emprego por falta de gente
Analisemos esta redundância fatal: a perda de gente (no interior) por falta de
emprego implica a perda de emprego (dos que ainda existem) por falta de
gente (clientes, utentes, em cada Terra).
Com efeito, se um jovem não encontra emprego na sua
Terra nem nas limítrofes, forçosamente a abandonará para procurar Vida
noutras Terras. Em princípio nas maiores, onde a oferta de emprego é
maior, porque aí há mais clientes / utentes.
Este fluxo de
sangramento dos jovens - que constitui toda a esperança da manutenção de
Vida nas cidades do futuro imediato - aliado à morte cada vez mais
rápida dos idosos e doentes que se furtam aos tratamentos nas fases
iniciais das doenças por os não poderem pagar, tem como consequência o
rápido esvaziamento do interior.
Que só poderia ser compensado com imigração. A imigração, entretanto, estancou por não haver empregos.
Resta o turismo sazonal e o turismo sénior residente. Mas não há atractividade quer para um quer para outro.
Quem se preocupa com isso, como é o meu caso, acaba por ver os seus
projectos jazerem nas gavetas dos decisores públicos ou privados. Parece
que ninguém percebe que, se nada se fizer, o interior não tem futuro
nenhum. Mas nem sequer um futuro a regredir... Não terá nenhum em 5
décadas.
Em 2 décadas apenas perder-se-ão todos os serviços, de que os CTT são apenas o pioneiro.
Depois serão os bancos, as companhias de seguros, os Tribunais e as
repartições públicas. Fecham os restaurantes, bares e escolas - não há
jovens - e a consequência final é a perda do estatuto municipal, que
terá que ser associado a mais outro município, pelo menos.
Jovens não nascem. Os que nascem vão-se embora para as grandes cidades. Só fica na terra quem não estuda, ou seja: os menos qualificados.
Os idosos, com o roubo nas reformas, as taxas moderadores e o aumento do
custo dos medicamentos e transportes, são apressados à cova mais rápido
do que Gaspar consegue dizer "boa noite".
O cenário é um só: dentro de 2 a 5 décadas o interior fica totalmente despovoado.
1 - deixar a natureza seguir o seu curso e aceitar - que é o que parece
estar a fazer a maioria dos autarcas - e trabalhar para os que
resistem;
2 - lutar para que este processo de despovoamento galopante se inverta.E como lutar?
Apostando na única indústria que entrega os seus produtos no local e
que os vende repetidamente a milhões sem necessidade de fabricar novos: o
turismo.
Pontualmente, novas empresas de índole agrícola poderão contribuir para
uma retenção (familiar) na região. Mas a banca não empresta dinheiro -
dentro de uma década também ela abandonará o interior - e tudo terá que
ser feito de forma artesanal o que leva a que essas empresas não singrem
como deveriam e poderiam.
Só as empresas voltadas para uma vertente turística poderão singrar. Mesmo essas terão que ter gente com grande qualidade a geri-las.
A crise aliada à propaganda da poupança - que se destina apenas a que o cidadão invista na banca - são o garrote rápido do país.
Pinhel anuncia a morte esperada do interior.
O caso de Pinhel é paradigmático e deve ser um case-study do despovoamento.
O seu decaimento é notável e matemático.
Pinhel tem perdido sempre cerca de 1500 habitantes por década há 3 décadas seguidas. Desde 1980.
Como é isto possível? E quando parará esta recta regressiva para a morte?
A equação da recta da morte de Pinhel é da forma: y = -157x + 14328 se considerarmos o eixo das ordenadas (y) no ano 1981.
O seu declive (m) é negativo e obtido pelo coeficiente entre o nr de cidadãos que se perdem por década (1567) e o nr de anos da década (10).
Resolvendo esta equação simples, fazendo y = 0 (zero pessoas) vem-nos para a abcissa x o valor de 9,1. Conclusão: não haveria ninguém em Pinhel 91 anos após 1981.
