O ministro dos Assuntos Parlamentares, Rui Gomes da Silva, foi vitimado por um trágico acidente que resultou na amputação da língua e que foi provocado por um engenho explosivo de potencial destrutivo reduzido que introduziu na boca por acidente.
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Tudo aconteceu durante um jantar na residência oficial do primeiro-ministro para o qual tinha sido convidado por Santana Lopes. Após o jantar, Santana Lopes terá oferecido ao ministro um brigadeiro de chocolate confeccionado por Margarida Prieto, que consta ser uma doceira de mão cheia.
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Gomes da Silva agradeceu o gesto e logo introduziu o brigadeiro na boca. Mas, antes de ter tempo para o mastigar, o brigadeiro explodiu atingindo-lhe a língua e provocando-lhe queimaduras imediatas de 3º grau na mucosa bucal.
- “É uma tragédia!”- desabafou o primeiro-ministro, visivelmente emocionado. “Convidei o senhor ministro para este jantar para lhe mostrar que não guardava ressentimentos pelo incidente provocado pelos seus comentários a respeito do professor Marcelo e logo vai acontecer uma coisa destas! Não descansarei enquanto não forem apuradas todas as responsabilidades.”
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De acordo com o boletim médico, Gomes da Silva não deverá poder voltar a falar nos próximos 350 anos, mas poderá voltar em breve ao desempenho das suas funções governativas, desde que se faça entender por linguagem gestual, forma de expressão em que Pedro Santana Lopes é reconhecidamente fluente e na qual tem créditos firmados aquém e além fronteiras do concelho de Cascais.
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A explosão, no entanto, não terá provocado directamente a amputação da língua do ministro. Ao que a TVI aconseguiu apurar, o órgão terá ficado apenas parcialmente cortado e só se soltou definitivamente quando Gomes da Silva bocechou com um copo de água que o primeiro-ministro apressadamente lhe entregou e que, por razões ainda não totalmente clarificadas, continha inadvertidamente algumas gotas de ácido sulfúrico.
Aguardam-se desenvolvimentos deste triste acontecimenteo a todo o instante.
Fonte: www.inepcia.com com edição da casa.
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11.13.2004
Gomes da Silva perde a língua em acidente trágico
A matemática é uma coisa muito linda...
Aprecie-se a mensagem de entrada do meu menu principal do weblog - igual à de todos os "texto-dependentes" da blogosfera:
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JOãO TILLY
Actualidades, Jornalismo, inJustiça, Ensino e Seia - Serra da Estrela
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Quase um ano após o início desta aventura, e por uma estranha coincidência - quase tão grande como a de estarmos todos vivos num planeta que ninguém por esse universo fora conhece - repara-se que o número de posts é exactamente igual a metade do número de comentários.
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Se é uma verdade LiliCaneciana que "o estarmos vivos é exactamente o contrário de estarmos mortos", não deixa de ser uma curiosidade o facto da probabilidade de um quociente tão redondo, ao fim de tanto tempo de textos desperdiçados ao vento, só poder ter explicação se for provado que tal se deve a pressões de Paes do Amaral e de Santana Lopes junto do nosso guru Paulo Querido.
Porque a Morais Sarmento ou a qualquer outro ministro marreco não me parece que se deva tal coincidência...
Santanete "bluff" e o governo cromado somam e seguem... para o fundo.
Não se aguentou 3 meses o governo da treta.
Com a pior cotação de sempre, Santanete e o governo cromado caem para valores impensáveis no momento da investidura.
O povo não é, de facto, tão estúpido como parece.
A incompetência crassa do primeiro-ministro "bluff" espelha-se por todo o executivo. Estas novas medidas na "reforma" da Justiça são disso claro exemplo: em vez de se atacar o fundamental - a incompetência e falta de formação cívica dos juízes, a falta de programação mínima dos tempos das audiências, a hibernação de processos nas prateleitras à espera das diligências mais estúpidas que imaginar se possa, as quais frequentemente acabam por não ser levadas a efeito - não senhor.
Legisla-se para se reduzir a prisão preventiva em 8 meses... com mais 6 em casos especiais (que são todos), ficando em 40 meses! Para depois mais de 50% dos presos serem absolvidos.
Continuamos a ser o país com a prisão preventiva mais longa da europa.
Aquele onde ela mais é aplicada aos desgraçaditos que não têm onde cair mortos.
Aquele onde só por milagre a mesma se aplica a quem detenha o poder político, económico ou financeiro.
Um serralheiro que deva 300 contos de IVA vai preso.
A José Veiga que deve 1,5 milhões, ou a Victor Santos, que deve mais de 5 milhões, nada lhes acontece.
Nem pagarão, no fim do processo, nada que se pareça com essas quantias.
Metade prescreve e a outra metade é negociada à la longue...
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O que vale é que é sempre quem está no poleiro quem paga as misérias do sistema...
Linha, Santanete; sigamos para Bingo.
Paes do Amaral, Santana e ministro lunático: os 3 aldrabõezitos
A quem é que o obstrôncio Paes do Amaral pensava que podia enganar?
Acaso julgaria que o prof Martelo nunca mais abriria a boca para denunciar as pressões que a corja governadeira decidiu exercer sobre a TVI?
Acaso julgaria que a mentira ficaria para sempre conotada com a verdade?
Nunca ninguém disse a esse indivíduo que não é correcto mentir - ainda mais desta forma descarada - aos meios de comunicação social?
Que estranha forma de ganhar a vida, a destes homens de negócios...
Porque não contou logo a verdade? Que sim senhor, teria dito ao Martelo que se aprumasse nas críticas... Que mal lhe fazia?
A televisão é dele, pode fazer o que quiser. Ainda mais que não se tratava de nenhum conteudo jornalístico, portanto não haveria lugar a violações deontológicas...
