11.17.2012

Fatos Espaciais



O final do doc da Discovery Science sobre fatos espaciais. As coisas e as conquistas feitas pela Ciência de que a esmagadora maioria da Humanidade nem sequer suspeita....

11.16.2012

Editorial do Jornal de Angola a tratar bem a elite politica portuguesa...

Jogos perigosos

Camões, faminto de tudo, até de pão, na hora da partida desta vida, descontente, ainda foi capaz de um último grito de amor. Morreu sem nada, mas com a sua ditosa e amada pátria no coração. Ele que sofreu as agruras do exílio e foi emigrante nas sete partidas, escorraçado pelos que se enfeitavam com a glória de mandar e a vã cobiça, morreu no seu país.

O mais universal dos poetas de língua portuguesa deixou-nos uma obra que é o orgulho de todos os que falam a doce e bem-amada língua de Camões. Mas também deixou, seguramente por querer, a marca das elites nacionais que o desprezaram e atiraram para a mais humilhante pobreza. O seu poema épico acaba com a palavra Inveja. Desde então, mais do que uma palavra, esse é o estado de espírito das elites portuguesas que não são capazes de compreender a grandeza do seu povo e muito menos a dimensão da sua História. Nós em Angola aprendemos, desde sempre, o que quer dizer a palavra que fecha o poema épico, com chave de chumbo sobre a masmorra que guarda ciosamente a baixeza humana. A inveja moveu os primeiros portugueses que chegaram à foz do Rio Zaire e encontraram gente feliz, em comunhão com a natureza. Seres humanos que apenas se moviam para honrar a sua dimensão humana e nunca atrás de riquezas e honrarias.

A inveja fez mover os invasores estrangeiros nesta imensa terra angolana. Inveja foi o combustível que alimentou os beneficiários da guerra colonial. Inveja foi o estado de alma de Mário Soares quando entrou na reunião do Conselho da Revolução, que discutia o reconhecimento do novo país chamado Angola, na madrugada de 10 para 11 de Novembro de 1975. Roído de inveja e de cabeça perdida porque a CIA não conseguiu fazer com êxito o seu trabalho sujo contra Angola, disse aos conselheiros, Capitães de Abril: não vale a pena reconhecerem o regime de Agostinho Neto porque Holden Roberto e as suas tropas já entraram em Luanda. Uma mentira ditada pela inveja e a vã cobiça.

A inveja alimentou em Portugal o ódio contra Angola todos estes anos de Independência Nacional. E já lá vão 37! Os invejosos e ingratos para com quem os quer ajudar estão gastos de tanto odiar. Que o diga a chanceler Angela Merkel, que ajudou a salvar Portugal da bancarrota, mas é todos os dias insultada. Recusam aceitar que foram derrotados depois de alimentarem décadas de rebelião em Angola, de braço dado com as forças do apartheid de uma África do Sul zelosa guardiã da humilhação de África.

As elites políticas portuguesas odeiam Angola e são a inveja em figura de gente. Vivem rodeadas de matilhas que atacam cegamente os políticos angolanos democraticamente eleitos, com maiorias qualificadas. Esse banditismo político tem banca em jornais que são referência apenas por fazerem manchetes de notícias falsas ou simplesmente inventadas. E Mário Soares, Pinto Balsemão, Belmiro de Azevedo e outros amplificam o palavreado criminoso de um qualquer Rafael Marques, herdeiro do estilo de Savimbi.

11.12.2012

Alemanha recusa vídeo para atrasadinhos

O prof Martelo mandou realizar um vídeo sobre a recente história de Portugal para impressionar o povo alemão.
Mas pensou que estava a fazer uma coisa para consumo interno e portanto deixou o produtor fazer um palhaçada low-cost como aquelas que se usam aqui para lavar o cérebro ao povo mais distraído da Europa.
Na Alemanha também haverá muito retardado - não tenho dúvidas sobre isso - mas os decisores não o são. E portanto fartaram-se de rir disto e mandaram o Martelo ir fazer propaganda barata para a terra dele.
Aqui está a miséria que o iluminado queria fazer passar numa praça na Alemanha (para quantas pessoas verem? 1000? 2000?) e que foi remetido à procedência.
O despovoamento intelectual não se verifica apenas aqui no interior.

