Haverá alguma razão, para além de desprezo pelos demais cidadãos, para tomar uma atitude destas?
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- O negócio multimilionário das vacinas obrigatórias
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- As 5 leis fundamentais da estupidez humana.
- 1º Dezembro de 1640
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10.28.2012
Estacionâncios na Av do Cinema - parte 6
Haverá alguma razão, para além de desprezo pelos demais cidadãos, para tomar uma atitude destas?
10.26.2012
André Figueiredo anuncia que Hospital de Seia continuará a ser público
André Figueiredo não foi eleito pelo nosso distrito.
Mas não se vê mais ninguém a trabalhar por Seia.
Serviço Nacional de Saúde: Deputado socialista defende que o Hospital de Seia é uma “unidade de referência".
10h06 // 26 Outubro 2012 // Lusa / O deputado socialista André Figueiredo disse à agência Lusa que o hospital de Seia continuará a ser "uma unidade de referência" do Serviço Nacional de Saúde (SNS), não estando prevista a sua transferência para outra entidade
Segundo André
Figueiredo, da Comissão Parlamentar socialista da Saúde, recentemente
veio a público a possibilidade de aquele hospital perder a tutela do
Ministério da Saúde e ser alienado, privatizado ou cedido à Santa Casa
da Misericórdia local.
O deputado questionou na quarta-feira o
ministro da Saúde, Paulo Macedo, sobre o assunto e, ontem, obteve uma
resposta que põe fim às dúvidas que existiam em torno do futuro do
equipamento.
"Aquilo que me foi garantido pelo senhor ministro da
Saúde é que o hospital de Seia não faz parte de uma qualquer lista de
análise que se relacione com a alteração da sua tutela e que continuará a
ser uma unidade de referência do SNS e, portanto, tutelada pelo
Ministério da Saúde", afirmou André Figueiredo.
O deputado disse
que se "congratula muito" pela decisão, que acaba por ser "uma decisão
de continuidade", e admitiu que a confirmar-se a sua transferência para
outra entidade "seria terrível para a região".
André Figueiredo
considera que a deliberação "é boa" e "em tudo enaltece o próprio
ministro e também quem se debateu para que o hospital de Seia
continuasse na tutela do Ministério da Saúde".
Segundo o
socialista, o Hospital Nossa Senhora da Assunção é "essencial para a
região" e a resolução anunciada pelo ministro da tutela é "uma excelente
notícia" para Seia, para a região e para os utentes que precisam de "um
hospital com categoria e eficiência".
O hospital funciona em dois blocos, um construído na década de 1990 e o outro inaugurado em 2009.
No mês de setembro, o presidente da Câmara Municipal de Seia, Carlos Filipe Camelo (PS), enviou uma carta à população do concelho, intitulada "Em defesa do hospital (público) de Seia", onde tomava posição sobre a possibilidade de o equipamento ser transformado em Unidade de Cuidados Paliativos.
Na missiva também considerava que a gestão da unidade de saúde devia continuar sob a alçada do SNS.
ASR // ARA.
Lusa/Fim
No mês de setembro, o presidente da Câmara Municipal de Seia, Carlos Filipe Camelo (PS), enviou uma carta à população do concelho, intitulada "Em defesa do hospital (público) de Seia", onde tomava posição sobre a possibilidade de o equipamento ser transformado em Unidade de Cuidados Paliativos.
Na missiva também considerava que a gestão da unidade de saúde devia continuar sob a alçada do SNS.
ASR // ARA.
Lusa/Fim
Publicada por
João Tilly
à(s)
26.10.12
1 comentário:
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Etiquetas:
Seia
o PSD de Seia terá um lider que mora em Coimbra há 25 anos!
Depois da entrevista do actual lider do PSD a perspectivar o futuro do concelho... nem sequer apresenta lista!
O PSD de Seia vai hoje a votos.
Albano Figueiredo é o único candidato.
Pela 500ª vez AF tentará chegar à Câmara.
Todas as eleições é a mesma novela...
Pedro
Marques, o actual líder da Concelhia, que em entrevista ao PE publicada
na última edição se assumiu como candidato, terá recuado quando soube
que se preparava uma alternativa e também, de acordo com fontes
contactadas por este jornal, por estatutariamente não poder concorrer,
por não ter liquidado as quotas em tempo útil, atendendo a que as
eleições são antecipadas em dois meses.
in PEA minha análise sobre Seia e política local será publicada no dia 22 de Novembro, dia em que este blog fará 10 anos.
Para já dizer apenas que o PSD de Seia terá um líder que mora em Coimbra há 25 anos!
Cada Terra tem o que merece.
Cada Partido também.
Cada Partido também.
10.25.2012
Ranking dos ministérios portugueses
1º Ministério do BPN: 9,7 Mil Milhões
2º Ministério da Dívida: 8,3 Mil Milhões.
3º Ministério da Educação: 8,2 Mil milhões.
4º Ministério da Saúde: 7,9 Mil Milhões.
Foi a maior burla de sempre em Portugal, qualquer coisa como 9.710.539.940,09 €uros!!!
