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- O negócio multimilionário das vacinas obrigatórias
- O despovoamento galopante do interior: restam-nos 3 décadas
- Os mitos sobre a neve especial na Serra da Estrela...
- AS 9 VERDADES SOBRE AS BARRAGENS E O SEU VENENO MORTAL: O METANO
- O QUE ACONTECEU A SEIA NOS ÚLTIMOS 30 ANOS... e o que vai acontecer nos próximos 4
- As 5 leis fundamentais da estupidez humana.
- 1º Dezembro de 1640
- A Troca do Rei
7.29.2013
7.26.2013
A melhor Qualidade Ambiental e a pior Competitividade
Cliquem no gráfico para os aumentar.
Não sendo a estatística uma ciência exacta - e muito menos o processo de recolha dos dados - a verdade é que numa zona com boa Qualidade Ambiental não pode viver gente a acotovelar-se.
Temos bom Ambiente porque temos pouca gente e porque não somos tão visitados como gostaríamos, sendo certo que se não for o turismo a sustentar-nos dentro de 2 a 3 anos, nada mais o fará. Ficaremos reduzidos à população de uma pequena vila, como muitas cidades já hoje começam a estar, no nosso distrito.
Bom Ambiente = pouca gente = pouco dinheiro = pouca economia = pouco comércio e serviços = cada vez menos gente = despovoamento = fim.
Vejam isto como quiserem. Os números fatais, para os quais venho alertando há 20 anos, chegaram, finalmente. Aqui estão.
A Serra da Estrela tem o melhor ambiente e a pior competitividade do país.
Foi despromovida de Região de Turismo principal para uma sub-região com sede em Aveiro.
E penso não ser preciso dizer muito mais.
INVERTER todo este processo de morte que nos está a bater à porta é preciso.
7.24.2013
Análise aos discursos de apresentação pública dos candidatos à CMS
1 - Da forma da comunicação e da galvanização.
Nestas coisas da política a primeira impressão é a que vale.
Os discursos de A Figueiredo e de F Camelo foram por mim gravados e colocados nas páginas do facebook do Noticias de Seia: www.facebook.com/noticiasdeseia
e do Notícias de Seia Semanário: www.facebook.com/noticiasdeseia.semanario - e ainda no meu blog: www.joaotilly.blogspot.com - onde foram visualizados por 915 e 896 pessoas, respectivamente, no momento em que escrevo.
Podem ser revisitados e revistos dezenas de vezes nestes sítios.
Podem ser revisitados e revistos dezenas de vezes nestes sítios.
Mas o que conta verdadeiramente é a primeira impressão. Se à segunda vez descobrimos coisas que não tínhamos percebido à primeira, há erro de comunicação. Do emissor.
Foi o que não aconteceu com Albano Figueiredo. Falou devagar. Pausadamente - até demais por vezes - mas percebeu-se rigorosamente tudo o que quis dizer.
No que se refere à galvanização da plateia é que foi pior. Praticamente zero galvanização. Também é verdade que a sua plateia, constituída por altos dignitários do PSD, CDS e até um secretário do estado não facilitou a fluência e o à vontade. Mas a escolha foi sua. Todos aqueles convidados VIP não lhe trarão voto nenhum nem popularidade nenhuma. Pelo menos que ficassem energizados...
Mas é nítido que o candidato não percebe isso. Lá terá tido alguma intenção em convidar aquela gente. Mas isso nitidamente inibiu-o.
Não houve qualquer galvanização em 52 minutos. Foi interrompido apenas 2 vezes e logo no inicio e nada mais, O seu discurso também não é propício a arrancar aplausos. Albano não domina a técnica da retórica eleitoral. Não sobe o tom nos momentos fortes. As pausas também não são adequadas. Bem o tentou por 2 ou 3 vezes mas as coisas não correram de feição.
Nesse aspecto Filipe Camelo esteve melhor. Falou menos tempo mas debitou muito mais informação. Talvez 5 vezes mais.
E, embora também não fosse arrebatante, ajudado pelo público que espelhava muito mais o estratificado social do concelho que a plateia vip do seu rival, várias vezes foi interrompido em aplausos. Galvanização de 50%.