Mas não. Tinha que mentir, como um bom português.
Tinha que aldrabar.
E agora tudo se veio a saber.
E mais se soube que Paes do Amaral, Sanatana Lopes e o ministro lunático são, afinal, três meros aldrabõezitos.
BT de Albufeira: 17 absolvidos depois de estarem presos preventivamente durante 11 meses!!!
Que faz agora o Estado para compensar os 17 militares injustamente presos preventivamente durante 11 meses?
Absolvidos!
Nem sequer uma multa, ou uma simples repreensão que lançasse alguma credibilidade no trabalho da PJ e do Ministério Público...
Absolvidos!
Como cerca de metade dos presos preventivos portugueses, que enxameiam as nossas cadeias.
Virão os doutos advogados, os doutos juízes do sindicato, os doutos bastoneiros agora dizerem que a Justiça é mesmo assim.
Pois eu continuo a protestar que não!
Se se prende um homem preventivamente é porque há mais do que indícios seguros de culpabilidade; é porque existem elementos irrefutáveis de culpa do arguido.
E depois, no julgamento, esses elementos mostram-se falsos?
Então porque se mantêm os homens presos?
Em pleno 2004, na era do TGV, a chamada Justiça Portuguesa continua a não passar da categoria e eficácia de uma carroça velha, puxada por quem de direito.
"Hadem" chegar melhores dias.
Do amigo Pedro Fraga recebo este texto que não resisto a publicar aqui na íntegra.
Um grande abraço para o Pedro e que, no meio das tecnologias de que se rodeia, continue a escrever. Precisamos disso.
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Realmente a imprensa precisa de ser controlada.
Não é que esses malfeitores na passada 2ª apresentavam um resultado perfeitamente falso em relação a um jogo de futebol entre duas prestigiadas colectividades?
Dizia essa imprensa mentirosa : SLB 0 - FCP 1. Salvo o devido respeito, penso que o resultado foi SLB 3 - FCP 1.
Atentemos ao que realmente se passou e que foi vergonhosamente escamoteado por toda a imprensa: pelo que se sabe houve um "jogo de bola". Bem disputado segundo uns, muito mal segundo outros, mas a esse nível as opiniões (ainda) são livres. Mas, por voltas das 10h começa, aí sim, o verdadeiro espectáculo. É então que Veiga pega no esférico e depois de meia dúzia de banalidades e barbaridades atira com um sonoro "hadem" que o guardião adversário deixa passar sem sequer se mexer. Os de vermelho começam a ganhar e no seu retiro de Lanzarote, vendo a SIC Notícias, Saramago mexe-se desconfortavelmente na cadeira de baloiço.
Mas, provando que é um avançado versátil e possuidor de elevados recursos linguísticos, Vieira pega no esférico (microfone) e debita uma pérola que nem Maradona nos seus melhores momentos conseguiria igualar.
Surge então o "todos vós viram" essa pérola que o país inteiro não irá esquecer. Ao longo do país, milhares de adeptos dizem babados : é de um presidente destes que o nosso clube precisava. Que maravavilha ! Que verve ! Andaram a dar o prémio Nobel a esse vermelho quando era ao nosso vermelho que o deviam ter dado. Na relva, o guarda-redes portista, desalentado, vai ao fundo das redes buscar novamente o esférico e os de vermelho avançam impantes para a goleada.
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Surge então o declamador das Antas que, estranhamente, debita apenas meia-dúzia de alarvadidades e deixa a língua de Camões impune. Será que está a perder qualidades ? Será que à conta de tanto ler poemas, fingindo-se culto, começa agora a saber falar ? O fiel Reinaldo fica preocupado e diz-lhe: - Presidente continuamos a levar dois secos e assim estes bermelhos bão-nos ganhar.
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Mas, não saciado com o efeito da bomba "vós viram", o temível avançado Vieira pega novamente no esférico. E, no meio de uma boçalidade sem limites, consegue ainda colocar os azuis no seu devido lugar com outra magnífica pérola : "eu nunca amandei com nenhuma empresa para uma falência". Aí, Eça revolve-se no túmulo e Agustina pede a retirada da nacionalidade. Provavelmente Vieira dirá : se mudar de nacionalidade para um país da comunidade podemos contratar esse Agustina, pois não conta como estrangeiro. Quanto a esse Eça, não me parece nome de jogador. Mas, os de vermelho soma e seguem e já levam 3 de avanço.
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Reinaldo preocupado insiste : - Presidente, bocê tem que fazer alguma coisa. E é então que Jorge Nuno à saída do balneário chama dois ou três pegadores de microfone que por ali passavam e pensando que era importante reduzir o resultado, atira com um sonoro "houveram" (ou teria sido "houberam") colocando assim o resultado final num mais digno 3-1.
A goleada e a humilhação tinham sido evitadas e a última palavra tinha sido dele.
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Passando à vida real. No dia seguinte os de vermelho insultaram o árbitro e os de azul vangloriaram-se. Durante a semana o pacóvio país apenas discutiu se a bola entrou ou não. Pela minha parte, penso que entrou quatro vezes.
Sim, quatro! Entrou quatro vezes por milhares de televisões, por centenas de milhar de lares e foi "ouvida" por milhões de pessoas. Que em muitos casos, julgam que hadem, houveram, amandar, etc, são palavras usadas por Lobo Antunes, Namora e João de Melo.
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Estes 3 personagens sinistros são inquestionavelmente "fazedores de opinião". Mas, na minha modesta opinião, são assassinos da língua e da cultura e, independentemente do ar jocoso deste texto, repugna-me escrever sobre gente desta jaez cultural.
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Hão-de chegar melhores dias. Ou será que é "hadem" chegar melhores dias?
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Pedro Fraga
Santana para administrador do Casino do Estoril?