Quereria isto dizer que se nada se fizer e tudo continuar assim, Pinhel teria zero pessoas no ano 2072, daqui a 59 anos.
Quereria isto dizer que se nada se fizer e tudo continuar assim, Pinhel teria zero pessoas no ano 2072, daqui a 59 anos.
Se este cenário não é realista, por longínquo, mais próximo de nós é a conclusão intermédia: que daqui a 30 anos Pinhel terá metade da população de hoje (4800 pessoas, quando em 1960 tinha 20 mil!) e portanto já não tem vida.
A lei da extinção das cidades obedece sempre aos mesmos parâmetros sequenciais: perda de gente por falta de emprego implica a perda de emprego por falta de gente.
A oferta de produtos (comércio e serviços) diminui por falta de gente - a que se segue mais desemprego e despovoamento.
Quando é que esta "espiral" recessiva se estanca?
Quando se conseguir o equilíbrio entre o nr de empregos e o nr de pessoas. Como acontece em Manteigas. Por volta das 2 a 3 mil pessoas.
Nessa altura tudo se ajusta. A pouca oferta e a pouca procura.
Se descer abaixo dos 3 mil de Manteigas estaremos em presença de um cancro demográfico e a Vila ou Cidade correrá o risco de ficar MESMO sem pessoas. Vilas e cidades serão transformadas em quintas praticamente abandonadas, como acontece hoje em muitas cidades chinesas dado o êxodo das populações para os centros industriais.
Os números demográficos indicam-nos que estamos perigosamente desse limite em muitas cidades e vilas do interior.
Como ler os resultados anteriores? O que nos vai acontecer nas próximas 3 a 5 décadas?
1 - As conclusões que se apresentam não são mais que o resultado lógico das tendências que se têm verificado nos últimos 20 anos, cruzadas com as tendências dos últimos 10, cálculo que depois é afinado com um coeficiente que varia de 1,5 a 2, de acordo com o despovoamento que se tem verificado nos últimos 2 anos, e especialmente em 2013, ano em que ele tem sido simplesmente catastrófico.
2 - É óbvio que a partir do limiar de sobrevivência de cada Terra, um de dois caminhos pode ocorrer: ou o efeito Manteigas ou o efeito Mêda.
O efeito Manteigas explica-se pelo isolamento geográfico. As pessoas são muito poucas, há poucos empregos, as cidades vizinhas estão longe, as coisas ficam ali cristalizadas. Pouca gente precisa de pouco emprego. A Câmara Municipal e mais 4 ou 5 serviços resolvem o problema de emprego. Não reprodutivo, mas é emprego. O problema é quando o governo achar que não se justifica uma Câmara Municipal para uma população de 3000 munícipes.
Depois há o efeito Mêda. As pessoas têm boas estradas e vão-se embora.
3 - Extintas as Câmaras Municipais será a machadada final no pouco emprego que ainda exista. É claro que não se justifica que em pequenas vilas e ex-cidades trabalhem centenas de pessoas nas Câmaras Municipais. É absurdo, mas era emprego. Daqui a 10 anos não existirão metade ou até mais das Câmaras Municipais de hoje.
Seia, Gouveia e Oliveira terão apenas uma Câmara. Nelas e Mangualde também. Celorico e Fornos também. Sem gente não se justificam as Câmaras Municipais.
4 - Passadas mais 2 a 3 décadas (5 ao todo) fundir-se-ão todas essas associações de municípios em 2 ou 3 em todo o distrito da Guarda. Nessa altura viverão por aqui pouco mais que a população da cidade da Guarda de hoje. O distrito terá 40 mil pessoas ao todo. Seia terá 6 mil. Gouveia 3. Mêda, Foz Coa, Figueira CR, Fornos, Trancoso, Celorico, Sabugal terão populações residuais. Sobretudo idosos e estrangeiros que virão para aqui descansar.