Foi a maior burla de sempre em Portugal, qualquer coisa como 9.710.539.940,09 €uros!!!
(paga por todos nós, contribuintes, que não podemos reclamar e sem que nenhum dos conhecidos criminosos tenha sido responsabilizado…)
João Marcelino, diretor do Diário de Notícias, de Lisboa, considera que “é o maior escândalo financeiro da história de Portugal. Nunca antes houve um roubo desta dimensão, “tapado” por uma nacionalização que já custou 2.400 milhões de euros delapidados algures entre gestores de fortunas privadas em Gibraltar, empresas do Brasil, offshores de Porto Rico, um oportuno banco de Cabo Verde e a voracidade de uma parte da classe política portuguesa que se aproveitou desta vergonha criada por figuras importantes daquilo que foi o cavaquismo na sua fase executiva”.
O diretor do DN conclui afirmando que este escândalo “é o exemplo máximo da promiscuidade dos decisores políticos e económicos portugueses nos últimos 20 anos e o emblema maior deste terceiro auxílio financeiro internacional em 35 anos de democracia. Justifica plenamente a pergunta que muitos portugueses fazem: se isto é assim à vista de todos, o que não irá por aí?”
O BPN foi criado em 1993 com a fusão das sociedades financeiras Soserfin e Norcrédito e era pertença da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que compreendia um universo de empresas transparentes e respeitando todos os requisitos legais, e mais de 90 nebulosas sociedades offshores sediadas em distantes paraísos fiscais como o BPN Cayman, que possibilitava fuga aos impostos e negociatas.
O BPN tornou-se conhecido como banco do PSD, proporcionando “colocações” para ex-ministros e secretários de Estado sociais-democratas. O homem forte do banco era José de Oliveira e Costa, que Cavaco Silva foi buscar em 1985 ao Banco de Portugal para ser secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e assumiu a presidência do BPN em 1998, depois de uma passagem pelo Banco Europeu de Investimentos e pelo Finibanco. O braço direito de Oliveira e Costa era Manuel Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e Administração Interna nos dois últimos governos de Cavaco Silva e que deve ser mesmo bom (até para fazer falcatruas é preciso talento!), entrou na política em 1992 com quarenta contos e agora tem mais de 400 milhões de euros. Vêm depois os nomes de Daniel Sanches, outro ex-ministro da Administração Interna (no tempo de Santana Lopes) e que foi para o BPN pela mão de Dias Loureiro; de Rui Machete, presidente do Congresso do PSD e dos ex-ministros Amílcar Theias e Arlindo Carvalho.
Apesar desta constelação de bem pagos gestores, o BPN faliu. Em 2008, quando as coisas já cheiravam a esturro, Oliveira e Costa deixou a presidência alegando motivos de saúde, foi substituido por Miguel Cadilhe, ministro das Finanças do XI Governo de Cavaco Silva e que denunciou os crimes financeiros cometidos pelas gestões anteriores. O resto da história é mais ou menos conhecido e terminou com o colapso do BPN, sua posterior nacionalização e descoberta de um prejuízo de 1,8 mil milhões de euros, que os contribuintes tiveram que suportar. Que aconteceu ao dinheiro do BPN? Foi aplicado em bons e em maus negócios, multiplicou-se em muitas operações “suspeitas” que geraram lucros e que Oliveira e Costa dividiu generosamente pelos seus homens de confiança em prémios, ordenados, comissões e empréstimos bancários.
Não seria o primeiro nem o último banco a falir, mas o governo de Sócrates decidiu intervir e o BPN passou a fazer parte da Caixa Geral de Depósitos, um banco estatal liderado por Faria de Oliveira, outro ex-ministro de Cavaco e membro da comissão de honra da sua recandidatura presidencial, lado a lado com Norberto Rosa, ex-secretário de estado de Cavaco e também hoje na CGD. Outro social-democrata com ligações ao banco é Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD, que se mantém em prisão preventiva por envolvimento fraudulento com o BPN e também está acusado pela polícia brasileira do assassinato de Rosalina Ribeiro, companheira e uma das herdeiras do milionário Tomé Feteira. Em 2001 comprou a EMKA, uma das offshores do banco por três milhões de euros, tornando-se também accionista do BPN.
Em 31 de julho, o ministério das Finanças anunciou a venda do BPN, por 40 milhões de euros, ao BIC, banco angolano de Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, e de Américo Amorim, que tinha sido o primeiro grande accionista do BPN. O BIC é dirigido por Mira Amaral, que foi ministro nos três governos liderados por Cavaco Silva e é o mais famoso pensionista de Portugal devido à reforma de 18.156 euros por mês que recebe desde 2004, aos 56 anos, apenas por 18 meses como administrador da CGD. O Estado português queria inicialmente 180 milhões de euros pelo BPN, mas o BIC acaba por pagar 40 milhões (menos que a cláusula de rescisão de qualquer craque da bola) e os contribuintes portugueses vão meter ainda mais 550 milhões de euros no banco, além dos 2,4 mil milhões que já lá foram enterrados. O governo suportará também os encargos dos despedimentos de mais de metade dos actuais 1.580 trabalhadores (20 milhões de euros).