Até a Quinta da Marinha já foi obrigada a reconhecer que o nosso primeiro, o querido do jet set pindérico, não começou bem.
À súplica para que Balsemão se candidate a PR, a resposta não existe.
"Santaninha quer é lulas" e o magnata da comunicação já percebeu que a credibilidade do jet-seteiro é próxima de nula em todos os sectores da sociedade.
Cada vez mais se reduz a sua plateia e a incredulidade toma conta até daqueles que mais o apoiaram.
A coisa não devia ter ido por ali. Muita gaffe, muita miséria, muito mediatismo mal gerido, muito erro, muito protagonismo saloio herdado do tempo do comentador futeboleiro.
Este artigo do El Pais não é determinante neste processo de descredibilização do "boneco". Nada disso.
Ao comparar o primeiro ministro a um actor ôco de um a imprensa cor de rosa desbotada e pobre, o jornal espanhol mais não faz do que reforçar a ideia que o Santanete criou de si próprio; a qual, em vez de se desvanecer, se reforça no dia a dia.
O querido não vale, politicamente, um tostão furado.
É uma fraude. Mais um engano do PSD.
Um desistente militante de tudo. Do Sporting, da secretaria de Estado da Cultura, da Câmara da Figueira.
É ôco. Falso. Sem conteúdo absolutamente nenhum.
Quer durma a sesta que não.
Já toda a gente percebeu que um palavreado populista desacompanhado da respectiva acção não vale um caracol.
Por isso não acredito que consiga reunir condições para se recandidatar em 2006.
E embora Cenourinha não tenha coragem para o demitir dentro do prazo legal - mas para que é que o nosso PR de mentirinha tem coragem afinal? - a verdade é que o seu futuro como político está enterrado.
O que se seguirá?
Gerente do Casino, pois claro.
Não do "seu", que nunca será construído.
O do Estoril
O criminoso mais perigoso de Portugal foi solto por mais um crasso erro judicial!
"Lobo" está livre desde quinta feira.
O maior criminoso da história recente, condenado a um cúmulo jurídico de 35 anos, tinha já fugido da prisa e agora, mesmo depois de recapturado, devido a sucessivos erros processuais do tribunal de Sesimbra foi solto ante-ontem na sequência de um simples pedido de habeas-corpus do advogado.
A Justiça Portuguesa assume foros de verdadeira Entidade Criminosa, ao colocar a sociedade em contacto com o maior criminoso que há em Portugal e continua a dar cartas em todo o mundo pela miserável negligência de que dá gritantes provas no dia a dia.
Por mim, cá continuarei a denunciar esta desgraçada magistratura até que me levem, também a mim, preso.
Nessa altura tenho a certeza que ficarei mais tempo lá dentro, por delito de opinião, do que um assassino ou um pedófilo.
É que enquanto o primeiro juiz não for preso por negligência crassa os outros não aprendem a lição.
Alguém tem que vir, urgentemente, incomodar fortemente meia duzia de juízes e procuradores para dar um sinal positivo de que no mais vergonhoso pântano da nação - a Justiça - se começa a descortinar uma luz ao fundo do túnel.
Porque, até agora, a justiça portuguesa continua mergulhada nas mais profundas trevas medievais.
O choné não se cála! Está quase a bater o Presidente Cenourinha!
Metam uma rolha na boca deste cromo, ou noutro lado qualquer, antes que ele comece a usar as televisões para encomendar a carne ao talho, que raio!
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Agora a sério: não é tão janota este olhar maroto?
Que bem ficava no Quintal dos Ranhosos a fazer companhia à Castelo Branco, ó pá!...
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Reconhece que não devia ter falado... que houve muitos erros de comunicação da sua parte....
E continua a falar e a cometê-los todos os dias.
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Mas a melhor é quando o rapazola diz que «seria o último a prejudicar o PS, porque foi o PS que me nomeou!!!»
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Ganda Moura, pá!
És cá dos meus, farçola!
A Justiça Portuguesa está a salvo com carolas como tu, my man!
Choné Souto Moura não teve a intenção...
PGR diz que não teve intenção de criticar magistrados ou advogados. Diz que foi apenas "um desabafo acerca do sistema e não uma crítica directa e pessoal a qualquer um dos intervenientes".
Mais descobriu este querido que "comparativamente, em Portugal e Espanha, situações que se verificaram em relação a casos muitos semelhantes tiveram resultados completamente diferentes".
Não precisa de ir para tão longe, caro Procurador Geral choné: Comparativamente, em Portugal e Portugal, e no mesmo juízo da mesma comarca, situações semelhantes têm resultados ao contrário.
Basta que o juiz seja outro, ou até que seja o mesmo em dias diferentes.
Não sabia, querido?
Anda nisto há pouco tempo, não é?
Professores assessores de Juízes? Ó Santana: tem santa paciência!
A bicha Castelo Branco só pode estar a pegar a doideira ao nosso primeiro.
Só pode, mesmo!
De cada vez que Santana mostra os dentes, ou entra mosca ou sai asneira! Mas há-de haver um limite para a falta de noção deste primeiro.
Quer dizer: se este querido continua a falar todos os dias não se faz ideia do que poderá estar a debitar no final do mês. Pode até igualar ou mesmo ultrapassar em inutilidades / enormidades o nosso Presidente da República, o que - convenhamos - não está ao alcance de qualquer um...
Professores licenciados a assessorarem quem???
1 - Um juíz é um licenciado. Não tem formação académica superior a essa.
É um profissional tão especializado na sua área como um professor o é na sua.
Quem é que deve assessorar quem?
2 - Se fosse para ensinar a interpretar textos ou fazer um simples cálculo aritmético - que não está ao alcance de 99% dos juízes em Portugal - ainda se percebia...