5 - a única indústria será o turismo. Espero que não seja o turismo mexicano em que as pessoas se vestem de pastores para pedir um euro por fotografia aos turistas.
6 - As terras verdadeiramente nunca se despovoarão a 100%. Mas a sua importância enquanto urbe será zero nos prazos calculados. Teremos dezenas de cidades semelhentes às aldeias de hoje. Casas fechadas, não se verá ninguém nas ruas nem sequer automóveis.
É uma fatalidade?
Se não se começar a trabalhar a sério numa oferta turística variada e aliciante, sim.
O meu projecto para Seia é este:
http://joaotilly.blogspot.pt/2013/05/resumo-do-projecto-interactivo-de.html
6.22.2013
Mesmo com este ritmo de despovoamento, a Guarda pode sobreviver ainda 138 anos
Em 2011, a Guarda tinha:
111% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
87% das que tinha em 1960 e
110% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos ganhou 10% da população. A um ritmo de 5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") - e relativamente à evolução negativa de 2001 a 2011 - Guarda pode sobreviver ainda 138 anos.
111% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
87% das que tinha em 1960 e
110% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos ganhou 10% da população. A um ritmo de 5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") - e relativamente à evolução negativa de 2001 a 2011 - Guarda pode sobreviver ainda 138 anos.
Vila Nova de Foz Côa desaparecerá em 70 anos
Em 2011, Vila Nova de Foz Côa tinha:
52% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
45% das que tinha em 1960 e
82% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 18% da população. Num ritmo de 9% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (uma vez e meia o "normal") Vila Nova de Foz Côa desaparecerá em 70 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
52% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
45% das que tinha em 1960 e
82% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 18% da população. Num ritmo de 9% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (uma vez e meia o "normal") Vila Nova de Foz Côa desaparecerá em 70 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Seia desaparecerá em 65 anos
Em 2011, Seia tinha:
77% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
72% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Seia desaparecerá em 65 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
77% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
72% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Seia desaparecerá em 65 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Gouveia desaparecerá em 63 anos
Em 2011, Gouveia tinha:
57% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
56% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Gouveia desaparecerá em 63 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
57% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
56% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Gouveia desaparecerá em 63 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Fornos de Algodres desaparecerá em 58 anos
Em 2011, Fornos de Algodres tinha:
49% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
55% das que tinha em 1960 e
80% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 20% da população. Num ritmo de 10% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Fornos de Algodres desaparecerá em 58 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
49% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
55% das que tinha em 1960 e
80% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 20% da população. Num ritmo de 10% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Fornos de Algodres desaparecerá em 58 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Aguiar da Beira desaparecerá em 63 anos
Em 2011, Aguiar da Beira tinha:
64% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
54% das que tinha em 1960 e
81% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 19% da população. Num ritmo de 9,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Aguiar da Beira desaparecerá em 63 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Trancoso desaparecerá em 92 anos
55% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
54% das que tinha em 1960 e
86% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 14% da população. Num ritmo de 7% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Trancoso desaparecerá em 92 anos
Esta será a sua ante-penúltima geração de idosos.
Sabugal extinguir-se-á totalmente daqui a 53 anos
Em 2011, Sabugal tinha:
38% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
33% das que tinha em 1960 e
74% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 26% da população. Num ritmo de 13% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Sabugal desaparecerá em 53 anos.
Se introduzisse os meus factores de correcção - que aqui não introduzi porque não conheço bem a realidade local e o seu nível de emigração - provavelmente este prazo cairia para 30 anos. Ou menos.
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
38% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
33% das que tinha em 1960 e
74% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 26% da população. Num ritmo de 13% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Sabugal desaparecerá em 53 anos.
Se introduzisse os meus factores de correcção - que aqui não introduzi porque não conheço bem a realidade local e o seu nível de emigração - provavelmente este prazo cairia para 30 anos. Ou menos.