Mas perdeu por debitar um discurso longo e de forma monocórdica e apressada. Não separando claramente uns assuntos dos outros, sem pausas, deixando a nítida sensação que estava ali a despejar o assunto e pronto. Não se lhe detectou nem de perto nem de longe a alegria e o empenho de André Figueiredo, por exemplo. Era notório que ele não estava ali com alegria. Estava visivelmente cansado - a que não terá sido alheia a agenda dos 2 dias anteriores - e a cumprir um dever. E, nesse aspecto, a forma do discurso foi muito inferior ao seu conteúdo.
Foi interrompido bastantes vezes embora nada tivesse feito para isso. Mas o povo queria aplaudir, queria participar na festa, ao contrário da plateia circunspecta do candidato do PSD que parecia estar ali, com toda a formalidade, a apreciar um espectáculo de ópera.
No entanto, A Figueiredo teve o mérito de ler apenas os tópicos, desenvolvendo cada um em improviso (lento) enquanto F Camelo leu tudo de enfiada, mal tendo tempo de levantar os olhos para a plateia.
Da percepção: se percebi tudo o que Albano disse, não percebi metade do que Filipe debitou a contra-relógio. Muitos conceitos, muitas frases complexas, muita interligação de assuntos que ele sistematizou no papel mas não conseguiu transmitir com clareza oralmente, dada a velocidade e a falta de entoação da comunicação.
Portanto: na percepção e no à vontade, apesar de tudo, ganhou Albano.
Na galvanização da plateia ganhou Filipe
2 - Dos conteúdos:
A Figueiredo foi assertivo fazendo várias perguntas ao executivo. Utilizou a técnica da pergunta directa em vez da denúncia: onde está esta promessa? Onde está aquela? Onde está aqueloutra? Lembrando em muito a campanha de Nuno Vaz.
Não sendo brilhante, a técnica funciona. Seria dada a muitas interrupções, em situações normais, mas que não aconteceram.
F Camelo usou metade do discurso a defender-se das críticas feitas 2 dias antes. Atirou com uma lista interminável de realizações da CM, embora boa parte delas passe perfeitamente ao lado da maioria da população. Respondeu ainda a algumas criticas directamente: a dívida colossal, o mercado de S. Romão, os passeios de Paranhos, as instalações da MRG. Mas deixou outras sem resposta. A condição da rede viária, o IMI máximo do país, o preço da água (aflorou apenas ao de leve) e o CISE, por exemplo.
A Figueiredo numa segunda parte do seu discurso apresenta um programa em linhas gerais. E como a primeira impressão é a que manda, apesar de ele ter falado em muitas outras coisas - como a atracção de investimento custe o que custar, agarrar todas as oportunidades e tudo o que está sistematizado no vídeo - a verdade é que o que ficou ali, naquele momento como pedras de toque foram 3 coisas:
1 - A CMS não tem liderança.
2 - A Figueiredo aposta fortemente na dinamização turística da região
3 - O programa das festas
1 - A Figueiredo acusa durante todo o seu discurso, a espaços, o actual executivo de ter falta de liderança. Não está só nessa análise. Na sua ânsia de delegar, F Camelo não exporta uma imagem de líder, como Eduardo Brito, por exemplo. Mas isso são estilos pessoais. Não é obrigatório que o presidente tenha imagem exterior de líder se o for, de facto, dentro de portas. Há quem considere que sim e quem considere que não. É como tudo.
2 - Depois, o turismo. A Figueiredo aposta fortemente - e diria mesmo especialmente - na divulgação turística do nosso concelho. Como uma prioridade.
Algo que não acontece, pelo menos de forma visível, com este executivo.
3 - E remata com aquilo que já se chama "O programa das festas". Um anúncio calendarizado de grandes eventos que ocorrerão praticamente todos os meses. Que imediatamente se constituiu um motivo de chacota, por parte da oposição, embora eu não concorde. A Figueiredo tinha que se demarcar do actual executivo que ele acusa de marásmico. Assim sendo, A Figueiredo teria que dar sinais claros em sentido contrário - no sentido da dinâmica e do "mexer" com a Cidade. Foi o que fez. Provavelmente não necessitaria entrar em tal nível de detalhe, mas tinha que mostrar a diferença de alguma forma.
