11.26.2012

Maravilhoso POORtugal


Mesmo assim ninguém é acusado em tribunal. O companheiro de negócio na Alemanha foi condenado. Aqui em POORtugal não há corruptos.
Só quem os vendeu é que é corruptor.

ISTO NÂO É POLÍTICA. 
É CRIME DE LESA PÁTRIA

PPPs são pagas em triplicado pelos Poortugueses





Isto não é política. É indignidade

Maravilhoso POORtugal

Isto não é política. Por isso comento.
É estupidez, apenas.
A estupidez do país mais analfabeto da Europa com as famílias mais incultas da Europa e os alunos mais desacompanhados da Europa que enfrentam o maior desemprego de professores da Europa por culpa da classe politica mais corrupta da Europa nunca fiscalizada pelo povo mais distraído da Europa.
Faz todo o sentido.

11.25.2012

Em busca de outras Terras...



Existirão outros planetas com as mesmas condições de atmosfera e temperatura que a Terra?
Se existirem é provável que - como acontece aqui - também nesses planetas exista Vida.
E vida inteligente.
Num planeta com uma gama de temperaturas como a da Terra, com gravidade semelhante, orbitando uma anã amarela como o nosso Sol, possuindo uma atmosfera com semelhante densidade e concentrações equivalentes em Oxigénio, Nitrogénio, Dióxido de Carbono e Metano, é muito provável que exista Vida.
Esse é o trabalho de Geoof Marcy que, no Observatório Lick em Monte Palomar, na Califórnia, procura diariamente planetas orbitando estrelas semelhantes ao nosso Sol. E já se encontraram 130...
Se há planetas em órbita de infernos como quasares, porque os não haverá em torno de pacíficos Sóis?

A aceleração do Universo e a "Energia Escura"



De acordo com a teoria do Big Bang, a gravidade deveria desacelerar a expansão do Universo. Mas, em vez disso, a aceleração dessa expansão está a aumentar. O Universo está a acelerar em vez de abrandar a sua expansão. Porquê?
Por culpa da denominada "energia escura" que ainda ninguém sabe ao certo o que é e como se manifesta. Mas que atravessa todo o Universo produzindo este efeito acelerador.
Estamos, como os descobridores do sec XV, a tentar perceber de onde vem esta "energia escura" para explicar a sua interacção com o Universo em expansão.
Um novo satélite - SNAP: Super Nova Acceleration Probe (Sonda de Aceleração de Supernovas) - equipado com um super telescópio espacial será lançado no futuro próximo para lá da nossa Lua para medir a história da expansão do Universo com pormenor e registar o que aconteceu há milhares de milhões de anos em galáxias longínquas (o tempo que a luz demorou a chegar até nós).
Quando o Universo era denso e agregado a gravidade desempenhava um papel principal na sua constituição. Era o factor mais importante e abrandava a expansão. À medida que o Universo se foi expandindo a gravidade foi perdendo a sua importância para a energia escura que se lhe sobrepôs e começou a acelerar a expansão.
Poderemos então perceber o que aconteceu e com que velocidades foi acontecendo.
Este será mais um capítulo importantíssimo na descoberta do funcionamento do nosso Universo.
Que alguns cientistas alegam ser já o terceiro...

11.24.2012

O que é que todas as luas têm em comum?



Crateras é o que todas as luas têm em comum.
Desde a nossa Lua até à Calisto de Jupiter que é, de entre todas, a mais bombardeada. Como não têm atmosfera as luas são a carreira de tiro do sistema solar.
Na NASA Ames existe um super canhão que é usado para se estudar o efeito do bombardeamento dos corpos celestes por asteróides e meteoritos. É a arma mais rápida do planeta. Projecta pequenas bolas de aço a 6,5km/s, 20 vezes a velocidade do som.
Mesmo assim muito mais lentas que um asteroide que pode chegar aos 15 kms/segundo. Daí a devastação que provocam.
O responsável peter Schulz é o maior produtor de crateras artificiais que existe e neste pequeno documentário imagens inéditas mostram os efeitos do bombardeamento de um asteróide numa esfera de vidro simulando um asteróide a colidir com uma lua. E portanto o nascimento dos vários tipos de crateras, dependendo do ângulo de ataque do projéctil (asteróide).
As crateras oblongas de Marte são explicadas por estas imagens. O ângulo é tão pequeno que só pode ter sido provocado por luas que saíram das suas órbitas e rasparam na superfície do planeta.  Estima-se que tenham sido mais do que 200 as luas que sairam das suas orbitas para colidir com o planeta mãe.
Marte é um destruidor de luas. Só lhe restam duas e uma delas em pouco tempo (40 milhões de anos) chocará com Marte: justamente Phobos, a Lua que poderia ser habitada por nós.
Só temos 40 milhões de anos, portanto, para o fazer...
Outrora tivemos centenas ou milhares de luas no nmosso sistema solar.
Quase todas foram absorvidas pelos respectivos planetas.
Estas 95 são as sobreviventes desse processo.