11.11.2012

Os pobrezinhos


Os Pobrezinhos
"Na minha família os animais domésticos não eram cães nem gatos nem pássaros; na minha família os animais domésticos eram pobres. Cada uma das minhas tias tinha o seu pobre, pessoal e intransmissível, que vinha a casa dos meus avós uma vez por semana buscar, com um sorriso agradecido, a ração de roupa e comida.

Os pobres, para além de serem obviamente pobres (de preferência descalços, para poderem ser calçados pelos donos; de preferência rotos, para poderem vestir camisas velhas que se salvavam, desse modo, de um destino natural de esfregões; de preferência doentes a fim de receberem uma embalagem de aspirina), deviam possuir outras características imprescindíveis: irem à missa, baptizarem os filhos, não andarem bêbedos, e sobretudo, manterem-se orgulhosamente fiéis a quem pertenciam. Parece que ainda estou a ver um homem de sumptuosos farrapos, parecido com o Tolstoi até na barba, responder, ofendido e soberbo, a uma prima distraída que insistia em oferecer-lhe uma camisola que nenhum de nós queria:
- Eu não sou o seu pobre; eu sou o pobre da minha Teresinha.

O plural de pobre não era «pobres». O plural de pobre era «esta gente». No Natal e na Páscoa as tias reuniam-se em bando, armadas de fatias de bolo-rei, saquinhos de amêndoas e outras delícias equivalentes, e deslocavam-se piedosamente ao sítio onde os seus animais domésticos habitavam, isto é, uma bairro de casas de madeira da periferia de Benfica, nas Pedralvas e junto à Estrada Militar, a fim de distribuírem, numa pompa de reis magos, peúgas de lã, cuecas, sandálias que não serviam a ninguém, pagelas de Nossa Senhora de Fátima e outras maravilhas de igual calibre. 
Os pobres surgiam das suas barracas, alvoraçados e gratos, e as minhas tias preveniam-me logo, enxotando-os com as costas da mão:
- Não se chegue muito que esta gente tem piolhos.
Nessas alturas, e só nessas alturas, era permitido oferecer aos pobres, presente sempre perigoso por correr o risco de ser gasto
(- Esta gente, coitada, não tem noção do dinheiro)
de forma de deletéria e irresponsável. O pobre da minha Carlota, por exemplo, foi proibido de entrar na casa dos meus avós porque, quando ela lhe meteu dez tostões na palma recomendando, maternal, preocupada com a saúde do seu animal doméstico
- Agora veja lá, não gaste tudo em vinho
o atrevido lhe respondeu, malcriadíssimo:
- Não, minha senhora, vou comprar um Alfa-Romeu
Os filhos dos pobres definiam-se por não irem à escola, serem magrinhos e morrerem muito. Ao perguntar as razões destas características insólitas foi-me dito com um encolher de ombros
- O que é que o menino quer, esta gente é assim
e eu entendi que ser pobre, mais do que um destino, era uma espécie de vocação, como ter jeito para jogar bridge ou para tocar piano.
Ao amor dos pobres presidiam duas criaturas do oratório da minha avó, uma em barro e outra em fotografia, que eram o padre Cruz e a Sãozinha, as quais dirigiam a caridade sob um crucifixo de mogno. O padre Cruz era um sujeito chupado, de batina, e a Sãozinha uma jovem cheia de medalhas, com um sorriso alcoviteiro de actriz de cinema das pastilhas elásticas, que me informaram ter oferecido exemplarmente a vida a Deus em troca da saúde dos pais. A actriz bateu a bota, o pai ficou óptimo e, a partir da altura em que revelaram este milagre, tremia de pânico que a minha mãe, espirrando, me ordenasse
- Ora ofereça lá a vida que estou farta de me assoar
e eu fosse direitinho para o cemitério a fim de ela não ter de beber chás de limão.
Na minha ideia o padre Cruz e a Saõzinha eram casados, tanto mais que num boletim que a minha família assinava, chamado «Almanaque da Sãozinha», se narravam, em comunhão de bens, os milagres de ambos que consistiam geralmente em curas de paralíticos e vigésimos premiados, milagres inacreditavelmente acompanhados de odores dulcíssimos a incenso.
Tanto pobre, tanta Sãozinha e tanto cheiro irritavam-me. E creio que foi por essa época que principiei a olhar, com afecto crescente, uma gravura poeirenta atirada para o sótão que mostrava uma jubilosa multidão de pobres em torno da guilhotina onde cortavam a cabeça aos reis"

