

João Tilly Jr e a sua "brand new digital V-Drum TD-3".
Roland, pois claro. Com a velhinha TR-707 e um SPD-20 a apoiar.
Parece o Phil Collins...



400 milhões de euros foi o montante dos lucros apresentados pelo BCP só no primeiro sememstre deste ano. O BES apresenta mais metade disso. 200 milhões de euros de lucros. O que equivale a aumentos da ordem dos 36% relativamente aos números do mesmo período do ano passado.
Entretanto, os impostos realmente pagos pela banca são diminutos por via das inúmeras benesses fiscais de que usufruem.
As taxas de juro, essas sobem pelo sétimo (7º) mês consecutivo. A banca continua descaradamente a fazer disparar os seus lucros à custa das empresas e das famílias endividadas.
Ninguém no governo ou no banco de Portugal actua para regular este autêntico saque selvagem ao que ainda resta da agonizante economia portuguesa.
Quando todas as empresas fecharem de vez as suas portas, esmagadas pelo peso dos juros avassaladores, e as famílias não puderem continuar a cumprir com a banca mega-milionária, os vampiros da Alta Finança abandonarão a carcassa sêca (Portugal) e irão sugar outro país em dificuldades.
E quando os Tribunais não conseguirem cobrar nem sequer 1% das dívidas em incumprimento - que é quase o que já está a acontecer agora - talvez alguém, dentro do governo, se comece a preocupar com a dívida descomunal... da sociedade.
É que, se a Alta Finança decide abandonar este pobre País, quem é que irá assumir o seu patriótico papel de subsídio e corrupção da classe política?
Hein?







O ministro vai mandar encerrar a maternidade de Elvas. 





A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Seia, mais precisamente o seu Centro Cultural e Desportivo, levará a efeito no próximo dia 13 de Maio, pelas 15:30 horas, o II Grande Prémio RolinFire – Carrinhos de Rolamentos / SEIA 2006.
O governo Alemão abriu (veja-se a diferença: nos outros países a notícia acontece quando alguma coisa se faz. Aqui é quando se anuncia que se há-de fazer) os documentos sobre o Holocausto a investigadores e vítimas.
São 50 milhões de documentos que têm estado guardados em caixas e a que, até agora, só a cruz Vermelha teve acesso.
Há aqui uma grande importância histórica: vai poder saber-se ao certo (enfim, aproximadamente) o número de vítimas nos campos de concentração.
saberemos se foram os 300 mil de que fala o presidente Iraniano, se foram os 1,2 milhões de que falam alguns investigadores que já tiveram acesso a muitos documentos, se são os 6 milhões que se propagandeiam nas escolas ou se são os 17 milhões - última versão posta a circular há dias.
Desde já aviso que não posso acreditar nos últimos 2 números.
Simplesmente porque não haveria logística que conseguisse "digerir" 6 ou 17 milhões de corpos em tão pouco tempo e apenas naqueles 3 campos de concentração.
Eu explico:
Os fornos não são mais do que 8 a 12 por pavilhão, no máximo comportariam 2 ou 3 corpos cada um e demoram horas (2 a 3) a convertê-los em pó.
Depois era preciso "abastecer" cada campo com mais de 5.000 pessoas por dia o que não se verificou.

