1.05.2004

Grão à moda da Arrifana

Garganta sem neve - Serra da Estrela

Cântaro e Piornos

Cantaro magro - Serra da Estrela

Cantaros - Serra da Estrela

A Casa do Guarda

Candeeiras - Serra da Estrela

Lago (escondido) das candeeiras

Covão do Curral gelado

1.04.2004

Amanteigado

Azuis da Estrela

Igreja de Seia

Garganta de Loriga

Torre e radar ao pôr-do-sol

Pão do Museu

Enchidos do Sabugueiro

Gastronomia: Presunto e Mel do Sabugueiro

Gastronomia: Entrecosto no forno com feijoca e grelos

Gastronomia: Truta recheada à Serra da Estrela

Museu do Pão - Seia

Migrei para o weblog

Caros leitores:
Atendendo a que não faz sentido estar a repetir matérias em 2 alojamentos, a partir de agora apenas inserirei textos em
joaotilly.weblog.com.pt
É mais fácil para todos.
Entretanto manterei aqui o meu arquivo mais antigo, e colocarei links directos para os mais distraídos que continuem a visitar este alojamento.
Por favor, tomem nota. Este anúncio ficará aqui mais uns meses para avisar a navegação.
Grato
João Tilly

1.03.2004

Seia é a Porta da Estrela. E para além da porta, que mais há?


Seia é a Porta da Estrela.
Mas para além da porta é preciso que haja outras divisões na Casa:
Corredores que conduzam à sala de estar, uma sala de jantar condigna, quartos capazes e pelo menos uma casa de banho para receber as visitas.
Se não, vale mais remodelar a casa para não passar vergonhas.

Sábado, 03-01-2004. 12:00 horas.
O que se está a passar neste momento, no maciço central, é justamente o pior que pode acontecer para o turismo regional.
Depois de uma publicidade eficaz levada a efeito por diversos operadores turísticos, a Serra torna-se naturalmente atractiva para o turista de inverno ou apenas de fim de semana.
Queixamo-nos de que a Serra está desprezada, que é o maior desperdício em termos de turismo que há em Portugal, mas depois não há oferta possível a dar ao turismo quando ele, finalmente, aparece.
Nem estradas - a fila Seia / Torre é, neste momento, contínua e praticamente parada - nem infraestruturas capazes.
Basta que as telecadeiras não funcionem para que mais ninguém se entenda nas pistas. Os chamados «saca-rabos» não conseguem despachar o trânsito ascendente de esquiadores e de imediato as pistas ficam congestionadas.
Bichas de quilómetros de carro e depois a pé, para os meios mecânicos, lá estão, neste momento, para desespero dos turistas.
Muitas horas perdidas. Enfim, o dia todo perdido.
Centenas de "Jeeps" conseguiram chegar às pistas mas voltaram para trás ao deparar com a gigantesca fila para os «forfaits».
Que vão essas pessoas, vindas de tão longe, dizer?

E almoçar, onde?
Depois de se perder toda a manhã em bichas para se aceder às pistas, são horas de almoço.
Onde é que vão almoçar milhares de turistas esfomeados e frustrados? No exíguo restaurante das pistas? Ou voltam para trás, no momento em que por fim lá conseguiram chegar, para poderem tomar uma refeição decente?
O que se está a passar, dizia, é mesmo o pior possível.
Turista que veio hoje, não volta tão cedo. E pior: transmitirá a todos quantos sejam das suas relações, que por sua vez transmitirão a outros, que a serra assim (des)organizada, não vale a pena.
E não terá razão?

Não será o momento de se parar para se fazerem obras no resto da casa, construindo as divisões que faltam - corredores, sala de estar, sala de jantar, quartos, casa de banho - e só depois começar a receber, condignamente, as visitas?

1.02.2004

OS NOVOS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES TÊM MENOS QUE O 8º ANO DE ESCOLARIDADE