3 - Para ensinar aos juízes a regra de 3 simples, que se aprende no 7º ano de escolaridade e que se usa em todas as actividades do dia a dia - inclusivé nos tribunais - e a qual, apesar disso, os magistrados estão a anos-luz de sequer saberem que existe, ainda se percebia...
Agora assessorá-los?
Em quê?
No estabelecimento daquelas elaboradíssimas teorias baseadas na maior ostentação de anti-lógica que imaginar se possa e que os levam àquelas doutas convicções, fruto do maior desprezo do que se passa no dia a dia do português médio, que grassa no seio da esmagadora maioria dos cérebros dos magistrados portugueses?
Só se for.
Porque os professores, ao menos, entendem bem a matéria de que o povo - juízes incluídos - é feito...
Crónicas em audio AQUI a partir de hoje.
Podem sempre não clicar no play, felizmente!
Se por acaso se enganarem, clicarem onde não devem e depois começarem a ouvir uns ruídos estranhos, é preciso manter a calma, porque das duas, três: ou sou eu que tirei a corneta do saco, ou é outro tipo de «ruído»: o que aflige o Santana quando não o deixam dormir a sesta descansado.
Boa audição e... desculpem qualquer coisinha.
«As galinhas podem voar muito alto desde que devidamente estimuladas»
Se ainda há frases históricas esta é, seguramente, uma delas.
Os naufrágios nos filmes não são assim
Nos filmes americanos e europeus, se uma traineira naufraga à 1 da manhã é despoletado um SOS automático lançado pelo sistema de rádio de bordo com a localização da sua exacta posíção (via GPS).
De imediato as capitanias recebem o pedido de socorro e os helicópteros levantam para o local, onde chegam 10 a 15 minutos depois.
Com potentes faróis facilmente descobrem os náufragos quer pelo avistamento do salva-vidas insuflável com luzes intermitentes, quer pelos «flares» luminosos quer pelos feixes de luz emanados das lanternas especiais com que os coletes salva-vidas laranjas fluorescentes vêm equipados.
Um quarto de hora depois os náufragos são içados pelos cestos dos helicópteros e a história não passa de um grande incómodo e uma molha monumental fora de horas.
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Nos filmes de terror as traineiras não têm sistemas de rádio, muito menos GPS. Há apenas os telemóveis dos pescadores. Estes não trabalham com coletes, mesmo por insuflar, que dá mau jeito e custam dinheiro.
Se se dá um naufrágio ninguém sabe disso, portanto.
Passadas umas horas, quando os familiares acharem que os pescadores já deviam ter chegado e tal não tenha acontecido, começam a ligar para os telemóveis dos náufragos que, evidentemente, não funcionam dentro de água.
Também de pouco valia que funcionassem porque os meios de salvamento, de qualquer modo, só actuam com a luz do dia, como na época dos descobrimentos.
Nessa altura a hipotermia já não deixa ninguém em condições de ser salvo.
Portanto, inteligentemente, não há necessidade de se procurar seja o que for no mar. Fazem-se buscas apenas junto à costa (que fica, ainda por cima, muito mais barato), para se encontrarem os corpos - sempre a obsessão dos corpos em vez das vítimas - e, quando finalmente aqueles dão à costa, considera-se um êxito total da operação de salvamento.
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Acalmem-se, no entanto.
Este é um texto de ficção. Qualquer semelhança entre este filme de terror e a realidade portuguesa em 2004 d.C. é pura coincidência.
Justiça salteada à moda da casa
Eu fico absolutamente banzado de cada vez que este grande querido presta declarações à comunicação social. Prender Carlos Cruz não é o mesmo que prender Farfalha. É muito maior responsabilidade, segundo ele.
Este agente da Justiça que temos continua sem fazer a mínima ideia das enormidades que diz. Atropela, de cada vez que fala, os mais basilares princípios da Justiça igualitária e da Declaração Universal dos Direitos do Homem, e «tá nem aí»!
Interiorizou que a Justiça deve ser feita à medida do freguês. Exactamente o oposto do que preconiza a Constituição de qualquer país civilizado.
Temos, uma vez mais, a clara confirmação das piores suspeitas, na Justiça.
Os seus mais altos dignatários não conseguem desenvolver qualquer conceito alicerçado em preceitos técnico-científicos. Nem os mais básicos.
Ficam no que lhes parece (chama-se «desenvolver a convicção») e dão graças ao Santíssimo por terem sido escolhidos para dirigirem o país até à próxima convulsão social.
Que, pelo andar desconjuntado da carruagem, não deve andar longe.
Presidente da Câmara de Seia: fartam-se de falar mas depois não querem correr comigo...
Eduardo Brito concedeu ao «Duelo às 11» da Rádio Imagem uma entrevista exclusiva, esta manhã.
Optimista e cheio de energia, o Presidente disparou contra «os velhos do Restelo e aqueles que se miram de manhã ao espelho e pensam, horrorizados, que estão a ver a imagem do concelho».
A não perder logo às 19 em repetição e a partir de amanhã na net.
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Linhas de força da entrevista:
Eduardo está seguríssimo da qualidade do seu trabalho e das suas escolhas e convicto que os eleitores não são alheios a ele. Afirma que não se esqueceu de ninguém a não ser do nome de quem disso o acusa, e afirma que não se esqueceu também de onde vem. Não se esquece que começou a sua vida laboral aos 11 anos, na Fisel, como muitos dos seus colegas. Diz que a transformação da cidade, em apenas 20 anos, de um regime de mono-indústria para a diversificação é uma proeza que atribui ao esforço e iniciativa dos munícipes. Refere que quer terminar o trabalho iniciado e que isso é muito mais importante que as politiquices que ocupam as mentes de quem não tem mais que fazer.
Este «maestro» apenas quer que a sua «orquestra» toque afinadíssima até ao final do mandato. Declara-se desinteressado do seu futuro político, e afirma que «se tiver que perder para que o concelho ganhe, não vê drama nenhum nisso».