As relações de Cavaco Silva com antigos dirigentes do BPN foram muito criticadas pelos seus oponentes durante a última campanha das eleições presidenciais. Cavaco Silva defendeu-se dizendo que apenas tinha sido primeiro-ministro de um governo de que faziam parte alguns dos envolvidos neste escândalo. Mas os responsáveis pela maior fraude de sempre em Portugal não foram apenas colaboradores políticos do presidente, tiveram também negócios com ele. Cavaco Silva também beneficiou da especulativa e usurária burla que levou o BPN à falência. Em 2001, ele e a filha compraram (a 1 euro por acção, preço feito por Oliveira e Costa) 255.018 acções da SLN, o grupo detentor do BPN e, em 2003, venderam as acções com um lucro de 140%, mais de 350 mil euros. Por outro lado, Cavaco Silva possui uma casa de férias na Aldeia da Coelha, Albufeira, onde é vizinho de Oliveira e Costa e alguns dos administradores que afundaram o BPN. O valor patrimonial da vivenda é de apenas 199. 469,69 euros e resultou de uma permuta efectuada em
1999 com uma empresa de construção civil de Fernando Fantasia, accionista do BPN e também seu vizinho no aldeamento.
Para alguns portugueses são muitas coincidências e alguns mais divertidos consideram que Oliveira e Costa deve ser mesmo bom economista(!!!): Num ano fez as acções de Cavaco e da filha quase triplicarem de valor e, como tal, poderá ser o ministro das Finanças (!!??) certo para salvar Portugal na actual crise económica. Quem sabe, talvez Oliveira e Costa ainda venha a ser condecorado em vez de ir parar à prisão….ah,ah,ah.
O julgamento do caso BPN já começou, mas os jornais pouco têm falado nisso. Há 15 arguidos, acusados dos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos e fraude fiscal, mas nem sequer se sentam no banco dos réus. Os acusados pediram dispensa de estarem presentes em tribunal e o Ministério Público deferiu os pedidos. Se tivessem roubado 900 euros, o mais certo era estarem atrás das grades, deram descaminho a nove biliões e é um problema político.
Nos EUA, Bernard Madoff, autor de uma fraude de 65 biliões de dólares, já está a cumprir 150 anos de prisão, mas os 15 responsáveis pela falência do BPN estão a ser julgados por juízes “condescendentes”, vão apanhar talvez pena suspensa e ficam com o produto do roubo, já que puseram todos os bens em nome dos filhos e netos ou pertencentes a empresas sediadas em paraísos fiscais. Oliveira e Costa colocou as suas propriedades e contas bancárias em nome da mulher, de quem entretanto se divorciou após 42 anos de casamento. Se estivéssemos nos EUA, provavelmente a senhora teria de devolver o dinheiro que o marido ganhou em operações ilegais, mas no Portugal dos brandos costumes talvez isso não aconteça. Dias Loureiro também não tem bens em seu nome. Tem uma fortuna de 400 milhões de euros e o valor máximo das suas contas bancárias são apenas cinco mil euros. Não há dúvida que os protagonistas da fraude do BPN foram meticulosos, preveniram eventuais consequências e seguiram a regra de Brecht: “Melhor do que roubar um banco é fundar um”.
Portugal e a Grécia faliram por causa da corrupção do Estado
Empresário di-las todas num programa politicamente "correcto".
O Prós e Prós é provavelmente o maior insulto com que a TV paga com os nossos impostos nos presenteia semanalmente.
Uma coitadinha, que em qualquer parte do mundo estaria a dar o boletim meteorológico, é elevada aqui quase à condição de super-vedeta. E dá-se ao luxo de tentar brilhar em todos os programas como se fosse ela uma entrevistada permanente.
Mas este empresário luso-brasileiro trocou-lhe as voltas no programa de 15 do corrente.
Ei-lo aqui a acusar Acabado Silva de saber muito bem que o BPN não era mais que uma lavandaria de dinheiro e mais: tendo sido colega de Passos Coelhos, conhece-o bem e pergunta como é que um tipo com aquela (nenhuma) experiência empresarial pode governar um país!
Ele, micro-empresário desde sempre, nunca precisou de um Relvas para arranjar contratos para a sua empresa.
Parabéns!
10.24.2012
Nação valente e imortal
Vale e Azevedo para os Jerónimos, já! Loureiro para o Panteão, já! Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já! Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha. Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram. Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara
Agora sol na rua a fim de me melhorar a disposição, me reconciliar com a vida. Passa uma senhora de saco de compras: não estamos assim tão mal, ainda compramos coisas, que injusto tanta queixa, tanto lamento. Isto é internacional, meu caro, internacional e nós, estúpidos, culpamos logo os governos. Quem nos dá este solzinho, quem é? E de graça.