A oposição apenas terá considerado ridículo o detalhe, porque as ideias - pelo menos a acreditar no discurso de Filipe Camelo - são aceitáveis, embora em "regime de outsourcing".
A Figueiredo termina de forma eleitoralmente trivial, prometendo baixar o preço da água (e taxas conexas) e requalificar a estrada de Sta Marinha à qual o ligam laços nostálgicos e familiares. A sua escola primária e os seus pais. Não foi grande tirada. Antes pelo contrário.
F Camelo desenrola uma série interminável de obras que é impossivel enumerar. Como referi, a maior parte delas não arrancarão de quem as ouve mais que um encolher de ombros. O povo nem nunca ouviu falar disso nem quer ouvir agora. Conceitos tão distantes da população como a plateia vip do Hotel Camelo.
Para além de responder, a espaços, a A Figueiredo, não se esquece de lhe enviar o recado sacramental: que deixe a cadeira e a cidade onde vive para visitar Seia. Mas não só em períodos eleitorais.
E tudo se resume, na minha opinião, a isto. F Camelo desfere um golpe que pode ser mortal à candidatura opositora ao aconselhá-lo a vir a Seia sem ser em campanha.
A Figueiredo por certo bem sabia que essa seria a bomba atómica da campanha socialista mas surpreendentemente não desenvolveu ainda armas para a combater. O que terá que fazer urgentemente.
Por seu lado, A Figueiredo acusa repetidamente F Camelo de não ter liderança e deixar as coisas correrem aparentemente sem rumo. Também aqui a defesa de F Camelo não foi peremptória a desmentir cabalmente esse cenário.
Ambas as candidaturas terão que trabalhar essas duas pedras no sapato. Que são mais rochas do que pedras...
O discurso "presidencial" de F Camelo - afirmando a sua candidatura suprapartidária e recebendo todos, mesmo os que simpatizam com outros partidos - pretende obviamente captar o eleitorado de direita que não se revê num candidato que não reside em Seia há quase 30 anos e portanto que não conhece de lado nenhum.
Por seu lado, A Figueiredo faz perguntas pertinentes às quais F Camelo não responde (CISE, preço da água, rede viária) ou responde culpando o governo (instalações da MRG, acessibilidades, CLDS, União de freguesias, extinção de 200 Empresas Municipais).
Filipe Camelo fala de 1 milhão de coisas no seu discurso. É verdade. Mas elas não "passaram" à plateia. Por isso é praticamente como se as não tivesse dito. O povo não vai ouvir o seu discurso 2 e 3 vezes.
Portanto, feitas as contas, o resultado técnico é este:
Forma e percepção: ganha AF - 1
Galvanização: ganha FC - 1
Conteúdo - Empate (FC com muito mais conteúdo, mas pouco perceptível)
Ataques e defesas:
Ataque AF - 2 (liderança? obra feita?)
Defesa FC - 1 (longa lista de trabalhos efectuados, embora muitos deles sem impacto. Não se defende do ataque sobre falta de liderança)
Ataque FC - 1 (candidato forasteiro)
Defesa AF - 0 (vem a Seia amiúde e acompanha o concelho. Não colhe)
Resultado técnico: A Figueiredo - 3 x F Camelo - 3
Mas não posso encerrar sem considerar um último ponto:
3 - A adesão popular - popularidade real e virtual.
1 - De facto, apesar de ambos os convites terem sido dirigidos a toda a população, a verdade é que Albano Figueiredo não esperava muito mais de 200 pessoas, dado o espaço escolhido, onde mais não caberiam. Por seu lado, Filipe Camelo juntou mais de 600 pessoas sem ter anunciado que havia comes e bebes.
2 - Quanto à representatividade da amostra, o elitismo da plateia de A Figueiredo está muito distante de representar a população concelhia. Já a de Filipe Camelo, se a não representava perfeitamente andou lá perto. Desde industriais (incluindo Fernando Gouveia), a advogados, professores, quadros médios, funcionários públicos, até ao chamado povão, havia de tudo.