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Pinhel desaparecerá em 47 anos
Em 2011, Pinhel tinha:
51% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
47% das que tinha em 1960 e
76% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 24% da população. Num ritmo de 12% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Pinhel desaparecerá em 47 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
51% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
47% das que tinha em 1960 e
76% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 24% da população. Num ritmo de 12% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Pinhel desaparecerá em 47 anos
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Manteigas desaparecerá em 70 anos
Em 2011, Manteigas tinha:
83% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
65% das que tinha em 1960 e
82% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 18% da população. Num ritmo de 9% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Manteigas desaparecerá em cerca de 70 anos.
Esta será a sua penúltima geração de idosos.
Figueira de Castelo Rodrigo tem menos gente que em 1800. "Desaparecerá" em 34 anos
Figueira de Castelo Rodrigo tinha, em 2011:
43% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
47% das que tinha em 1960 e
77% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 23% da população. Num ritmo de 11,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Figueira desaparecerá em 34 anos, embora para que atinja os zero habitantes teoricamente possa demorar 70 anos. No entanto, daqui a 30 será praticamente uma quinta.
Esta será a sua última geração de idosos e de habitantes de meia idade.
43% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
47% das que tinha em 1960 e
77% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 23% da população. Num ritmo de 11,5% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Figueira desaparecerá em 34 anos, embora para que atinja os zero habitantes teoricamente possa demorar 70 anos. No entanto, daqui a 30 será praticamente uma quinta.
Esta será a sua última geração de idosos e de habitantes de meia idade.
A este ritmo de despovoamento, Celorico da Beira extinguir-se-á totalmente em 65 anos
Celorico tem menos de metade da população que tinha no início do sec 20
Em 2011 tinha:
51% da população que tinha em 1960
87% da população que tinha em 1990
Em 20 anos perdeu 25% da população. A um ritmo de 12.5% por década.
A manter-se este ritmo anormal de despovoamento extinguir-se-á, no máximo, em 65 anos.
Na prática o grau zero pode dar-se muito mais cedo. Daqui a 20 anos Celorico será já praticamente uma quinta. Embora tenha ainda gente (4000 pessoas?) essa população não é suficiente para manter a economia regional.
Esta será, provavelmente, a sua última geração de idosos.
Em 2011 tinha:
51% da população que tinha em 1960
87% da população que tinha em 1990
Em 20 anos perdeu 25% da população. A um ritmo de 12.5% por década.
A manter-se este ritmo anormal de despovoamento extinguir-se-á, no máximo, em 65 anos.
Na prática o grau zero pode dar-se muito mais cedo. Daqui a 20 anos Celorico será já praticamente uma quinta. Embora tenha ainda gente (4000 pessoas?) essa população não é suficiente para manter a economia regional.
Esta será, provavelmente, a sua última geração de idosos.
Almeida tem menos de metade das pessoas que tinha em 1960. Desaparecerá em 35 anos
Almeida tinha, em 2011:
41% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
45% das que tinha em 1960 e
72% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 28% da população. Num ritmo de 14% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Almeida desaparecerá entre 35 anos, embora, teoricamente, nas melhores perspectivas só tenha zero habitantes daqui a 60 anos. Mas, a continuar tudo assim, daqui a 35 anos será uma quinta.
Ou até menos. 25 anos se se mantiver o rácio de despovoamento das últimas 2 décadas.
Esta será provavelmente a sua última geração de idosos.
41% das pessoas que tinha no inicio do sec 20.
45% das que tinha em 1960 e
72% das que tinha em 1990.
Nos últimos 20 anos perdeu 28% da população. Num ritmo de 14% por década. Ao ritmo de despovoamento actual (o dobro do "normal") Almeida desaparecerá entre 35 anos, embora, teoricamente, nas melhores perspectivas só tenha zero habitantes daqui a 60 anos. Mas, a continuar tudo assim, daqui a 35 anos será uma quinta.
Ou até menos. 25 anos se se mantiver o rácio de despovoamento das últimas 2 décadas.
Esta será provavelmente a sua última geração de idosos.
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