Pessoalmente suspeito que esta frase, bastante curiosa, pode ser muito aproveitada pela concorrência se lhe der uma conotação menos elaborada...
Eduardo desvaloriza os profetas da desgraça e diz que são os mesmos que não deixam o concelho evoluir. Queixa-se de que «os que criticam a falta de iniciativa são os mesmos que se recusam depois a viabilizá-la financeiramente». «Há para aí muita gente muito preocupada com os faits divers - com o açúcar, na cozinha, por exemplo, quando o fogão não tem gás.»
Mais avisa a navegação que muitas iniciativas irão ser lançadas oportunamente e muitas inaugurações de obra feita também, embora o seu estilo não seja o de Alberto João. Considera os deputados que nos representam bastante murchos e que, se tivessem a sua garra, o problema das acessibilidades, do Hospital e das variantes há muito teria sido resolvido. Recorda a sua caminhada de 2 anos para conseguir as acessibilidades indispensáveis para o progresso do Concelho e queixa-se de ter estado praticamente sozinho nessa luta.
Optimista militante nas potencialidades do concelho, Eduardo Brito diz que os indicadores de crescimento são muito positivos. Que abriu recentemente um Health Club, em breve se instalará uma discoteca em Seia, uma nova escola profissional (de música) e uma mega-padaria e há já candidaturas para a ocupação da maioria dos lotes na zona industrial da Abrunheira.
No ambiente, informou que dentro de um ano os nossos rios começarão a despoluir-se com o advento das novas ETARs das quais 6 estão já a laborar.
E falou do Cise cujas verbas vêem integralmente da Comunidade Europeia. E do Estádio Municipal que está disponível para todos, queixando-se de que quem muito fala afinal não aparece lá para correr com ele.
Outra frase que dá azo a interpretações curiosas.
No Turismo, que há 3 entidades privadas à procura de um terreno para a construção de um hotel.
E agora vou interromper para ir para a minha Escolinha que são horas.
Até logo.
O homem não dormiu sesta nenhuma, não senhor!
O primeiro ministro de quem o elegeu não dormiu sesta nenhuma naquele dia da Moda-Lisboa.
Quem o garante são as 21 manequins que estiveram toda a tarde com ele nos camarins do evento.
Se a oposição não acreditar nesta evidência deve solicitar de imediato ao parlamento a constituição uma comissão de averiguação de sestas em camarins.
Depois de aturados meses de investigação e passado cada um dos modelos a pente fino, a comissão elaborará um relatório prévio em que concluirá que Santana Lopes não teve hipóteses de dormir a sesta naquele dia.
Se o relatório desta comissão não for satisfatório, podem sempre solicitar a constituição de uma segunda comissão de averiguação do trabalho da primeira. Esta constatará que não foram feitas todas as diligências conducentes ao apuramento da verdade, dado que faltava inquirir Carlos Castro e Manuel de Melo, que estavam, à mesma hora, indisponíveis, bem como os seus 2 novos secretários oriundos da Guiné Equatorial, pelo que recomendará a constituição de uma terceira comissão que averigue a qualidade do trabalho da segunda.
Mas, como a verdade vem sempre ao de cima, 43 comissões, 12 anos e 21 ex-manequins depois, por certo se concluirá o evidente: o homem não teve mesmo ocasião de dormir.
Estes não pagam champanhe a ninguém
Se um grande dirigente - que não paga champanhe às moças das boites que não frequenta nem às dos hoteis onde nunca dorme - incomoda muita gente...
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Dois grandes dirigentes desses incomodam muito mais.
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P.S.: Não esquecer que estes amigos nunca bebem champanhe nem nunca pagam champanhe e quando vão ao estrangeiro e ficam nos hotéis de 5 estrelas exigem sempre SEM ACOMPANHANTE!
Pagam mais caro por isso, e não se importam de ficar conhecidos em todo o mundo do futebol como os únicos dirigentes de um clube desportivo que não aproveitam para ir às champanhesas quando saem do país.
Mas isso nada lhes interessa.
Estes, sim! Para além de extraordinariamente cultos, são verdadeiros HOMENS DE FAMÍLIA!
Centenas de polícias a guardar as claques. Segunda circular cortada. VIVA O FATABÓL!!!
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Lisboa em Estado de Sítio.
Segunda circular cortada.
Centenas de polícias a guardar as claques?
Eu acho mal.
A Polícia é paga pelos nossos impostos para garantir a segurança dos cidadãos.
Não pode ser desperdiçada a guardar bandos de criminosos que se dedicam semanalmente a colocar os estádios de futebol a ferro e fogo. E depois as estações de serviço, no retorno a casa.
É conduzi-los mas é para o Campo Pequeno e aí deixá-los dar largas à sua imaginação até de manhã.
Alguém se opõe?
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Agora a polícia está a cometer uma grave ilegalidade. Está a colocar espectadores do Porto que têm lugares para bancadas diferentes no mesmo local confinado.
Os repórteres estão a denunciar isso há horas.
Só agora é que a Liga está a perceber o que se está a passar.
Se há um golo ou uma jogada de perigo, esmaga-se gente, ou caem centenas lá para baixo, umas por cima das outras.
Vamos a ver o que se vai passar.
Não há segurança rigorosamente nenhuma, hoje, no estádio da Luz.
Barney não é, decididamente, o habitante mais estúpido da Casa Branca
Barney, o Scottish Terrier do Presidente Bush não é, de perto nem de longe, o mais peco dos habitantes da Casa mais famosa da América (ai, se a TVI se lembra disto...).
De facto, o animalejo tem direito a secção própria no interior do site oficial da White House, e com chamada permanente à primeira página.
Ali se pode ficar a conhecer o dia a dia do cão. Quem lhe pega, a que horas come, etc.