António Lobo Antunes


11.09.2012

Alforreca calado como um rato na questão do corte nas freguesias

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=2875986

Não-Seguro-de-coisa-nenhuma está calado como um rato perante os protestos dos autarcas que vão perder centenas de freguesias.
Um "retrocesso civilizacional" diria Sócrates que assinou uma redução muito maisor que esta agora proposta.
Ou uma diminuição de milhares de tachos, segundo os que não vêem razão para se manterem freguesias com 150 habitantes (ou muito menos, de facto, que a maioria só lá reside no papel e já emigrou há muito)...

DESPOVOAMENTO INTELECTUAL:
Ao não propor qualquer alteração às 29 freguesias, a AM de Seia passou carta branca ao governo para cortar à vontade nas freguesias...

E mesmo assim o governo só cortou 8.

Podia ter cortado as que quisesse.

Chama-se a isto DESPOVOAMENTO INTELECTUAL.





Novo mapa autárquico. Proposta à AR a união das freguesias de:

1 - Seia, S. Romão e Lapa dos Dinheiros.

2 - S. Martinho e de Santa Marinha.

3 - Carragozela e de Várzea.

4 - Torrozelo e de Folhadosa

5 - Cabeça e de Vide.

6 - Tourais e Lajes

7 - Sameice e Sta Eulália



11.06.2012

Notícia abafada, como sempre: 5 Residências assaltadas no centro de Seia nas últimas semanas

O procedimento é sempre o mesmo. 
Em plena tarde, apartamentos situados em prédios bem no centro da cidade são aliviados do seu recheio de maior valor: TVs, electrodomésticos e pequenos objectos de valor com especial enfoque para peças em ouro. Tudo leva sumiço.
Na Rua da Liberdade - 2 andares no mesmo prédio. No Edifício América, em Crestelo na Urbanização Martinhos... Por cima do Carlos Saraiva (nem sei o nome dessa rua) mais uma casa de onde levaram praticamente todo o recheio.
Seja onde for, os larápios não são esquisitos.

Aconselha-se os senenses a reforçarem a segurança as suas portas de modo a resistirem aos pés de cabra da ordem...

Nr de assaltantes capturados até agora: ZERO.
Quando o primeiro for capturados já devemos ir nas dezenas de apartamentos e far-se-á uma festa de arromba com os jornais a colocarem a notícia na 1ª página. 
Como sempre. Infelizmente.

Mas até lá, por mais assaltos que ocorram, todos serão abafados.
É contra este obscurantismo que eu luto há décadas!

Fundos da Segurança Social - 1,5 MIL MILHÕES desbaratados em jogos da Bolsa!




