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11.18.2016
Crimes sem castigo
http://www.dn.pt/sociedade/interior/advogado-e-dirigente-do-pdr--suspeito-de-homicidio-de-cliente-5179565.html
11.01.2016
Terramoto de 1755 já se devia ter repetido...
Percurso da água em caso de rotura da Barragem... por JoaoTillyAudioVisuais
Este é um resumo de um estudo que levei a cabo durante uma semana no local e no Google Earth.
Este será o percurso da água, rochas e detritos, em caso de colapso do paredão principal ou do paredão norte.
O Funil que se encontra em frente à Lagoa conduzirá a água, as rochas e os troncos que ela transportará pela depressão causada pela ribeira da caniça até ao Alva.
Sabugueiro está fora do percurso e Loriga está acima. Ambos serão poupados.
Dependendo da severidade da rotura (total ou apenas parcial) assim se fará sentir o estrago que os 2 milhões de toneladas de água produzirão - mais outro tanto em rochas e detritos que ela arrastaria consigo. Pode ir desde um aumento de altura de água em Sandomil de 90 cm até ao arrasamento completo da sua baixa. Casario incluído.
Isso tem a ver apenas com o tipo de rotura que se verificar na sequência, por exemplo, de um terramoto violento, como se espera nos próximos anos.
Urge elaborar um plano de Salvamento para a baixa de Vila Cova e Sandomil porque o "martelo" de água, rochas e madeira demorará apenas 5 a 7 minutos a chegar a Sandomil a uma velocidade média de 150 a 200 kms/hora.
Por onde passar, a enxurrada tudo arrasará. Não ficará pedra sobre pedra nem se reconhecerá, sequer, que ali houve civilização, se o paredão principal colapsar na totalidade.
Serão 4 a 5 milhões de toneladas de matéria a uma velocidade de 200 km/h. Desaparece tudo.
Pelo menos, deve instalar-se um sistema de sirenes automáticas que soe mal os sismómetros que estão colocados em redor do paredão dêem sinal de tremor de terra. E as pessoas - especialmente as de Sandomil - têm que estar preparadas para evacuar para as zonas mais altas. Isto demora tempo e há muita gente idosa... mas podem salvar-se centenas de vidas que, sem aviso prévio, não terão hipóteses de sobrevivência
8.12.2016
OS FUNDOS DE GARRAFA - A explicação para as centenas de ignições às 2 da madrugada.
Metade dos incêndios em Portugal têm causas desconhecidas.
1% deles são motivados por causas naturais (até há pouco tempo eram 95%), 27% por negligência, e 25% de forma intencional. Quase metade dos fogos têm causas desconhecidas.
Porque alegadamente o fogo destrói as provas e as evidências da sua ignição.
Porque alegadamente o fogo destrói as provas e as evidências da sua ignição.
No Andanças, entretanto, com 4 milhões das seguradoras em risco, logo se descobriu a causa do maior incêndio em parques de estacionamento do mundo: uma beata encontrada FORA do recinto. Para que não haja veleidades nem pedidos de indemnização a seguradora nenhuma.
Mas as Autoridades continuam sem perceber as causas de 50% dos incêndios.
Eu passo a explicar às Autoridades.
Mas as Autoridades continuam sem perceber as causas de 50% dos incêndios.
Eu passo a explicar às Autoridades.
Os incêndios começam invariavelmente às 2 da manhã, não porque os cafés e bares fechem a essa hora e os bêbedos tenham que ir para casa e passem pelas florestas ali à mão, mas porque essa é a hora mais propícia à ignição.
Desenvolvo:
Como é sabido, por entre as várias espécies autóctones da nossa floresta, existe uma que se encontra em abundância em qualquer floresta do país: o fundo da garrafa. Ora, o fundo da garrafa, tal como o mato, por mais que se limpe - e há dezenas de associações florestais equipadas com material que custa dezenas de milhares de euros e que recebem dezenas de milhares por ano para os limpar - crecem com muita velocidade e, quais cogumelos, pejam os solos das matas e florestas.
Ora, às 2 da manhã os raios solares incidem directamente nos fundos das garrafas que se comportam como uma lente, concentrando esses fortes raios numa área reduzida, aumentando muito a temperatura do mato ou capim, como se diz em brasileiro.
Como é sabido, por entre as várias espécies autóctones da nossa floresta, existe uma que se encontra em abundância em qualquer floresta do país: o fundo da garrafa. Ora, o fundo da garrafa, tal como o mato, por mais que se limpe - e há dezenas de associações florestais equipadas com material que custa dezenas de milhares de euros e que recebem dezenas de milhares por ano para os limpar - crecem com muita velocidade e, quais cogumelos, pejam os solos das matas e florestas.
Ora, às 2 da manhã os raios solares incidem directamente nos fundos das garrafas que se comportam como uma lente, concentrando esses fortes raios numa área reduzida, aumentando muito a temperatura do mato ou capim, como se diz em brasileiro.
E - perguntam os distraídos dos portugueses - se os fogos têm a sua hora de início marcada para as 2 da manhã, por que razão não começam também a outras horas, como por exemplo ao meio dia ou 3 da tarde, quando o sol está mais forte?
Pergunta infantil. Exactamente porque a essa hora o sol está a PINO. E as árvores fazem SOMBRA sobre os fundos de garrafa. Coisa que não acontece às 2 da manhã, pois a esta hora as árvores não fazem sombra nenhuma!
Perceberam agora, autoridades distraídas e arredadas deste mundo da Ciência que aqui vos trago gratuitamente?
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