Phobos, lua de Marte



Phobos é provavelmente o próximo mundo onde os humanos poderão aterrar...
Phobos é uma pequena rocha vagueando no espaço com a forma de uma batata, uma das duas luas de Marte (a outra é Deimos ainda mais pequena).
A baixa gravidade faria de nós super-Homens. Voaríamos com facilidade porque pesaríamos tanto como um rato. Flutuaríamos em vez de andar e correríamos o risco de nos tornarmos uma lua à volta de Marte se déssemos um salto com um impulso maior...
O sol nasce e põe-se a cada 8 horas. Phobos está pejada de crateras e é um local muito sujo devido à poeira dos asteróides que embateram nessa lua.
À noite as temperaturas são de 112 C abaixo de zero.
Em Phobos poderíamos levantar rochas de mais de 4 toneladas e fazer 3 mil saltos mortais seguidos sem cair.
A cratera Stickney é a maior de Phobos, com 11 kms de largura. Foi aberta por um pequeno asteróide do tamanho de 2 campos de futebol que a atingiu a 22500km/h. Essa onda de choque provocou uma alteração estrutural imensa no seu interior. Imensas brechas e grutas poderão ter-se formado em consequência do choque.
Essas cavernas poderão proporcionar um ambiente acolhedor e protector à Humanidade exploradora. Ao sair delas depararíamos com espectáculo alienígena de um Marte gigantesco apenas a 6400 kms de distância, que ocuparia todo o nosso horizonte visual.
Pensa-se que Phobos poderia tornar-se numa estação espacial orbitando Marte, protegendo-nos das tempestades das poeiras marcianas.
Poderemos, pois, imaginar que ainda durante o nosso tempo de vida seria possível que a Humanidade se instalasse em Phobos.

IO - lua de Júpiter



IO é a lua mais quente do sistema Solar.
A 800 milhões de kms do Sol ela é "aquecida" pela deformação provocada pela acção gravítica de Júpiter. 
IO é constituída de rocha fundida, gás venenoso e radiações mortais. Um ambiente próximo do imaginário do Inferno. 
Absolutamente Inóspita, IO sofre erupções vulcânicas de 300 vulcões activos.
O mais conhecido deles - Prometheus - lança gás venenoso a 80 kms de altura. Mas o maior é Loki, o maior vulcão do Sistema Solar que gera mais calor que todos os vulcões da Terra juntos. Amirani é outro que tem 480 kms de lava permanentemente no maior rio de lava do sistema. 
IO produz lava suficiente para pavimentar todos os continentes da Terra uma vez por ano. Tem montanhas com o dobro da altura do Evereste. 
A poucos metros dos vulcões registam-se temperaturas de 128 graus abaixo de zero. Em IO ficaríamos queimados de um lado e gelados do outro. 
Quando a lava atinge a neve eleva-se uma pluma magnifica a 400 kms de altura. Ao arrefecer no espaço, a pluma regressa à superfície em forma de neve sulfúrica de todas as cores. Por isso IO é vermelha, castanha, amarela e verde. 
Cientistas estudam a composição da lava de IO e chegaram à conclusão que a temperatura dessa lava é 260 graus mais alta que a terrestre, que ronda os 1150 graus C. IO terá, assim, a lava mais quente do sistema solar, rondando os 1420 C. Só houve temperaturas dessas na Terra há 3 mil milhões de anos. Por isso IO é estudada como o parque jurássico dos vulcanólogos. 
Jupiter pulveriza IO com uma radiação 4 mil vezes maior que a fatal. Por isso teríamos que nos socorrer de cavernas - tubos de lava de vulcões antigos se quiséssemos sobreviver em IO. A rocha acima dos tubos bloquearia as radiações. E só poderíamos sai por breves períodos. 
No céu, o maior espectáculo do Sistema Solar: Uma aurora boreal de gases vulcânicos cintilantes produzida pelo dióxido de enxofre libertado pelos vulcões quando é atingido por partículas carregadas emitidas por Júpiter. O gás choca com as partículas intensamente carregadas (electricamente) e produz uma luz néon gigantesca. 
Algo verdadeiramente único em todo o sistema solar....
www.joaotilly.blogspot.pt