 

Os crâneos da Alta Finança que são afinal os garotitos que estão à frente do arremedo de governo de Portugal, o pouco que ainda fazem sem ser a mando da troika é sempre mal e porcamente.
Tanta sabedoria e rebentam com 3 subsídios de Natal e de Férias de toda a Função Pública... perdidos nos negócios da bolsa.
Não é isto gestão ruinosa?
Não é isto crime de lesa-pátria? Desbaratar 1,5 MIL MILHÕES só num ano em aplicações erradas e em jogos de Bolsa não devia dar cadeira de décadas a estes estúpidos arruinadores de Portugal?
Em qualquer País civilizado, os autores de tal brutal delapidação do Património colectivo dos impostos dos portugueses seriam presos imediatamente.
Aqui continuam a auferir chorudos ordenados e mordomias... para continuarem a destruir Portugal.
Tanto "Grande Especialista" que há no Governo - de que o palhaço Relvas é meritório exemplo - e afinal conseguem ser mais estúpidos que os principiantes da Bolsa.
A diferença é que os principiantes jogam com o seu próprio dinheiro e esta bandidagem desta garotada derrete o nosso às toneladas por dia!
Para além disso o TC considera ruinoso o negócio da absorção dos fundos de pensões da banca pelo estado que falirá fatalmente em menos de 10 anos.
Estes gajos já nem prisão mereciam.
Era coisa bem pior!

11.05.2012

Relvas e Gaspar são caricaturas inimitáveis


Jel (homens da Luta) sabe bem que em tempos de crise o humor tem muito mais material para trabalhar.

Acontece que, neste momento, existem em Portugal personagens que já são - elas próprias - caricaturas do mais inimaginável que existe de si mesmos. De tal forma que se torna muito difícil ou praticamente impossível caricaturá-los ainda mais.


Por isso se vêm tão poucos bonecos de Relvas, de Gaspar, de Marcelo ou Marques Mendes.

É, de facto, impossível caricaturá-los mais do que eles próprios se caricaturam.


Que tempos maravilhosos estes para os humoristas da próxima geração...


11.04.2012

Há 130 anos, Thomas Alva Edison aplicou a electricidade à iluminação pública - 1882 NY


A Terra já sofreu 5 cataclismos como o que extinguiu os dinossauros



E foram outras tantas oportunidades para novas espécies emergirem.
Ao mesmo tempo a rotação da Terra estabilizou em 24 horas e o continente único - Pangeia - separou-se nos 5 actuais.
Quase toda a Vida da Terra explicada aqui em 2 minutos.

Governador Banco de Portugal recomenda poupança

Governador Banco de Portugal recomenda poupança - Economia - Notícias - RTP

Poupar é matar Portugal. 
Neste momento de emergência nacional todos devem distribuir o pouco dinheiro que têm pela economia local. Senão, os restaurantes, cafés, prontos a vestir, sapatarias, comércios em geral fecham... excepto os chineses e os étnicos que não contribuem com um avo para segurança social e usufruem do SNS. Fechando o comércio, fecha a seguir a indústria. 
Todo o país fecha e não se gera dinheiro para pagar subsídios de desemprego, reformas e pensões. Portugal será o país do genocídio. 
Terá que ser a Cruz vermelha a trazer-nos comida e medicamentos básicos e os capacetes azuis da ONU a manter a ordem.
Esta gente tem que ser arredada definitivamente do governo e dos cargos decisórios ANTES que consigam destruir Portugal e liquidar 50% do povo de fome e de doença. 
Basta que um terço do país páre para que o restante paralise após apenas 2 meses porque não tem a quem vender os seus produtos.

O desconhecimento geral sobre os custos da Saúde e a alforreca Seguro



Clara Ferreira Alves - o desconhecimento que existe sobre os custos da saúde e a análise que está a ser feita pelo inventor do twitter nesse sentido.
Remata com uma referência à alforreca Seguro.

Clara Ferreira Alves e os governantes estupidamente... estúpidos!



Clara Ferreira Alves e a comparação entre as máquinas de propaganda americana e os governantes Portugueses

11.03.2012

Sismos ocorridos perto do Continente em apenas 1 mês!

A junção das placas mediterrânicas é claramente visível...
As linhas rectas unem epicentros dos principais sismos verificados em Outubro último. Repare-se que as linhas se cruzam justamente perto do maciço central na zona onde se verificam os maiores abatimentos: Covão do Curral, Lagoa Comprida, Cântaros.
Será coincidência? 