Nem podia. As distâncias a percorrer obrigavam os comboios a perder 2 a 3 dias para cada lado de modo que o abastecimento de cada campo se fazia a um ritmo de 1 por semana. Nem haveria instalações que os acomodassem mesmo ao molho. Não há relatos de que dormissem na rua.
Portanto nunca poderia existir esse "caudal" durante os 3 anos que a chacina durou. Sendo certo que, em média, os 3 campos funcionaram em pleno apenas de meados de 43 a Abril de 45. Apenas 2 anos.
E depois ainda era preciso transportar 6 milhões de corpos das câmaras de gás para os fornos, o que só por si requereria uma mão de obra gigantesca.
E quem os transportou?
Os outros judeus prisioneiros?
Só podia ser, mas isso mostrava-lhes de imediato o que iria acontecer-lhes a seguir e todos os relatos de sobreviventes garantem que eles não sabiam de nada do que se passava nos campos.
E fica claro que não sabiam senão não marchariam ordeiramente para os "duches" mortais.
Pergunta-se portanto:
Quem carregava os corpos?
Como se tiravam os corpos lá de dentro, se o gás Zyclon B fica a actuar eternamente?
Abriam as janelas?
Mas depois o gás saía cá para fora e, mesmo diluído, sendo mais pesado que o ar, podia ainda matar muita gente nos campos, incluindo soldados alemães. Bastava que o vento soprasse nessa direcção.
Não há relatos de incidentes desses.
No livro "A solução Final" aparece um claro erro de contas de... 150 mil judeus mortos no único documento apresentado. De 175 mil que apareciam no total, afinal seriam apenas 17.500 se fossem bem feitas as contas. Até o autor reparou e chama, para tal lapso, a atenção do leitor.
E nisso já acredito.
Façamos as contas ao contrário:
A esmagadora maioria dos judeus exterminados não saíu directamente das suas casas para entrar nos comboios, ao contrário do que muitos filmes ocidentais parecem querer mostrar. Era, evidentemente, necessário agrupá-los nalgum lado para depois se programar o seu transporte para os campos de extermínio de Sobibor, Belzec, Chelmno, Treblinka, Culm, Gross Rosen e Stutthof, embora os três últimos não tivessem sido significativos em termos do genocídio. Os 5 principais funcionaram entre 1941 e 1943. Apenas.
Auschwitz, Auschwitz-Birkenau (II) (que foram os mais importantes) e Majdanek também possuíam câmaras de extermínio e essas foram mantidas em funcionamento até 1944.
O local de agrupamento enquanto esperavam transporte eram chamados «guetos».
Estas porções fechadas de cidades, de onde não se podia sair, foram construídos primeiramente para isolar os Judeus, os ciganos e outros grupos étnicos considerados de raça inferior, do resto da população «ariana».
Portanto, só podem ter sido exterminados os judeus que previamente foram agrupados em guetos. Daí, começaram a seguir para os campos de concentração.
Sobre os guetos há a dizer o seguinte:
O primeiro gueto foi estabelecido em Lodz, segunda maior cidade da Polónia, no início de 1940, e abrigou entre 160 mil e 200 mil pessoas numa área de 3,2 quilômetros quadrados. O maior foi o de Varsóvia, formado no mesmo ano, onde foram confinados cerca de 500 mil judeus e ocorreu o mais significativo movimento de resistência judaica, o «Levante do Gueto de Varsóvia».
Nos guetos, a administração de assuntos da comunidade era de responsabilidade dos Jundenräte - conselhos formados por judeus - que se reportavam aos alemães. Essas organizações sofreram muitas críticas pela pouca resistência que ofereceram aos alemães. Integrantes dos Jundenräte acreditavam que, adotando uma conduta de colaboração com os nazis, poderiam aliviar o sofrimento da população do gueto, que vivia sob grave racionamento de alimentos e medicamentos e habitava cubículos sem aquecimento durante o rigoroso inverno Polónia - as condições a que eram submetidas no regime de confinamento eram dramáticas, o que provocou várias epidemias, especialmente a de tifo.
Daí a célebre frase Nazi «Judeu-piolho-tifo» tão em voga.
Outros guetos importantes foram os de Cracóvia, com aproximadamente 72 mil judeus, Lublin, com cerca de 40 mil, e Vilna, com algo em torno de 60 mil. A partir de 15 de outubro de 1941 uma nova ordem de conduta alemã passou a punir com pena de morte os judeus que deixavam os guetos. Porque até aí muitos (milhares segundo afirmam os entendidos) conseguiam fugir.
Uma simples operação de somar diz-nos que: 180.000 + 500.000 + 72.000 + 40.000 + 60.000 = 852.000 judeus.
Menos de um milhão. E nem vamos descontar os que fugiram.
De onde vieram os outros?
Como é que se chega a um número 8 vezes maior?
10% de 6 milhões são 600 mil, o que me parece já um número credível, dada a logística disponível e o tempo que durou a operação «solução final».
Mesmo assim, 600 mil vítimas foram alvo de um crime de proporções épicas só comparável com a chacina de inocentes em Hiroshima e Nagazaki.
Ainda mais quando Hitler já se tinha suicidado e a Alemanha tinha capitulado há mais de 3 meses...
Disto é que ninguém fala.
Porquê?
Porque se pulverizaram 500 mil pessoas, civis, mulheres, velhos e crianças, 3 meses depois da Alemanha se ter rendido e apenas meia dúzia de kamikazes - meras moscas contra couraçados que nem sequer conseguiam atingir (como demonstrou o Missouri) - sem combustível nos aviões, tentavam o impossível?
A esta questão é que eu gostava que alguém me conseguisse responder...






50 mil mortos entre a população civil do Iraque e mais de 4 mil entre os soldados invasores são as contas provisórias da tragédia que George Bush levou àquelas gentes.
Já pediu desculpa, dizendo que as informações que tinha estavam TODAS erradas.
Todos o sabíamos e Bush foi o primeiro a sabê-lo até porque foi assim que as encomendou.
Era preciso um pretexto para derrubar Saddam e para tomar conta do imenso mar de petróleo que jaz sobre aquela terra martirizada.
Correu mal. É certo que capturou o ditador, mas está tudo pior que antes.
Aquele país simplesmente não existe. A guerra civil aproxima-se a passos largos entre as duas etnias principais fruto do recrutamente maioritário de uma delas para a «polícia» do Iraque, levado a efeito pelos americanos.
As torturas nas prisões, de que o programa 60 minutes da NBC fez esta semana eco, demonstrando que toda a gente (até Bush) sabia perfeitamente dessas práticas, porque elas eram formalmente ordenadas desde o topo da cadeia de comando, acaba de lançar por terra os últimos e frageis argumentos de uma administração americana corrupta e selvagem, como não se suspeitaria pudesse existir no limiar do sec XXI.
E a culpa não pode ser assacada a Rumsfeld ou a
Sobre o falso pretexto da Invasão, toda a europa livre o afirmou, centenas de analistas independentes em todo o mundo escreveram profusamente sobre esse embuste, denunciando as verdadeiras intenções do genocida americano.
Ontem, Hugo Chavéz chamou Bush de «cobarde, de louco, de psicopata, de bêbedo e de assassino» directamente e por várias vezes em directo na televisão Venezuelana.
Bush não responderá, como todos os cobardes, dando plena razão a Chavéz.
50 mil mortos não serão esquecidos por nenhuma das partes.
Nem por nenhuma das famílias.
O Mundo está muito mais inseguro do que antes de Bush ter tomado posse.
Por sua culpa e sua tão grande culpa.