Eles a trabalharem para nós, a trabalharem, a trabalharem e a gente, mal agradecidos, protestamos. Deixam de ser ministros e a sua vida um horror, suportado em estóico silêncio.
Veja-se, por exemplo, o senhor Mexia, o senhor Dias Loureiro, o senhor Jorge Coelho, coitados. Não há um único que não esteja na franja da miséria. Um único.
Mais aqueles rapazes generosos, que, não sendo ministros, deram o litro pelo País e só por orgulho não estendem a mão à caridade.
O senhor Rui Pedro Soares, os senhores Penedos pai e filho, que isto da bondade às vezes é hereditário, dúzias deles.
Tenham o sentido da realidade, portugueses, sejam gratos, sejam honestos, reconheçam o que eles sofreram, o que sofrem.
Uns sacrificados, uns Cristos, que pecado feio, a ingratidão.
O senhor Vale e Azevedo, outro santo, bem o exprimiu em Londres. O senhor Carlos Cruz, outro santo, bem o explicou em livros. E nós, por pura maldade, teimamos em não entender.
Claro que há povos ainda piores do que o nosso: os islandeses, por exemplo, que se atrevem a meter os beneméritos em tribunal. Pelo menos nesse ponto, vá lá, sobra-nos um resto de humanidade, de respeito.
Um pozinho de consideração por almas eleitas, que Deus acolherá decerto, com especial ternura, na amplidão imensa do Seu seio.
Já o estou a ver Senta-te aqui ao meu lado ó Loureiro Senta-te aqui ao meu lado ó Duarte Lima Senta-te aqui ao meu lado ó Azevedo que é o mínimo que se pode fazer por esses Padres Américos, pela nossa interminável lista de bem-aventurados, banqueiros, coitadinhos, gestores que o céu lhes dê saúde e boa sorte e demais penitentes de coração puro, espíritos de eleição, seguidores escrupulosos do Evangelho. E com a bandeirinha nacional na lapela, os patriotas, e com a arraia miúda no coração.
E melhoram-nos obrigando-nos a sacrifícios purificadores, aproximando-nos dos banquetes de bem-aventuranças da Eternidade.
As empresas fecham, os desempregados aumentam, os impostos crescem, penhoram casas, automóveis, o ar que respiramos e a maltosa incapaz de enxergar a capacidade purificadora destas medidas. Reformas ridículas, ordenados mínimos irrisórios, subsídios de cacaracá? Talvez. Mas passaremos sem dificuldade o buraco da agulha enquanto os Loureiros todos abdicam, por amor ao próximo, de uma Eternidade feliz.
A transcendência deste acto dá-me vontade de ajoelhar à sua frente.
Dá-me vontade? Ajoelho à sua frente, indigno de lhes desapertar as correias dos sapatos.
Vale e Azevedo para os Jerónimos, já! Loureiro para o Panteão, já! Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já! Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha. Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram.
Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara.
Haja sentido das proporções, haja espírito de medida, haja respeito. Estátuas equestres para todos, veneração nacional.
Esta mania tacanha de perseguir o senhor Oliveira e Costa: libertem-no. Esta pouca vergonha contra os poucos que estão presos, os quase nenhuns que estão presos por, como provou o senhor Vale e Azevedo, como provou o senhor Carlos Cruz, hedionda perseguição pessoal com fins inconfessáveis. Admitam-no. E voltem a pôr o senhor Dias Loureiro no Conselho de Estado, de onde o obrigaram, por maldade e inveja, a sair.
Quero o senhor Mexia no Terreiro do Paço, no lugar de D. José que, aliás, era um pateta.
Quero outro mártir qualquer, tanto faz, no lugar do Marquês de Pombal, esse tirano.
Acabem com a pouca vergonha dos Sindicatos.
Acabem com as manifestações, as greves, os protestos, por favor deixem de pecar.
Como pedia o doutor João das Regras, olhai, olhai bem, mas vêde. E tereis mais fominha e, em consequência, mais Paraíso.
Agradeçam este solzinho.
Agradeçam a Linha Branca. Agradeçam a sopa e a peçazita de fruta do jantar.
Abaixo o Bem-Estar. Vocês falam em crise mas as actrizes das telenovelas continuam a aumentar o peito: onde é que está a crise, então?
Não gostam de olhar aquelas generosas abundâncias que uns violadores de sepulturas, com a alcunha de cirurgiões plásticos, vos oferecem ao olhinho guloso?
Não comem carne mas podem comer lábios da grossura de bifes do lombo e transformar as caras das mulheres em tenebrosas máscaras de Carnaval. Para isso já há dinheiro, não é?
E vocês a queixarem-se sem vergonha, e vocês cartazes, cortejos, berros.
Proíbam-se os lamentos injustos.
Não se vendem livros? Mentira. O senhor Rodrigo dos Santos vende e, enquanto vender, o nível da nossa cultura ultrapassa, sem dificuldade, a Academia Francesa.
Que queremos? Temos peitos, lábios, literatura e os ministros e os ex-ministros a tomarem conta disto.