O que demonstra bem o espírito crítico do americano médio e as suas brilhantes qualidades intelectuais.
Nem em Portugal, o país mais subdesenvolvido da europa, seria possível eleger um cão a uma primeira página do site do Governo ou da Presidencia da República.
Haveria logo quem desancasse, nas televisões, o desgraçado do mentecapto que tivesse esse brilhante desanrincanço.
Mas América é América e Bush sabe bem o que faz.
Conhece bem a clientela...
Aqui ficam umas imagens significativas do dia a dia do bicho.
Por mais asneiras que faça não chega aos calcanhares do dono.
Aprendendo; Com os colegas; Na qualidade de consultor; Decidindo o futuro da humanidade; O B.I comprova a paternidade; À conversa com o pai; À porta da casota; A treinar o dono; Dando instruções às hospedeiras do Air-Force 1
Querem saber porque é que há terroristas?
Não mostro as imagens de centenas de crianças e velhos mortos que estão no site de Robert Fisk e nem aconselho as pessoas sensíveis a vê-las!
Estou a falar muito a sério!
Não me interessa arranjar mais revoltados contra o inqualificável Bush.
Ele é já um dos maiores genocidas do mundo contemporâneo e a História daqui a uns anos não lhe perdoará.
Mas eu não quero saber disso.
Quero é saber o que vai acontecer com o pai destas crianças.
É sobre isso que eu tenho escrito há mais de um ano.
O que fará este homem destroçado, no futuro?
A que actividade se dedicará ele, a partir de agora?
Pergunto se é isto a «Guerra contra o terrorismo» de Geoge Bush?
Ou é isto o verdadeiro terrorismo contra o qual toda a Humanidade tem que se revoltar?
É aquele (EUA) o país da Liberdade?
Ou o da morte para os inocentes que têm o azar de viver nos países a conquistar?
É aquela a Terra das oportunidades?
Até será. Mas para quantos milhares?
E à custa de quantos milhões?
É aquele o país da Lei e da Ordem?
Mas qual Lei? A do Oeste?
A do extermínio dos Índios Americanos?
E qual Ordem? A Ordem no Vietname, na Coreia - vão lá agora! - em quase toda a América Latina, e mais recentemente no Iraque?
Shame on You, Mr Bush!
As imagens da semana
Aqui vai um relance sobre algumas imagens televisivas que me merecem comentários. Não há critérios jornalísticos envolvidos. São apenas algumas das coisas que mais me chamaram a atenção num país que não se encontra e num mundo completamente desorientado.
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Começamos com mais esta fífia de Bush: Não vamos fazer um exército de voluntários! Queria dizer precisamente o contrário. A gafe é o menos importante. O mecanismo desenvolvido pelo Senhor da Guerra para dar a volta à situação é que é preocupante: com a maior calma do mundo, e depois de lhe terem "soprado" que a frase era ao contrário, o WarLord apoia-se no púlpito e diz exactamente o oposto com um sorrriso de contentamento genuíno. O povo, atrás de si, delira! Quer dizer: tanto faz! O povo é estúpido como uma porta, e por isso, está tudo OK.
Quem o afirma peremptóriamente é este comentador da TV americana: «Os americanos são um povo muito inculto e não sabem o que se passa no mundo. Só 10% têm passaporte e quando saem do país vão para o Canadá, que não é muito diferente. Por isso não têm ideia do que se passa no planeta. Sabem apenas o que a TV lhes dá.»
Mário Soares, do alto da sua não dependência do mundo politiqueiro lá vai cascando em Bush e apoiando Kerry. E vai dizendo muitas das coisas mais acertadas da sua vida.
Pena foi que o não tivesse posto em prática enquanto teve o poder para mudar o rumo deste país. Como comentarista, num país de analfabetos, tem tanta utilidade como o prof Martelo. Ou eu.
Quem tem cabeça para pensar não precisa da sua ajuda e quem a não tem também não percebe o que diz.
Estamos, portanto, perante um fenómeno de inutilidade prática que só encontra alguma justificação no arquivamento histórico dos seus pensamentos para memória futura.
Por cá, ao presidente Cenourinha saíu a sorte grande: Um prémio de 90 mil euros que se apressou a informar não compartilhar com ninguém «que os tempos estão difíceis». Vai mesmo ficar com o pastel todo e está o problema resolvido. Era curioso que se lhe perguntasse por alma de quem ganhou ele aquele prémio de «contributo para a unificação da Europa». Eu não descortino o que terá feito Sampaio nesse domínio. E, se fez alguma coisinha pela Europa, terá sido nas férias ou durante o tempo de trabalho como Presidente da República Portuguesa? É que se foi este o caso, então não se percebe como recebe um prémio particular pelo desempenho de cargo público já remunerado pelos nossos impostos...
Mas estamos em Portugal, ninguém pensa nisto, de maneira que está tudo bem. Seguimos para Bingo.
No Norte, as coisas continuam complicadas para o major Valentão.
Conseguiram tirar-lhe o tapete e agora, qual Vale e Azevedo em desgraça, cai-lhe tudo em cima.
Por mais que fale e estrebuche ninguém acreditará nele. Se tiver sorte e os amigos de sempre lhe não forem falhando, pode ser que se consiga livrar desta com uma travessia no deserto de 3 ou 4 anos. De qualquer modo tem as botas arrumadas. Não por causa da Justiça, nem pelo fisco, claro. Mas pela falta de credibilidade notória da qual nunca mais se livrará. Porque - tenhamos bem presente - o verdadeiro mal em Portugal não é o ser-se criminoso; mas sim o escândalo da transparência do crime para a praça pública. E toda a gente sabe que todos os negócios envolvendo o futebol são sempre mais do tipo anti-cristalino...