11.02.2012

Temos que estar preparados... e de muitas maneiras



«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.

Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».

As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses

O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.

Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.

Oito meses depois, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».

A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar.

Com 470 mil processos... Só paga portagens quem quer

Não há quem execute tanta coisa...
Quer dizer que afinal dos que ainda passam nas scuts... muitos deles não pagam!

11.01.2012

Terramotos... porque não estamos preparados para o próximo?



Excerto de um documentário do Dicovery Science sobre os terramotos.
Portugal está sobre uma placa altamente propensa a terramotos.

Faz hoje 257 anos ocorreu um grande terramoto em vários pontos do país com especial destruição registada em Lisboa. Em 1969 ocorreu um outro, no interior, em escala menor. 
Dizem os especialistas que a cada 300 anos um evento desses tem grande probabilidade de acontecer em Portugal. 
Vivemos esse tempo... porque não estamos minimamente preparados?

Portugal: as Fajãs da Europa



Quando um desgraçado com 3 filhos e que tem que vir tomar banho aos balneários públicos diz que é feliz... a classe política mais corrupta do mundo pode ficar sossegada...


10.31.2012

A previsão de terramotos é possível?



O que fazer em caso de terramoto?
O Discovery Science deixa algumas pistas. A velocidade com que se propaga um terramoto na rocha é de 3 km/s, de maneira que é possível detectá-lo mas apenas com cerca de 1 minuto de antecedência se os sismógrafos estiverem colocados rodeando as grandes cidades de 180 kms.
1 minuto, se não for desperdiçado - e isso implicaria uma rede de alarmes directos à população - pode salvar dezenas de milhares de vidas se as pessoas souberem o que fazer.

Portugal em risco de grande terramoto... e não apenas político


O Discovery Science alerta para o facto de Portugal, tal como Itália Grécia Turquia, Arménia e Irão se encontrarem sobre uma placa tectónica altamente instável propensa à ocorrência de grandes terramotos. E não apenas políticos.
O que há a fazer para minimizar as suas consequências?

10.29.2012

Portugal paga a dívida da Grécia!



A Troika propõe o segundo perdão à Grécia.

Dos 210 mil milhões, a Grécia consegue nem sequer pagar os juros.
Não nacionaliza nada, está-se bem a marimbar para a Troika e, ao contrário da propaganda obscurantista com que as TVs tugas nos intoxicam, nem sequer 1 (UM só)  dos 15 (QUINZE) ordenados anuais foi cortado aos Gregos.

É por isso que eu digo: quanto mais Portugal se baixa mais se lhe vê as cuecas.
Os espertalhões dos Gregos prometem que fazem... mas não fazem nada.
Já nem sequer há manifs nas ruas porque o povo percebeu que o governo não cumpre com coisa nenhuma do que acorda com a Troika.

Farta-se de gozar com a Alemanha, a Grécia!
Por isso é preciso perdoar pela segunda vez. E, daqui a 6 meses, perdoa-se pela terceira... e assim sucessivamente.
Mas então se eles não pagam nada, quem é que perde o dinheiro?
Quem lho emprestou!
Quer dizer:
Portugal não pode SEQUER renegociar a sua própria dívida, enquanto que à GRÉCIA o triplo da nossa dívida é-lhe perdoada... também por nós!
Fazem de nós atrasadinhos, mais do que estúpidos e, se aceitarmos esta ignomínia, somos até mais do que isso!

1.100 milhões de euros dos contribuintes portugueses - 1,5 subsídios de Natal ou de Férias da Função Pública, que nos foi roubado enquanto que aos Gregos não - será deitado fora.

Os contribuintes portugueses pagam a dívida portuguesa... e a Grega.
Três palavras apenas:
Viva a Grécia!Mais 6:
Abaixo os berdamerdas dos políticos portugueses!

Há coisas em que os portugueses são os melhores da Europa!


Não há que desanimar...
Afinal somos BONS nalguma coisa!