Sinceramente, sejamos justos, a que mais se pode aspirar? O resto são coisas insignificantes: desemprego, preços a dispararem, não haver com que pagar ao médico e à farmácia, ninharias.
Como é que ainda sobram criaturas com a desfaçatez de protestarem? Da mesma forma que os processos importantes em tribunal a indignação há-de, fatalmente, de prescrever.
E, magrinhos, magrinhos mas com peitos de litro e beijando-nos um aos outros com os bifes das bocas seremos, como é nossa obrigação, felizes.
10.23.2012
Estes tipos do ECONOMIST andam a ler os blogs portugueses... "From Allgarve to Poortugal"
http://www.economist.com/news/europe/21564902-yet-another-austerity-budget-raises-concerns-about-future-growth
Austerity in Portugal
More pain, less gain
Yet another austerity budget raises concerns about future growth
Oct 20th 2012 | LISBON
| from the print edition
IN HAPPIER days before the euro crisis, one government in
Lisbon rebranded the Algarve as the Allgarve, hoping to appeal to
English-speaking tourists. Now a Portuguese wit suggests rebranding the
whole country as Poortugal.
Amid furious protests and thundering editorials, such mordant humour
was a restrained response to the draft 2013 budget that Vítor Gaspar,
the finance minister, presented on October 15th. To meet the targets
agreed to by the “troika” of the European Union, European Central Bank
and IMF, he wants “enormous” tax increases, including the raising of
average income-tax rates by as much as a third.
Seldom have protesters, economists and politicians been so united in
describing the plans: “brutal”, “a crime against the middle class”, a
“fiscal atomic bomb”. Few agree with Mr Gaspar’s claim that “this is the
only possible budget” and that to question it is to risk being
subjected to a “dictatorship of debt” with Portugal condemned to depend
on its official creditors indefinitely.
Yet most voters would agree with Mr Gaspar that to default on the
country’s debt, as the radical left advocates, would be “catastrophic”.
Even so, recent protests have been swelled by tens of thousands of
mainstream voters who believe that squeezing working families is not
just unnecessarily painful but is also choking off growth.
The critics have latched on to the latest outlook from the IMF in
which the fund argues that, in today’s economic climate, fiscal
consolidation is having a bigger negative impact on growth than usual.
The opposition Socialists believe this perfectly describes Portugal’s
predicament. They want more time to meet budget targets, on top of an
extra year granted last month. More worrying for Pedro Passos Coelho,
the prime minister, is that the IMF line is echoed by President Aníbal
Cavaco Silva, also from the centre-right, who has written that it is
wrong to pursue deficit goals “at any cost”.
Another concern is the rift in the coalition over the budget. The
conservative People’s Party, junior partner to Mr Passos Coelho’s Social
Democrats, wants more public-spending cuts (new revenues account for
80% of the 2013 fiscal adjustment). The two parties must vote together
to get the budget through parliament. But Mr Gaspar insists there is “no
room for manoeuvre”.
Some say that his intransigence is more for form than for fiscal
doctrine. Unlike Greece, Portugal has gained much kudos in Brussels and
Berlin for being a model pupil for the euro zone. That could help it if
and when the Spanish government requests a bail-out—and starts to argue
with the troika about whether ever more fiscal austerity is really
sensible.
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Em dias mais felizes antes da crise do euro, um governo em Lisboa rebaptizou o Algarve como o Allgarve, esperando apelar aos turistas anglo saxónicos. Agora uma sagacidade Portuguesa sugere o rebranding do nome do país como Poortugal.
No meio de protestos furiosos e editoriais demolidores, este humor mordaz (obrigado pela parte que me toca) foi a resposta comedida ao projecto de orçamento de 2013 que Vítor Gaspar, o ministro das Finanças, apresentou no dia 15 de Outubro.
Para cumprir os objectivos acordados pela "troika" da União Europeia, Banco Central Europeu e do FMI, Gaspar quer "enormes" aumentos de impostos, incluindo o aumento da média de taxas de IRS até um terço.
Raramente manifestantes, economistas e políticos foram tão unânimes na descrição dos planos: "brutal", "um crime contra a classe média", uma "bomba atómica fiscal".
Poucos concordam com o defendido por Gaspar, de que "este é o único orçamento possível" e que questioná-lo é correr o risco de ser submetido a uma "ditadura da dívida" com Portugal condenado a depender de seus credores oficiais indefinidamente.
No entanto, a maioria dos eleitores concorda com o Sr. Gaspar que o não pagamento da dívida do país, como os defensores radicais de esquerda defendem, seria "catastrófico". Mesmo assim, recentes protestos foram protagonizados por dezenas de milhares de eleitores tradicionais que acreditam que apertar ainda mais o cinto às famílias de trabalhadores não só é desnecessário, como também muito doloroso, sufocando o crescimento do País.
Os críticos têm chamado a atenção para o último panorama do FMI em que o fundo argumenta que, no clima económico atual, a consolidação orçamental está a ter muito maior impacto negativo no crescimento do que se esperaria. Os socialistas da oposição acreditam que este relatório descreve perfeitamente a situação de Portugal. Eles querem mais tempo para cumprir os objectivos orçamentais, para além do ano extra concedido no mês passado.