Os estudos tiveram como base a análise dos dados dos quadros de pessoal referente ao período compreendido entre 1991 e 2000, portanto abrange um período suficientemente longo para se poderem tirar conclusões válidas, por um lado, e, por outro lado, diz respeito a um período recente portanto essas conclusões continuam a ser válidas no momento actual e a reflectir a realidade empresarial portuguesa.
Assim, de acordo com as conclusões de um desses estudos que tem o titulo “Indicadores de Empreendedorismo e Inovação” em Portugal, os novos patrões portugueses que apareceram no período 1991-2000 “em termos de escolaridade, apresentam uma média de 7,7 anos de escolaridade” portanto uma escolaridade manifestamente insuficiente para poder responder aos desafios que as empresas enfrentam no mundo actual. Por outro lado, é evidente que se os novos patrões da última década do século XX possuíam em média uma escolaridade tão baixa– menos de 8 anos de escolaridade – então é legitimo concluir que a média de escolaridade dos antigos patrões portugueses, isto é, dos que ascenderam à classe de empresários antes de 1991 é ainda mais baixa, o que não deixa de ser extremamente grave e dá bem uma ideia da dimensão dos problemas existentes neste campo.
Outra característica importante dos novos patrões portugueses também revelada pelo mesmo estudo, que define bem o seu perfil psicológico, é que embora a maioria possuísse baixa escolaridade e baixas qualificações profissionais antes de serem patrões, logo que ascendem à classe de empresários autoclassificam-se como “quadros superiores” aparecendo nos quadros de pessoal das empresas incluídos em tal categoria.
É fácil de compreender que com patrões com o nível de escolaridade baixo referido anteriormente e com aumento de qualificações obtidos desta forma é difícil ou mesmo quase impossível recuperar o atraso em que o País se encontra. E isto porque a esmagadora maioria deles não possui as competências necessárias quer para enfrentar com êxito os desafios de uma concorrência cada vez mais global quer para introduzir novos produtos, novos processos tecnológicos, novas formas de organização do trabalho e novas formas de distribuição.
in «Os cães ladram e a caravana passa»

Reconstruir a ruína da Justiça Portuguesa

O problema da Justiça está, definitivamente, diagnosticado. Não está resolvido, mas pelo menos nunca mais nenhum figurante de toga terá a coragem de tratar o povo como simples canídeo, enquanto se dobra em deferências perante os senhores do colarinho branco.
O primeiro passo está dado. A Casa Pia já permitiu expôr até à exaustão a aberração perfeitamente descricionária chamada Sistema Judicial Português.
Expô-lo e desacreditou-o. Porque não se podia perpetuar uma coisa destas num país que se diz de Direito, mas que De Facto demonstra todos os dias que o não é.
Cabe agora aos bons profissionais da Justiça reconstruir a ruína desmoronada.
Cabe aos cidadãos aceitarem o pedido de desculpas dos Bastonários Judiciais, pelo estado a que os seus agentes deixaram chegar a Justiça em Portugal.
Devem estes endereçá-lo publicamente, em nome daqueles cujo sacrifício nas barras dos Tribunais e nas prisões parece ter sido em vão.
E mais lhes cabe substituir, desde já, aquela emblemática e incomensurável soberba por uma nova atitude de dedicada humildade; acabar de demolir o pardieiro em que tristemente se movimentam, e começar HOJE MESMO a reconstruir o edifício da Nova Justiça Portuguesa.

A lógica das patacoadas dos juízes

3 horas não eram passadas desde o último escândalo da dupla Guerra/Teixeira e já um juiz desembargador com o ar mais alucinado do mundo se posicionava em frente às câmaras a defender o ex-colega.
Agora analisemos a lógica do raciocínio elaboradíssimo com que estes senhores chegam ao final de uma carreira brilhante (depois de terem condenado milhares de pessoas, sabe-se lá quantos inocentes, e de terem absolvido outros tantos criminosos):

afirmação 1: Uma carta anónima não constitui prova, em nenhum caso.

afirmação 2: Mas se o procurador a meter no lixo pode ser acusado de ocultar provas.

Então se a carta nunca é prova, como é que está a ocultar provas?
Bem: e isto é um Juiz dos mais cotados - cujo nome me recuso a repetir a bem da sanidade mental dos meus leitores.

Será possível que os Tribunais estejam entregues a gente desta????

1.01.2004

Nabais sabe demais...


Hugo Marçal e Ferreira Dinis são dois grandes sortudos. Calhou-lhes o único advogado de quem o choné Teixeira e o e alucinado Guerra têm mêdo, vá-se lá saber porquê. Resultado: os dois arguidos estão livres o que representa um sucesso de João Nabais de 100% enquanto Sá Fernandes e Serra Lopes tiveram, até agora, zero sucesso.
Curiosidade adicional: tirando Carlos Silvino, trata-se dos arguidos sobre os quais pendem mais acusações!!!
O provérbio está trocado: Chuva na eira e muito sol no Nabal.

Prisão preventiva para procurador esgrouviado?

João Guerra, o excêntrico procurador que ameaça de morte toda a sua família, responsável pelas acusações a Carlos Cruz e demais arguidos, mostra a verdadeira dimensão de toda a sua alienação ao anexar cartas anónimas a processos. Neste caso são os Presidente da República e António Vitorino os visados.
Nem categoria profissional o artista tinha para tratar de assuntos relativos ao Presidente da República!
E mais uma vez, apenas membros destacados do PS. Nem um único político de outros quadrantes.
Viva a Justiça Portuguesa.
Aguardamos todos a prisão preventiva do descompensado procurador!