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No futebol - o único assunto da semana, tirando o da malograda pequena Joana desaparecida - aí temos os multi-milionários analfabetos aos gritos uns com os outros. Desde os dirigentes aos líderes das claques venha o diabo e escolha. É difícil elaborar uma escala de estupidez com o mínimo de rigor, quando entramos no âmbito futeboleiro-profissional e quanto mais alto o cargo ocupado, pior. É caso para perguntar que estranho fenómeno labora por detrás da nomeação de semelhantes alimárias para os mais altos cargos associativos, que deveriam revestir-se de sérias representatividade, elevação e categoria quanto mais não fosse pelo historial das colectividades que representam.
Pergunto: Será que, para que os clubes consigam sucesso desportivo, hoje em dia, os seus presidentes têm que estar perfeitamente identificados com o nível cultural dos adeptos?
Se for essa a condição, está tudo explicado.
David Borges chama aos dirigentes «trauliteiros» e diz que o futebol é, neste momento, um nojo. Que quem estragou tudo foi a falta de cultura dos dirigentes, aproveitada por alguns jornais. Diz que os adeptos são perfeitamente mentecaptos e querem é sangue. E diz isto na Sic Notícias sem receio rigorosamente nenhum de represálias ou de ferir suceptibilidades.
As pessoas, quando têm inteligência e sorte, chegam a status em que não precisam de amordaçar as suas consciências. Geralmente é mais tarde na vida - como Soares. David Borges disse tudo o que não podia ser dito num país de obscurantismo cultivado e caciquismo activo. E não lhe aconteceu nada. Bem Haja!
E bem haja também a Júlia Pinheiro por nos trazer a perspectiva contrária à de David Borges. Por nos recordar que vivemos num país de mentecaptos que conversam com burros, com galinhas, patos e "pirus".
Obrigado, Júlia, por nos mostrares a riqueza da tua verdadeira personalidade. Tu e o Pavarotti têm contribuído - nem imaginas quanto - para o desanuviamento da cabeça de muitos preocupados da vida, que têm a desventura de não ter nascido atrasadinhos mentais. Pessoalmente tenho que te agradecer pelas genuínas gargalhadas que tenho soltado de cada vez que te vejo falar empenhadamente com o burro.
Depois imagino o teu marido e os teus filhos a verem aquilo.
E aí fico mais triste.
Porque sou forçado a concluir que a prostituição de rua é, dentro do leque das opções possíveis de sobrevivência a uma mulher madura não profissionalmente qualificada, cada vez mais uma profissão de respeito. As prostitutas apenas alugam o corpo - que é apenas um objecto sem grande valor comercial e é apenas uma parte desprezível da Pessoa enquanto ser inteligente - durante minutos. Tal como o fazem as operárias numa fábrica, e as funcionárias num escritório.
Mas tu alugas o teu cérebro - e o teu cérebro, Júlia, é que és tu! Percebes? - Não és a tuas pernas nem o teu rabo. Não és também a sirene vocal com que vieste equipada ao mundo. Ninguém fala com os teus seios, intestinos ou verrugas.
Quando se fala contigo, Júlia, fala-se com o teu cérebro, mulher!
E a ti mandam-te falar com o cérebro do burro, durante todo o tempo do programa. E tu aceitas...!
És mais uma peça ridícula na máquina devoradora de inteligência que é a TVI. Na sua abnegação imoral de engrossar o rebanho de alienados para essa causa execrável e criminosa: a da estupidificação sistemática do povo já de si mais estúpido da Europa.
Bem hajas, também, por nos dares essa perspectiva.
E boa sorte para as tuas conversas com o burro.
Com um bocado de argúcia ainda consegues fazer-te uma sua "amiga colorida", como agora se diz.
Novela PJ - Joana continua na grelha, apesar das audiências pulverizadas pelo «Quintal dos Ranhosos»
O mecânico Carlos Pinto é o terceiro arguido no processo, depois da mãe da menina, Leonor Cipriano, em prisão preventiva desde 25 Setembro, e do tio (João Cipriano), que ficou em prisão preventiva dois dias depois.
Cena 1:
O advogado do mecânico, Silva Brito, explica que o seu cliente foi constituído arguido "por ter participado no transporte do corpo" da menina, que terá sido colocado pelo tio da criança no porta-bagagens de um Honda Concerto vermelho.
Cena 2:
Entretanto, o tio da criança confessa à polícia ter colocado o corpo da menina (Joana Cipriano) no interior do veículo, mas sem que o mecânico soubesse.
No dia em que a criança desapareceu (12 Setembro), a viatura estaria em cima de um veículo de reboque, à porta da casa onde morava a menina, na aldeia da Figueira, depois de ter sido recolhida em Portimão para ser levada para a sucata no dia seguinte.
Cena 3:
Tanto a proprietária da sucata como o seu marido e o mecânico afirmam que, apesar de as suspeitas da Polícia Judiciária (PJ) recaírem sobre esse automóvel, a viatura nunca foi analisada pela polícia.
Cena 4:
As investigações da PJ prosseguem e pela primeira vez o tio da menina é levado à sucata pelos agentes da Judiciária, que efectuaram buscas junto a uma linha de água numa zona de canavial.
Cena 5:
Na quinta-feira à noite, o padrasto da menina e o mecânico foram novamente ouvidos na PJ em Faro, desta vez durante cerca de seis horas (entre as 22:00 e as 04:00 de hoje).
Cena 6:
Após o regresso a casa, o padrasto da menina sentiu-se mal devido ao cansaço provocado pelas várias horas de interrogatório, tendo sido transportado ao Hospital do Barlavento por uma ambulância do INEM, onde permaneceu até cerca das 07:00 de hoje.
Cena 7:
O advogado Silva Brito considerou também que "a polícia está baralhada com as investigações".