Mais preocupante para Pedro Passos Coelho, o primeiro-ministro, é que a convicção do FMI é secundada pelo presidente Aníbal Cavaco Silva, também de centro-direita, que tem escrito que é errado perseguir os objectivos do déficit "a qualquer custo".
Outra preocupação é a ruptura da coligação em torno do orçamento. O Partido Popular (Conservador), parceiro menor dos social-democratas de Passos Coelho, quer mais cortes na despesa pública (contra as novas receitas de 80% previstas no ajuste fiscal de 2013). As duas partes devem votar em conjunto para obter o orçamento aprovado pelo parlamento. Mas Sr. Gaspar insiste que "não há margem de manobra".
Alguns dizem que a sua intransigência é mais para a forma do que para a doutrina fiscal. Ao contrário da Grécia, Portugal ganhou elogios tanto em Bruxelas como em Berlim por ser um aluno modelo para a zona euro. Isso pode ajudar se e quando o governo espanhol pedir o seu resgate e começar a discutir com a troika sobre se cada vez maior austeridade fiscal é realmente útil.
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Em dias mais felizes antes da crise do euro, um governo em Lisboa rebaptizou o Algarve como o Allgarve, esperando apelar aos turistas anglo saxónicos. Agora uma sagacidade Portuguesa sugere o rebranding do nome do país como Poortugal.
No meio de protestos furiosos e editoriais demolidores, este humor mordaz (obrigado pela parte que me toca) foi a resposta comedida ao projecto de orçamento de 2013 que Vítor Gaspar, o ministro das Finanças, apresentou no dia 15 de Outubro.
Para cumprir os objectivos acordados pela "troika" da União Europeia, Banco Central Europeu e do FMI, Gaspar quer "enormes" aumentos de impostos, incluindo o aumento da média de taxas de IRS até um terço.
Raramente manifestantes, economistas e políticos foram tão unânimes na descrição dos planos: "brutal", "um crime contra a classe média", uma "bomba atómica fiscal".
Poucos concordam com o defendido por Gaspar, de que "este é o único orçamento possível" e que questioná-lo é correr o risco de ser submetido a uma "ditadura da dívida" com Portugal condenado a depender de seus credores oficiais indefinidamente.
No entanto, a maioria dos eleitores concorda com o Sr. Gaspar que o não pagamento da dívida do país, como os defensores radicais de esquerda defendem, seria "catastrófico". Mesmo assim, recentes protestos foram protagonizados por dezenas de milhares de eleitores tradicionais que acreditam que apertar ainda mais o cinto às famílias de trabalhadores não só é desnecessário, como também muito doloroso, sufocando o crescimento do País.
Os críticos têm chamado a atenção para o último panorama do FMI em que o fundo argumenta que, no clima económico atual, a consolidação orçamental está a ter muito maior impacto negativo no crescimento do que se esperaria. Os socialistas da oposição acreditam que este relatório descreve perfeitamente a situação de Portugal. Eles querem mais tempo para cumprir os objectivos orçamentais, para além do ano extra concedido no mês passado.
Mais preocupante para Pedro Passos Coelho, o primeiro-ministro, é que a convicção do FMI é secundada pelo presidente Aníbal Cavaco Silva, também de centro-direita, que tem escrito que é errado perseguir os objectivos do déficit "a qualquer custo".
Outra preocupação é a ruptura da coligação em torno do orçamento. O Partido Popular (Conservador), parceiro menor dos social-democratas de Passos Coelho, quer mais cortes na despesa pública (contra as novas receitas de 80% previstas no ajuste fiscal de 2013). As duas partes devem votar em conjunto para obter o orçamento aprovado pelo parlamento. Mas Sr. Gaspar insiste que "não há margem de manobra".
Alguns dizem que a sua intransigência é mais para a forma do que para a doutrina fiscal. Ao contrário da Grécia, Portugal ganhou elogios tanto em Bruxelas como em Berlim por ser um aluno modelo para a zona euro. Isso pode ajudar se e quando o governo espanhol pedir o seu resgate e começar a discutir com a troika sobre se cada vez maior austeridade fiscal é realmente útil.
O conflito do jornalismo televisivo com os números!
É absolutamente insanável este conflito.
Tanto faz serem moços como raparigas: ninguém faz ideia do que diz quando se atreve a falar em números nas TVs.
Em todas elas.
Mas a TVI nesse aspecto é "melhor". Aí é que não conseguem acertar uma!
Esta moçoila das pernas de cada vez que tentou balbuciar um número ou se engasga ou dá-os completamente incorrectos.
Primeiro começa por dizer que Portugal perde 2700 MILHÕES /ano (!!!) com o facto de ter uma geração desperdiçada, para depois, no fim da peça, afirmar que em toda a Europa se estão a perder 153 milhões no total pelo mesmo motivo!
Quer dizer: em Portugal perder-se-ia quase 18 vezes o que se perde em toda a europa!