Tritão, a maior lua de Neptuno



A maior lua de Neptuno, a 5 mil milhões de kms da Terra, é também a mais fria lua do Sistema Solar. A 240 graus C negativos, próximo do zero absoluto, é surpreendentemente um mundo dinâmico e psicadélico. Um mundo surrealista. 
Geisers, vulcões e superfícies geladas coexistem. 
Vulcanismo e gelo não parecem dar-se bem, mas aqui dão. Os maiores vulcões estão aqui. Mas não são de lava. São vulcões de gelo derretido. Onde a lava é gelo. 
Os geiser são de nitrogénio (azoto) a ferver, a 195 graus avaixo de zero. Estes geisers atingem 8 kms de altura. 
A gravidade é um doze avos da terrestres. Pesaríamos 6 kgs em Tritão e se fizéssemos mergulho nos geisers seríamos em seguida projectados na atmosfera onde poderíamos quase voar. 
Os geisers em Tritão têm o décuplo da potência dos terrestres fazendo, ao longe, parecer que esta lua tem chaminés. 
Pensava-se que as luas exteriores do nosso Sistema Solar eram frias e sem movimento. Mas esta lua absolutamente gelada e plena de movimento prova o contrário.

As 95 luas do Sistema Solar - teaser

O nosso pequeno Sistema Solar tem identificadas, até agora, nada menos do que 95 luas. Este é o teaser do documentário que estuda as principais. Em algumas delas pode haver vida. Noutras há oceanos e noutras ainda poderíamos levantar pesos de 400 toneladas e voar como o super Homem...

11.22.2012

10 anos depois...



Este é o meu ultimo post sobre politica nacional. Baseado numa reportagem da revista Visão que diz tudo o que se pode dizer sobre este país moribundo.


Faz hoje 10 anos que iniciei este blog.
Estão aqui (e no weblog que vou passando paulatinamente para aqui) quase 6 mil textos. O equivalente a uma pequena enciclopédia com 10 volumes.
20 mil comentários. Mais de 580 mil visitas e mais de um milhão de páginas vistas.

Não me apetece escrever mais sobre política.

Passarei a escrever sobre Conhecimento, Ensino, Ciência e Música. Perderei milhares de "clientes" por mês, mas considero que não poderemos passar a vida a chover no molhado.
O povo aguenta tudo. Está visto. De nada quer saber.
Manda os filhos com fome para as escolas que lhes dão as únicas refeições quentes que comem por dia. O povo vê os filhos passar fome e encolhe os ombros. Este povo não é digno da História deste país.

Eu também nunca escrevi para o povo. É verdade.
Mas agora não me apetece sequer perder mais tempo da minha vida a escrever sobre um caso perdido: a política nacional. Porque este actual povo português, com o seu continuado encolher de ombros e a sua incomensuravel capacidade de ignorar tudo o que tinha obrigação de discutir e fiscalizar, todas as corrupções e crimes económicos legitima.

Voltarei à política quando houver massa crítica neste país. Lá para o ano 2050...

Até lá... Viva um Portugal Livre, autodeterminado, Soberano e com um povo que saiba, ao menos, ler.




Portugal perderá mais por ano do que rouba à Função Pública

Por mais que roube ordenados e em subsídios - vamos com 37% de roubos em apenas 2 anos o que é uma brutalidade mundial histórica, pois nem mesmo a Grécia não tem cortes que se comparem a isto! - a verdade é que todos os dias as notícias são no sentido de tal roubo ser absolutamente inútil.
Não só as metas do déficit nunca se cumprem nem cumprirão como esta última estratégia para se inventarem 4 mil milhões de euros foi já "comida" pelos fundos europeus que vamos perder POR ANO a partir do próximo.
Bem pode estrebuchar o governo que, na europa, faz o mesmo papel do povo demitido português cá dentro. Ninguém quer saber do que nós dizemos.

Portanto só se obrigarem a função pública a pagar 1500 euros / mês para trabalhar é que poderão, daqui a 2 anos, continuar a manter Portugal sustentável.