"Prova disso é que constituiu arguido Carlos Pinto (o mecânico) sem provas concretas que possam levar a formalizar uma acusação".
Acrescentou ainda que vai "estar atento" e que, a partir de agora, vai "tomar as medidas necessárias para evitar abusos".
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Entretanto, Júlia Pinheiro continua a liderar o share com 64.5%, com as suas «conversas em Família» com o Pavarotti.
O melhor é chamar as Forças armadas para resolver o problema do futebol
O Ministro da administração Interna, pelos vistos, não tem mais que fazer do que pensar no pontapé na bola.
Vai daí, diz que não há condições de segurança para o Benfica - Porto.
Está, portanto, a dizer que Portugal não consegue garantir a segurança de quem for ao jogo.
Pois bem: é fácil.
Não se faça o jogo.
Ou então deixe as claques matarem-se umas às outras a ver o que é que se perde...
Em alternativa pode sempre pedir auxílio ao "homem" Forte do Governo.
Que traga os submarinos e as Forças Armadas.
Para que é que a gente as quer?
Medida para erradicar o consumo juvenil: só venderem tabaco a quem saiba a tabuada do 3
Se sempre houve medidas atarantadas propostas por iluminados neste jardim de ervas daninhas plantado, esta então bate-as a todas.
Estamos mesmo a ver as máquinas a recusarem-se a receber as moedas juvenis.
Ou os donos dos cafés a contratarem seguranças para ficarem especados junto das máquinas a pedir os BIs aos putos.
Ou as máquinas a recusarem-se a entregar o 2º maço a um maior de 16 porque pode não ser para ele.
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Bom. Aqui vai a minha contribuição para se erradicar o consumo de tabaco junto dos jovens estudantes (que curiosamente também funciona para muitos dos profissionais da Cultura, da Política e do Futebol).
Que tal só venderem tabaco a quem saiba a 1ª dinastia ou a tabuada do 3? Hein?
Isso é que baixava drasticamente o consumo, até no seio dos Universitários!
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Método: a máquina recebia as moedas e colocava a questão no ecran antes de libertar o maço. Se a resposta fosse errada, o cliente ficava sem o dinheiro.
Ao fim de meia dúzia de tentativas metade do país deixava de fumar.
Claro que esse dinheiro teria que reverter para a Tabaqueira para cobrir os elevados prejuízos eminentes.
Alberto João mandou-o ir ver se está a chover em Lisboa?
Se Alberto João conseguiu calçar os patins ao inspector e o mandou para o Continente rapidinho, acabou por não fazer mais do que outros sempre fizeram.
Com uma diferença: o tráfico de influências de João Jardim, a existir, estabelece-se a nível da arraia miúda dos inspectores, enquanto a verdadeira máfia da Chucha-lista sempre o fez a nível das mais altas esferas da Justiça, como a Procuradoria Geral da República, por exemplo.
Cunha Rodrigues sozinho arquivou mais processos envolvendo mais dinheiro perdido pelo Estado Português para meia dúzia de bolsos cor-de-rosa do que alguém conseguirá imaginar.
E dava menos nas vistas.
Acredito que isso, hoje, já não seria possível.
Mas foi-o durante muitos anos.
E pergunto eu: quem pagou pela delapidação do Património da Nação em milhões e pelo branqueamento do colarinho branco em dezenas de milhões todos os dias?
Agora acusa-se Valentim Loureiro e Alberto João? De quê? De darem corda aos atacadores de 3 inspectorzitos?
De os convencerem a mudar de residência e de local de trabalho?
Coitadinhos...
Kerry pode arrumar as botas
Rogeiro disse que desta vez ganhou Kerry.
Fiquei preocupadíssimo!
Vou já telefonar para os meus familiares que estão na América.
Se eles me confirmarem essa impressão fico com a certeza absoluta que teremos Bush mais uns anitos... até ao próximo atentado, pelo menos.
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Eu acredito piamente na vitória de Bush.
Nem que seja falsa, como a anterior.
É que dificilmente aparecerá um Presidente que tanto se identifique culturalmente com o seu povo como o Senhor da Guerra.
... que as escolas ainda vão ter os professores que faltam até ao final do 1º período.
Sabemos que não serão aqueles que lá deveriam estar, mas o que se exige agora é que sejam colocados uns quaisquer.
É que os alunos têm mesmo que ter aulas. Estamos a meados de Outubro. Já se perdeu um mês.
Há meses eu prognosticava que as escolas só teriam os quadros completos lá para Novembro, mas pensava que estava a exagerar... Não era para ser levado à letra, caramba!
Os rapazes justificaram o ordenado
Perdemos contra os amadores a ganhamos aos profissionais.
O que tardamos a perceber é que, apesar de potugueses com uma identidade muito própria e um nível de subdesenvolvimento muito nosso de que jamais abdicaremos, quando ganhamos 30 mil contos por mês não podemos brincar em serviço; e só temos que os justificar.
Infelizmente será sempre assim: é preciso vir um brasileiro dizer que já quando descobrimos o Brasil «há 1500 anos» eramos um povo valente, para colocar na cabeça daqueles geniozinhos da bola que é suposto darem o litro quando jogam contra toda a gente.
Bem hajas, Scolari, pela cultura que trazes à selecção tuga.
10.12.2004
CineEco 2004 - spot televisivo
Este é o último frame do spot televisivo do CineEco 2004 - a 10ª edição do certame - que terá o seu início na sexta-feira, 15.
É o segundo spot televisivo que realizo para o Cine Eco. O anterior foi em 2002. Este está mais elaborado, tem permanentemente 6 layers de vídeo e a voz de Paulo Farol (quem mais?).
Podem vê-lo na RTP 1 e na A2 a partir de sexta- feira.
Tem exactamente 15 segundos.
Podem ver um preview no nosso site das Produções Reais