3.20.2004

Não se vendem livros, vende-se teatro

Publicar livros já não dá a devida notoriedade nem derstaque social aos autores.
Tornou-se banal a partir do momento em que até quem não sabe escrever os escreve.
Para se conseguir destaque televisivo que compense o esforço, agora é necessário romancear a coisa e até produzir peças de teatro.
Assim aconteceu com o psiquiatra Daniel Sampaio, irmão do Sampaio seu irmão.
Pelos vistos o papel dos livros que esperam eternamente nas bancas das livrarias que sejam adquiridos pelos mesmos que já compraram os 15 anteriores, já não são atractivas para o público e, portanto, vai de teatralizar histórias, que sempre ficam mais fáceis de serem consumidas pelo público.
Aguarda-se a peça dos investigadores de Farmácia da Universidade de Coimbra, e a a pantomima dos investigadores de Termodinâmica Aplicada do Instituto Superior Técnico.
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