Portagens nas autoestradas ao nível de há 12 anos!

A Brisa entrará em falência a curto prazo, a continuar este ritmo de abandono de utentes nas autoestradas. 
O investimento foi elevadíssimo em pavimentação e sistemas electrónicos mas a brutal baixa de clientela coloca a subsistência da empresa em risco.
Nos 40 anos de vida da empresa é a primeira vez que tal cenário se coloca.
A receita terá que ser a mesma: paga a função pública com roubos nos salários e nos subsídios anuais.

11.19.2012

Saramago em 2 minutos


Como funciona o GPS?

 

Como funciona o GPS?

Satellites
O sistema GPS (Global Positioning System) é composto de pelo menos 24 satélites em órbita em torno da Terra em seis planos que fazem um ângulo de 55 graus com o plano equatorial. A posição dos satélites é conhecida a todo o tempo, e os relógios dos satélites estão perfeitamente sincronizados. Os satélites enviam sinais repetidos periodicamente. O receptor é equipado com um relógio e pelo menos quatro canais. Que recebe os sinais de pelo menos quatro satélites e medidas (no seu relógio!) e os tempos de trânsito de pelo menos quatro sinais. No entanto, uma vez que o seu relógio não é necessariamente sincronizado com o relógio dos satélites, estes tempos são tempos de trânsito fictícios. Isso produz um sistema de quatro equações com quatro incógnitas: as três coordenadas do receptor, bem como a transição entre o relógio dos satélites e do registo. Este sistema de equações tem duas soluções, uma das quais é a localização real do receptor.Na prática, é   mais complicado que isto. De facto, a velocidade dos satélites é suficientemente grande para que todos os cálculos devam ser corrigidos para ter em conta os efeitos da relatividade especial. Uma vez que os relógios dos satélites viajam mais rápidamente do que os da Terra, estes funcionam mais devagar que os que estão aqui fixos. Além disso, os satélites estão relativamente próximos à Terra, que tem uma massa significativa. A Relatividade geral prevê um pequeno aumento da velocidade dos relógios a bordo dos satélites. Se tomarmos para modelo da Terra uma massa não rotativa esférica grande, sem qualquer carga elétrica, o efeito é relativamente fácil de calcular usando a métrica de Schwarzschild, que descreve os efeitos da relatividade geral sob estas condições simplificadas. Felizmente, esta simplificação é suficiente para captar o efeito real de alta precisão. Mas os dois efeitos devem ser considerados porque mesmo que eles funcionem em direcções opostas, apenas em parte se anulam mutuamente.Uma fonte normal de erros nos cálculos é a estimativa da velocidade do sinal. O GPS diferencial permite a obtenção de uma precisão muito superior, através da estimativa com maior precisão da velocidade dos sinais.O GPS é usado em geografia para medir a altura das montanhas e medir o seu crescimento. Têm sido usados ​​para estabelecer a altura oficial do monte Everest e confirmar que ela é realmente a mais alta montanha da Terra. Existe matemática muito interessante no sinal do GPS.
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How does the GPS work?
The GPS system (Global Positioning System) is composed of at least 24 satellites orbiting around the Earth in six planes making an angle of 55 degrees with the equatorial plane. The position of the satellites is known at all time, and the clocks of the satellites are perfectly synchronized. The satellites send signals repeated periodically. The receiver is equipped with a clock and at least four channels. It receives the signals of at least four satellites and measures (on its clock!) the transit times of at least four signals. However, since its clock is not necessarily synchronized with the clock of the satellites, these times are fictitious transit times. This yields a system of four equations in four unknowns: the three coordinates of the receiver, and the time shift between the clock of the satellites and that of the register. This system of equations has two solutions, one of which is the actual location of the receiver.
In practice, it is more complicated. Indeed, the speed of the satellites is sufficiently large that all of the calculations must be adapted to account for the effects of special relativity. Since the clocks on the satellites are traveling faster than those on Earth, they run slower. Furthermore, the satellites are in relatively close proximity to the Earth, which has significant mass. General relativity predicts a small increase in the speed of the clocks on board the satellites. Modeling the Earth as a large nonrotating spherical mass without any electrical charge, the effect is relatively easy to compute using the Schwarzschild metric, which describes the effects of general relativity under these simplified conditions. Fortunately, this simplification is sufficient to capture the actual effect to high precision. The two effects must both be considered because even though they are in opposite directions, they only partially cancel each other out.
One source of errors in the computations is the estimation of the speed of the signal. Differential GPS allows obtaining a much higher precision, by estimating with a higher precision the speed of the signals.
GPS is used in geography to measure the height of mountains and measure their growth. They have been used to establish the official height of Mount Everest and confirm that it is indeed the highest mountain of the Earth. There are very interesting mathematics in the signal of the GPS.