3 - As redes sociais. A Figueiredo possui, há um mês, uma página no facebook que, apesar de ter sido promovida (paga) durante pelo menos uma semana, apenas conseguiu chegar aos 239 gostos (likes=seguidores). O que - não se pode esconder - representa um grande flop. Por comparação, veja-se as nossas páginas Noticias de Seia e Notícias de Seia Semanário que, no mesmo período e sem terem sido financeiramente promovidas, registam 1319 Gostos e 1459 amigos.
F Camelo, para além da sua página antiga, com cerca de 5.000 amigos, tem uma nova página pessoal dedicada à sua candidatura onde regista quase 1500 amigos.
É esta popularidade que faz a diferença, na minha opinião, mais do que a esgrima técnica entre os dois.
Por fim,
4 - F Camelo tem, na sua página de candidatura, todos os 4 discursos em vídeo que foram proferidos no lançamento da sua campanha. Podem ser vistos e revistos por quem quiser. Os conteúdos estão lá todos.
A Figueiredo tem apenas 85 fotos do lançamento da sua candidatura. Nenhum conteúdo, nem sequer na forma escrita, se pode encontrar na sua página.
Entretanto, o Notícias de Seia publicou o vídeo do seu discurso que já foi visto na íntegra por 280 pessoas e parcialmente por 915. Mas não no site de A Figueiredo. No nosso. No do Notícias da Serra.
Portanto, quem visitar a página de A Figueiredo fica a nada saber sobre as suas ideias e o seu projecto.
Por comparação de visualizações (=interesse) o vídeo de F Camelo tem as mesmas visualizações embora tenha menos 2 dias de publicação e o de André Figueiredo tem quase o dobro. Tornou-se o vídeo mais viral seguido do de Tenreiro Patrocínio. Só depois vêm os vídeos dos candidatos.
O que também seria motivo para outras análises que não esta.
Resumo do parâmetro "popularidade":
Nitidamente Filipe Camelo é muitíssimo mais popular do que A Figueiredo.
De modo que este tem uma tarefa hercúlea para vencer e pouco tempo para o fazer.
Mas nada é impossível.
Está tudo em aberto.
7.22.2013
7.17.2013
7.14.2013
Turismo da Serra da Estrela para o tecto....
Serra da Estrela despromovida a DELEGAÇÃO da nova Região de Turismo do Centro que agora fica sediada em Aveiro
É sempre a melhorar para a Serra da Estrela. Aquele que foi o segundo destino de férias dos portugueses é agora definitivamente atirado para o caixote do lixo do investimento na notoriedade e visibilidade políticas, na óptica do estado. Vai-se promover obviamente a Ria e o Litoral e nós ficamos sem verbas nenhumas ou com umas migalhas para a nossa promoção turistica aquém e além fronteiras.
Também é verdade que tivemos uma RTSE que foi uma inutilidade a todos os títulos notável. Serviu para arranjar aí uns tachos a gente que nunca fez nada na vida e para distribuir uns milhares por umas empresas de uns amigalhaços, como é costume neste país. Mas evidentemente um flop gigantesco para a nossa região.
Porém, isso não deveria implicar uma despromoção regional em 2 tempos como esta. A Serra da Estrela merece ser promovida nacional e internacionalmente. E dá retorno rapidamente. Mas, como se vê, se não formos nós a fazê-lo, ninguém o fará por nós.
Decididamente não podemos ficar à espera da tacharia político-partidária para coisíssima nenhuma.
Em Seia nem casam, nem se juntam, nem nascem crianças... só emigram.
2013 será o ano da completa desgraça. Quando se conhecerem os números, lá para 2015, as pessoas vão levar as mãos à cabeça.
Nas escolas, daqui a 5 anos, serão precisos menos de metade dos professores actuais. E toda a gente assobia para o lado, perante este suicídio anunciado do nosso concelho.
Evolução dos casamentos em Seia desde 1981.
Em 2012 registou-se apenas um terço dos casamentos que se verificaram em 1981.
O que explica as dificuldades, e até encerramentos, de muitos restaurantes locais.