Não fazem a mínima ideia dos números que lançam da boca para fora, e não há ninguém que lhes chame a atenção para esta desgraça que dura há décadas!
Para além disso, o engasganço de cada vez que tentam balbuciar um número é fatal.
Nunca sai à primeira. É 14 e é 40 e é o raio que parta a mocinha, coitadinha, que tem umas pernas giras mas isso não é nada que interesse à transmissão de informação ao público.
Esta gente foge da matemática como o diabo da cruz, ao longo do seu percurso escolar, e depois acontece esta desgraça.
Esta verdadeira desgraça que perpetua a risada geral do mundo civilizado relativamente aos portugueses.
A mais bela História de todas: Como funciona o Universo!
Este excerto do Discovery Science engloba a primeira imagem do Universo tal como ele era apenas 380 milhões de anos após o Big Bang.
As questões:
Será este o primeiro universo que existiu? Ou o enésimo?
Durará outros 14 mil milhões de anos ou está prestes a acabar?
As leis da física serão as mesmas para todos os próximos universos?
O que acontecerá quando este acabar? Fogo ou gelo?
A não perder.
São 8 minutos que multiplicam a inteligência do cidadão comum conferindo-lhe uma perspectiva completamente diferente e muito mais descomplexada da Vida neste planeta.
As questões:
Será este o primeiro universo que existiu? Ou o enésimo?
Durará outros 14 mil milhões de anos ou está prestes a acabar?
As leis da física serão as mesmas para todos os próximos universos?
O que acontecerá quando este acabar? Fogo ou gelo?
A não perder.
São 8 minutos que multiplicam a inteligência do cidadão comum conferindo-lhe uma perspectiva completamente diferente e muito mais descomplexada da Vida neste planeta.
10.22.2012
Um mês da reforma de Jardim Gonçalves são 175 mil euros + motorista, guarda-costas e avião particular. Pagamos nós.
Diz Frei Fernando Ventura que um mês de pensão de Jardim Gonçalves sustentaria a sua creche em Timor durante 17 anos. Eu podia lembrar-me de 170 famílias portuguesas que essa mesma reforma sustentaria, por mês. Ou de 170 micro-empresas / trimestre - como bares e restaurantes familiares - que necessitam de 1000 euros trimestrais para não irem imediatamente à falência. Seriam 1200 desempregados /ano que essa reforma pouparia. Em vez desses 1200 futuros desempregados, os 175 mil euros roubados mensalmente ao povo português por este governo - que se apoderou dos fundos da banca e por isso agora somos nós quem tem que pagar estas reformas criminosas - mantêm apenas 2 empregos: o do motorista e o do guarda-costas. O piloto não deve estar a tempo inteiro. Penso eu...
SNS mata mais um... dos que passam nas TVs
Porque da esmagadora maioria nem sequer se chega a saber.
No Hospital de Braga esqueceram-se desta utente na fototerapia e queimaram-na. Demorou uma semana a morrer.
Eis agora o que vai acontecer: nenhum médico de renome será condenado. A culpa será passada para um desgraçadito de um enfermeiro e fica o problema resolvido. Se tiver sido mesmo o médico a fazer a asneira e não houver nenhum bode expiatório, vai acontecer o que aconteceu com o meu Pai e acontece com todos: o médico entra de baixa prolongada e deixa prescrever o inquérito interno. Bastam 16 meses. A Inspecção não poderá portanto concluir nada e em Tribunal mesmo que o médico seja condenado na Comarca, ele será depois absolvido na Relação por falta de provas (a Inspecção inconclusiva).
Foi assim com o meu Pai e sei já que este é o procedimento standard.
No Hospital de Braga esqueceram-se desta utente na fototerapia e queimaram-na. Demorou uma semana a morrer.
Eis agora o que vai acontecer: nenhum médico de renome será condenado. A culpa será passada para um desgraçadito de um enfermeiro e fica o problema resolvido. Se tiver sido mesmo o médico a fazer a asneira e não houver nenhum bode expiatório, vai acontecer o que aconteceu com o meu Pai e acontece com todos: o médico entra de baixa prolongada e deixa prescrever o inquérito interno. Bastam 16 meses. A Inspecção não poderá portanto concluir nada e em Tribunal mesmo que o médico seja condenado na Comarca, ele será depois absolvido na Relação por falta de provas (a Inspecção inconclusiva).
Foi assim com o meu Pai e sei já que este é o procedimento standard.
Quase sem comentários....
Se há povo que eu admiro são os ciganos.
Meia dúzia de pessoas conseguem, do sistema, o que a 10 milhões é vedado.
Meia dúzia de pessoas conseguem, do sistema, o que a 10 milhões é vedado.
10.21.2012
Lugares de estacionamento impraticáveis... e condutores mais impraticáveis ainda
Os lugares de estacionamento na Av Luis Vaz de Camões estão mal calculados. Não foram desenhados para automóveis normais, nem sequer para pequenos utilitários.
Basta que um dos automóveis pise uma das linhas e já ninguém consegue estacionar no "espaço" que resulta disponível.