António de Abranches Ferrão

António de Abranches Ferrão
"Director efectivo " da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa em substituição de outro senense: Afonso Costa.

António de Abranches Ferrão
Filho de António Ferrão, comerciante, fez a instrução primária em Seia, inscrevendo-se de seguida no famoso Colégio de S. Fiel, dos jesuítas, situado em Louriçal do Campo (Castelo Branco). Depois dos estudos liceais, matr...
iculou-se em 1901 na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tendo obtido os graus de bacharel (1907), licenciado (1908) e doutor (1911).
A sua vida estudantil ficou marcada pela greve académica de 1907, aparecendo Abranches Ferrão como um dos "intransigentes" (cf. Xavier, 1962).
A partir de 1912, instalou-se em Lisboa, dedicando-se essencialmente à advocacia. Um ano mais tarde, concorreu a uma vaga na nova Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde se manteve até ao fim da vida. Assumiu, por diversos períodos, a direcção desta Escola, em substituição de Afonso Costa e, entre 1926 e 1928, como "director efectivo".
Ficou conhecido como um professor afável, que "contra a escola livresca, o magister dixit, preferia o trabalho em colaboração com os discípulos, discutindo com eles os problemas de natureza jurídica e obrigando-os a tomar posições pessoais na discussão" (Moura, 1998, p. 34). Durante a República, exerceu vários cargos políticos, com destaque para o exercício como ministro da Justiça e como ministro da Instrução Pública.
Como ministro da Justiça é interessante registar algumas iniciativas de defesa da "condição da mulher", que mereceram o aplauso do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas. Como ministro da Instrução Pública (Julho a Novembro de 1924), intentou algumas mudanças no ensino infantil, no ensino primário superior, no ensino industrial e comercial e na formação de professores. Mas em quatro meses era impossível passar de uma mera "manifestação de intenções".
Ficaram, pois, por cumprir as principais medidas que gizou. No campo da política educativa, o seu destino foi semelhante ao das várias dezenas de ministros que assumiram a pasta da Instrução Pública durante a I República. Em 1997, a Escola dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico de Seia n.º 2 escolheu o Dr. Abranches Ferrão para seu patrono, realçando a sua "figura de cidadão exemplar e de democrata coerente e determinado".

A CULPA É DA MERKEL...

A CULPA É DA MERKEL...

QUE GERIU CRIMINOSAMENTE OS IMPOSTOS DOS PORTUGUESES, 
BRANQUEOU O BPN,
FEZ OS CONTRATOS RUINOSOS DAS PPP,
DOOU O EMPRÉSTIMO DA TROIKA À BANCA,
METEU CENTENAS DE MILHARES DE BOYS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA,
EMPRESTOU DINHEIRO PARA OS CORRUPTOS TAPAREM OS BURACOS DA CORRUPÇÃO E MÁ GESTÃO,
ORDENA AO GOVERNO PORTUGUÊS QUE MANTENHA OS LUXOS E CORTE NOS POBRES
E ACIMA DE TUDO...
É ELA QUEM ELEGE SEMPRE OS MAIORES CORRUPTOS DA EUROPA PARA GOVERNAR PORTUGAL.

Abaixo a Merkel e Viva a classe política portuguesa que só não faz mais por este país porque não pode.

11.18.2012

Quem introduziu as armas de fogo no Japão? Quem foi?



Do super-canhão de Urbano às armas de fogo portuguesas no Japão e até Pearl Harbor que foi, de facto, uma resposta à invasão americana de Comodoro Perry em 1853.
É isto que a História comercial não conta...

2013 - Ano da Matemática do Planeta Terra

O próximo ano será o Ano da matemática no planeta Terra.
Se os meus alunos do 9º e alguns seleccionados do 8º me acompanharem, participaremos no concurso "Matemática, onde estás?" com um trabalho original sobre uma das 4 temáticas propostas.
Vamos a ver se eles alinham...

A teoria da Relatividade: E = MC^2



A teoria da relatividade de Einstein e a mais célebre fórmula de todas: E = MC2

Vulcanologia: Erupções e cinzas vulcânicas



Alguns exemplos de erupções no Chile e na Islândia e as consequências fatais das cinzas vulcânicas para as populações e para a aviação.