O Restaurante Santa Luzia, em Pinhanços, era provavelmente o rei dos casamentos na região, nos anos 80.
Segundo os seus proprietários, chegavam a servir 11 casamentos simultaneamente.
O restaurante está fechado há 2 anos.
Ranking: Escola Secundária de Seia abaixo da linha de água
No ranking das escolas secundárias a ESS ficou na posição 351 entre as 605 listadas. Com média de 93,79 - negativa - nos exames nacionais.
De notar que a última escola secundária com média positiva foi a Afonso Albuquerque, na Guarda, posicionada no nr 204. A ES Seia ficou portanto 147 lugares abaixo da última escola com resultados positivos, 48 lugares abaixo da escola mediana e nas primeiras 10% (8%, de facto) das escolas com resultados mais altos, dentro da negativa.7.11.2013
O maior protesto registado na parlamento nos últimos 2 anos
O maior protesto no parlamento nos últimos 2 anos por JoaoTillyAudioVisuais
Esta tarde registou-se o maior protesto no parlamento nos últimos 2 anos.
Assunção Esteves diz que é melhor fechar as galerias.
"Nos tempos difíceis em que vivemos... Não podemos deixar que os nossos carrascos nos criem maus costumes..."
A reformada desde os 46 anos, Assunção Esteves, considera que, apesar dos mais de 10 mil euros de rendimento mensal que aufere, vive tempos difíceis. E que o povo é o carrasco da classe política.
Que pena tenho eu que isso não seja verdade...
7.09.2013
Forças de segurança DESCONVOCAM protesto
Esqueceram-se de dizer que está a ser negociado um regime de excepção para os militares que não prevê mobilidade especial e retoma as promoções.
Ao contrário do que acontece com o resto da Função Pública
As
associações entendem que “neste quadro de degradação” está posto em
causa “a dignidade das instituições e o próprio regime democrático”
As
associações e sindicatos das forças de segurança decidiram hoje
desconvocar a concentração que iriam realizar a 10 de julho em Lisboa
por considerarem “não haver estabilidade democrática suficiente” para se
manter a iniciativa.
Em conferência de imprensa, num hotel em
Lisboa, o presidente da Associação Nacional de Sargentos, António Lima
Coelho, leu um comunicado em nome de todas as associações que convocaram
a concentração.
Nesse comunicado consta que se considera que com
as “demissões dos dois ministros de Estado deste governo [Vitor Gaspar e
Paulo Portas], o país assistiu a um espetáculo, em vários atos, com um
nível de degradação, de falta de respeito pelas instituições, por parte
dos seus principais titulares, nunca em momento algum visto”.
As
associações entendem que “neste quadro de degradação” está posto em
causa “a dignidade das instituições e o próprio regime democrático”.
Com
tudo isto, o conjunto de associações concluiu “não haver estabilidade
democrática suficiente para se manter a realização da iniciativa”.
A
plataforma de instituições entende mesmo que os acontecimentos
políticos da última semana, provocados pelas duas demissões, promoveram
“a vulgarização e a falta de respeito pelos valores que devem presidir a
uma conduta responsável de Estado” e sublinharam que não querem
contribuir “para alimentar este clima”.
A conferência de imprensa
de hoje teve como objetivo “denunciar as preocupações instaladas no seio
dos seus universos representativos, em consequência da política de
austeridade seguida por este Governo”.
O comunicado apela ainda ao
Governo para que “saiba interpretar o sentido de elevada serenidade,
responsabilidade e dever patriótico” da decisão hoje anunciada.
Lima
Coelho disse também que os objetivos das organizações que convocaram a
concentração, agora desmarcada, não podem ser confundidos com “meras
lutas político-partidárias”.
“O mal estar que se sente na
sociedade, a desconfiança das próprias instituições, não pode permitir
que aqueles que são o garante da segurança dos cidadãos e da defesa
nacional se envolvam em qualquer tipo de ação que possa confundir-se com
questões político-partidárias”, afirmou.