Ainda mais quando há gente a estacionar como o que se vê na terceira foto.... e situações como esta verificam-se diariamente.
Urge corrigir o desenho dos lugares, pelo menos com mais 20 cms de largura por lugar, e também urge fiscalizar quem se dá ao luxo de ocupar 2 lugares impossibilitando outra viatura de estacionar. Na foto não se vê claramente mas o condutor da viatura da direita, na terceira foto, tinha mais de metro e meio à sua direita para poder estacionar correctamente. Decidiu não o fazer.
Ocupou, por isso, 2 lugares.
Isto acontece a toda a hora. Há sempre 3 a 4 espaços na Av Luis Vaz de Camões que acabam por não poder ser ocupados pela simples falta de civismo dos condutores.Se os condutores alinharem as suas viaturas perfeitamente dentro dos espaços - apesar de estes não estarem correctamente calculados - conseguem deixar espaço para os outros.
Se se chegam mais para um dos lados meros 20 cms, é certo que o espaço que resulta já não pode ser aproveitado por mais ninguém.
Ainda há pouco foram pintados de fresco os lugares de estacionamento, surpreende-me que ninguém ainda tenha alertado para esta situação que - repito - se verifica diariamente.
10.20.2012
10.19.2012
O povo mais pobre paga os impostos mais altos da Europa!
Campeões da Europa em impostos indirectos!
Os portugueses são extorquidos em 57 MIL milhões / ano... para que a classe política possa manter os cartões de crédito Gold e os A5 e os mercedes e os BMW de 80 mil cada um, e poderem perdoar a quem se abotoou com o buraco de 9 mil milhões do BPN.
Mas o melhor de tudo isto é que o povo português é de longe o mais pobre da europa desenvolvida.
Portanto: os mais pobres passam fome para poderem manter a classe política mais rica, imoral e ladra da europa.
10.17.2012
Já que o pontapé na bola é o único desígnio nacional...
Parecia-me bem que não fosse um analfabeto a comandar a equipa.
É que perder duas vezes seguidas da mesma forma, com golos marcados da mesma forma, por erros cometidos da mesma forma e não conseguir recuperar com uma equipa que vale 50 vezes a da equipa que nos ganha da mesma forma que a anterior e num prazo de uma semana... parece-me simplesmente estúpido demais.
10.16.2012
O SAQUE MISERÁVEL - MAIS UM! - que se pretende fazer aos portugueses!
Não será conseguido. Os portugueses não têm capacidade para continuar a ser roubados por um estado que se demite das suas obrigações e responsabilidades. Saúde Pública não há. Justiça só para os ricos, a Escola também. Reformas - que são dívida pública - roubadas. Ordenados aos funcionários públicos também e já vamos em 3!
Com este IRS vai-se roubar mais meio ordenado por mês e mais um ao fim do ano. Este eu tenho a certeza que ninguem vai pagar.
IMI a mesma coisa. Vai subir para o dobro em 3 anos se ninguém parar isto.
Com este IRS vai-se roubar mais meio ordenado por mês e mais um ao fim do ano. Este eu tenho a certeza que ninguem vai pagar.
IMI a mesma coisa. Vai subir para o dobro em 3 anos se ninguém parar isto.
àgua e electricidade vão disparar. Combusrtíveis subirão mais de 20% se ninguem puser cobro a isto.
A frase de força é mesmo esta: "se ninguém puser cobro a isto".
Quem delapidou este país que PAGUE o que ROUBOU.
Alguem vai ter que pôr MESMO cobro a isto!
Passos tinha razão: há jovens licenciados que DEVEM MESMO emigrar!
Gaspar está a retribuir a generosíssima educação que Portugal lhe pagou.
Eu abdico já da minha parte.
Gaspar: não te preocupes. Não me deves nada! Podes voltar para Bruxelas. Obrigado por tudo. Se precisares de alguma coisa é só ligar. Eu levo-te lá o que precisares, para não teres o incómodo de ter que cá voltar outra vez.
Bem vindos à Grécia Portuguesa!
Tal como se previa em todo o lado, os motins espontâneos em Portugal iniciaram-se oficialmente ontem.
Janelas da AR e de carrinhas da polícia foram partidas. Automóveis foram vandalizados.
Este foi o primeiro verdadeiro motim, ao qual se seguirão dezenas... centenas nas próximas semanas e meses.
Portugal não terá governo nem ordem pública dentro de meio ano, na melhor das hipóteses.
Duvido que alguns ministros cheguem ao Natal temendo pela sua própria integridade física.
Vamos lá a ver se um povo que todos consideramos manso mas que se revoltou mais de 50 vezes desde meados do sec 19 até aos anos 30 continuará manso e resignado.
Eu, desde 7 de Setembro último, data do anúncio da TSU, acredito que não.
10.15.2012
10.14.2012
3 Recordes batidos
A maior atitude que um Ser Humano alcançou em balão, a maior velocidade em queda livre e a maior
distância percorrida em queda livre
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