Rastrear e monitorizar vulcões: O Stromboli


O Stromboli está situado sobre a linha de fractura mediterrânica em que o nosso país também assenta. As suas erupções súbitas e sem aviso intrigaram desde sempre os cientistas. Um novo método constituído por 6 cabos e 64 sondas detectoras de água está a ser colocado nas suas encostas para se poder monitorizar o que acontece à água infiltrada no vulcão.
Pensa-se que é essa água que, ao entrar em contacto a rocha em fusão, provoca as brutais erupções strombolianas.

Carlos Moreno explica o que vai acontecer a Portugal a partir de Janeiro

O ex-juiz do Tribunal de Contas explica as razões pelas quais os portugueses se tornarão num país de 9 milhões de pedintes inutilmente. 
Porque apenas através da austeridade estúpida as metas do défice nunca serão alcançadas.


11.17.2012

Fatos Espaciais



O final do doc da Discovery Science sobre fatos espaciais. As coisas e as conquistas feitas pela Ciência de que a esmagadora maioria da Humanidade nem sequer suspeita....

11.16.2012

Editorial do Jornal de Angola a tratar bem a elite politica portuguesa...

Jogos perigosos

Camões, faminto de tudo, até de pão, na hora da partida desta vida, descontente, ainda foi capaz de um último grito de amor. Morreu sem nada, mas com a sua ditosa e amada pátria no coração. Ele que sofreu as agruras do exílio e foi emigrante nas sete partidas, escorraçado pelos que se enfeitavam com a glória de mandar e a vã cobiça, morreu no seu país.

O mais universal dos poetas de língua portuguesa deixou-nos uma obra que é o orgulho de todos os que falam a doce e bem-amada língua de Camões. Mas também deixou, seguramente por querer, a marca das elites nacionais que o desprezaram e atiraram para a mais humilhante pobreza. O seu poema épico acaba com a palavra Inveja. Desde então, mais do que uma palavra, esse é o estado de espírito das elites portuguesas que não são capazes de compreender a grandeza do seu povo e muito menos a dimensão da sua História. Nós em Angola aprendemos, desde sempre, o que quer dizer a palavra que fecha o poema épico, com chave de chumbo sobre a masmorra que guarda ciosamente a baixeza humana. A inveja moveu os primeiros portugueses que chegaram à foz do Rio Zaire e encontraram gente feliz, em comunhão com a natureza. Seres humanos que apenas se moviam para honrar a sua dimensão humana e nunca atrás de riquezas e honrarias.

A inveja fez mover os invasores estrangeiros nesta imensa terra angolana. Inveja foi o combustível que alimentou os beneficiários da guerra colonial. Inveja foi o estado de alma de Mário Soares quando entrou na reunião do Conselho da Revolução, que discutia o reconhecimento do novo país chamado Angola, na madrugada de 10 para 11 de Novembro de 1975. Roído de inveja e de cabeça perdida porque a CIA não conseguiu fazer com êxito o seu trabalho sujo contra Angola, disse aos conselheiros, Capitães de Abril: não vale a pena reconhecerem o regime de Agostinho Neto porque Holden Roberto e as suas tropas já entraram em Luanda. Uma mentira ditada pela inveja e a vã cobiça.

A inveja alimentou em Portugal o ódio contra Angola todos estes anos de Independência Nacional. E já lá vão 37! Os invejosos e ingratos para com quem os quer ajudar estão gastos de tanto odiar. Que o diga a chanceler Angela Merkel, que ajudou a salvar Portugal da bancarrota, mas é todos os dias insultada. Recusam aceitar que foram derrotados depois de alimentarem décadas de rebelião em Angola, de braço dado com as forças do apartheid de uma África do Sul zelosa guardiã da humilhação de África.

As elites políticas portuguesas odeiam Angola e são a inveja em figura de gente. Vivem rodeadas de matilhas que atacam cegamente os políticos angolanos democraticamente eleitos, com maiorias qualificadas. Esse banditismo político tem banca em jornais que são referência apenas por fazerem manchetes de notícias falsas ou simplesmente inventadas. E Mário Soares, Pinto Balsemão, Belmiro de Azevedo e outros amplificam o palavreado criminoso de um qualquer Rafael Marques, herdeiro do estilo de Savimbi.