Lembrando que o
Presidente da República esteve esta tarde a receber os representantes
dos partidos políticos com assento parlamentar, e que a crise política
ainda não está solucionada, o presidente da ANS disse que “não estão
reunidas as condições para qualquer tipo de ação de maior visibilidade”.
“Contudo,
não está retirada a hipótese de ela se vir a concretizar se os
pressupostos se mantiverem e se o quadro se configurar como necessário”,
ressalvou.
Na conferência de imprensa as organizações
representativas de estruturas policiais e militares vincaram ainda que
as medidas de austeridade estão a “pôr em causa a missão operacional”
das diferentes forças de segurança, mas recusaram “personalizar a
questão” e apontar a remodelação dos ministros da Administração Interna e
da Defesa como solução para os problemas.
A concentração estava
marcada para as 17:30 na Praça de Camões, em Lisboa, organizada em
parceria pelas associações de militares e a Comissão Coordenadora
Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das
Forças e Serviços de Segurança, que congrega as estruturas sindicais
mais representativos da GNR, PSP, ASAE, SEF, Guarda Prisional e Polícia
Marítima.
7.08.2013
Pinhel anuncia a morte esperada do interior.
O caso de Pinhel é paradigmático e deve ser um case-study do despovoamento. O seu decaimento é notável e matemático. Pinhel tem perdido sempre
cerca de 1500 habitantes por década há 3 décadas seguidas. Desde 1980.
Como é isto possível? E quando parará esta recta regressiva para a morte?
A equação da recta da morte de Pinhel é y=-157x+14328 se considerarmos o eixo das ordenadas (y) no ano 1981.
O seu declive (m) é negativo e obtido pelo coeficiente entre o nr de cidadãos que se perdem por década (1567) e o nr de anos da década (10).
Resolvendo esta equação simples, fazendo y=0 (zero pessoas) vem-nos para a abcissa x o valor de 9,1. Quereria isto dizer que se nada se fizer e tudo continuar assim, Pinhel teria zero pessoas no ano 2072, daqui a 59 anos. Se este cenário não é realista, por longínquo, mais próximo de nós é a conclusão intermédia: que daqui a 30 anos Pinhel terá metade da população de hoje (4800 pessoas, quando em 1960 tinha 20 mil!) e portanto já não tem vida.
A lei da extinção das cidades obedece sempre aos mesmos parâmetros sequenciais: perda de gente por falta de emprego implica a perda de emprego por falta de gente.
A oferta de produtos (comércio e serviços) diminui por falta de gente - a que se segue mais desemprego e despovoamento.
Quando é que esta "espiral" recessiva se estanca? Quando se conseguir o equilíbrio entre o nr de empregos e o nr de pessoas. Como acontece em Manteigas. Por volta das 2 a 3 mil pessoas. Nessa altura tudo se ajusta. A pouca oferta e a pouca procura. Se descer abaixo dos 3 mil de Manteigas é o cancro social e a Vila ou Cidade correrá o risco de ficar sem pessoas.
Os números demográficos indicam-nos que estamos perigosamente desse limite em muitas cidades e vilas do interior.
A perda de gente por falta de emprego traz consigo a perda de emprego por falta de gente
Se nada for feito e tudo continuar como está, o interior do país despovoará irreversivelmente em apenas 3 décadas
7.06.2013
7.05.2013
7.03.2013
Medina Carreira: os jovenzitos metem-se nos partidos aos 15 anos e quando dão conta estão a governar!
Medina Carreira: os jovenzitos metem-se nos... por JoaoTillyAudioVisuais
Com os partidos que temos este país não tem solução capaz.
Para se fazer política é preciso ter-se vida. Experiência.
É necessário ter-se feito asneiras muitas vezes na vida.
Não são estes meninozinhos que saem ali do PSD e do PS... que vão para os gabinetes, fazem uns fretes aqui e ali e de repente aparecem a governar!
www.joaotilly.blogspot.pt
Para se fazer política é preciso ter-se vida. Experiência.
É necessário ter-se feito asneiras muitas vezes na vida.
Não são estes meninozinhos que saem ali do PSD e do PS... que vão para os gabinetes, fazem uns fretes aqui e ali e de repente aparecem a governar!
www.joaotilly.blogspot.pt
Campânulas de Mérito Municipal 2013
Foram entregues as campânulas de Mérito aos melhores alunos de cada
Estabelecimento de Ensino de Seia e a 7 personalidades senenses. Três
delas a título individual: Fernando Béco, Cícero Semedo e Carlos
Teófilo. E 4 representantes de Associações e Empresas: Metalúrgica Vaz
Leal, Academia sénior, Anastácio e Filhos e H Sarah Trading.
Escutaram-se 2 momentos musicais a cargo de um dueto de clarinetes do Conservatório de Música de Seia.
O Município foi ainda agraciado com o Prémio de Excelência pelo projecto municipal ECO2SEIA, no âmbito do Concurso “Cidades de Excelência”, atribuído pelo Jornal Planeamento e Cidades. — em Seia. — em Seia.
Escutaram-se 2 momentos musicais a cargo de um dueto de clarinetes do Conservatório de Música de Seia.
O Município foi ainda agraciado com o Prémio de Excelência pelo projecto municipal ECO2SEIA, no âmbito do Concurso “Cidades de Excelência”, atribuído pelo Jornal Planeamento e Cidades. — em Seia. — em Seia.
Não há cheta a partir de Agosto...
Eu tenho cá uma suspeita... e tal como o palhaço Silva, quase nunca me engano. Por isso aí vai:NÃO DEVE HAVER 1 CÊNTIMO NOS COFRES DO ESTADO NESTE MOMENTO...
Esta é a verdadeira razão pela qual Gaspar e Portas deram à sola!
E porque é que eu digo isto?
1 - Estoirámos os 78 MIL MILHÕES da Troika e, se não tivéssemos recebido a migalha dos 2 MIL MILHÕES da 7ª avaliação, no mês passado, já não havia dinheiro para nada!
2 - O não terem sido pagos os subsídios não foi por birra. PC não é maluco! Tomara ele ter dinheiro que pagava tudo em Junho para ficar bem visto perante meio milhão de funcionários públicos. Já não havia era cheta!
3 - Gaspar ia ser confrontado com a falta de papel já para o mês que vem. Os salários são processados antes de 15. Como ele sabe que não há um tusto, pôs-se a andar muito rápido.
4 - Portas ia ser agora o nr 2 do Governo! Porque desistiria logo quando foi promovido?
Funcionários públicos e reformados: digam adeus aos ordenados e às reformas a partir do mês que vem.... O caos está aí.
Acho que já nem eleições autárquicas se vão realizar...
7.02.2013
A tomada de posse mais ridícula do mundo!
Maria Luis Albuquerque toma posse na cerimónia mais ridícula do mundo.
É ministra de um país sem governo!
Paulo Portas demitiu-se há cerca de uma hora.
Ninguém do CDS esteve presente nesta ridícula tomada de posse.
A tomada de posse mais ridicula do mundo por JoaoTillyAudioVisuais
Palavra que não percebo que tipo de país é isto...
Com tudo escarrapachado, preto no branco, de que espera o Ministério Público para intervir?
Aldeias para venda em Espanha. Em Portugal teremos brevemente aldeias inteiras para arrendar
Há 3 mil aldeias desabitadas que podem ser vendidas.
Pelos meus cálculos, que se podem encontrar neste blog na página principal e sob o tema: despovoamento galopante do interior do distrito - a esmagadora maioria das nossas aldeias não terá mais do que 20 anos de vida. As próprias cidades (tirando as maiores) não mais que 30.
Portanto, em Portugal podia fazer-se o mesmo há anos. Em todos os concelhos há várias pequenas aldeias e lugares completamente desabitados.
Mas aqui não há coragem nem processo formal para tal.
Daqui a 30 anos, com um despovoamento previsível global da ordem dos 90% (para não dizer 100%), as aldeias do distrito da Guarda estarão maioritariamente despovoadas.
O distrito será um hotel rural gigantesco.
Mas será uma nova oportunidade no âmbito da oferta turistica para os poucos que por cá se aguentarem.
Em vez de apartamentos, vivendas ou quintas, passam a arrendar-se aldeias inteiras para grupos...
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