12.27.2003

ATENÇÂO: Sinais de trânsito mesmo falsos acabam por fazer sempre fé



Estando eu já perfeitamente acomodado com o facto de a nossa garbosa GNR outra vida não fazer do que multar por estacionamento indevido (ver Imperdoável), ao de leve ebocei um projecto de sorriso com a notícia da SIC sobre os sinais de trânsito ilegais apostos por toda a parte.
Em Seia não há um só que seja legal, nem eu conheço em lado nenhum do interior do país um único sinal de trânsito que exiba de forma visível o código do cadastro e chancela da autarquia.
Mas isto já todos nós sabemos há muito.
Há anos que correm textos com essa informação na net.
Ora, apesar de ser essa uma insofismável realidade - os sinais estão todos ilegalmente colocados pelo que teoricamente não deveriam ter qualquer valor - a verdade é que acabam por tê-lo, mesmo assim, em Portugal.
Porque os GNRs continuam a multar com base neles e o cidadão continua a pagar a multa. Quando não paga e reclama a tempo - coisa que ninguém faz - o juiz também se rege pela jurisprudência e pelo senso comum. Se já condenou centenas de condutores com base nos mesmos sinais, não vai agora assumir-se como ignorante e péssimo profissional e deixar de condenar os seguintes, só porque a SIC se lembrou de consultar a Lei - coisa que muitos juízes de província deviam fazer mais amiúde, pelo menos nos intervalos das passeatas de jipes e jantaradas de fim-de-semana.
Quem quiser que recorra.
E só em recurso, com umas boas centenas ou milhares de euros gastos, se fará justiça.
Portanto... sinais falsos acabam por se tornar mesmo verdadeiros, aqui em Portugal

12.26.2003

5º artigo de opinião no Expresso Online

Perdoe-se-me a imodéstia, mas aqui deixo mais um link para o meu último artigo publicado no "leitor com opinião" do Expresso.
E vão 5, o que me parece ser um record absoluto, já que mais nenhum autor escolhido repete, sequer, um texto.
E como eu não conheço aquela gente de lado nenhum... cunha não é.
É sobre o problema (da falta) de ensino.
Com ele arranjarei mais uma boa centena de inimigos - os professores do funcionalismo público do extremo cansaço à segunda feira de manhã - e mais 2 ou 3 amigos entre os poucos professores que não envergonham esta desavergonhada classe (já que a maioria é quem determina o que a classe, de facto, é).

António Nunes em exclusivo



"Não temos quaisquer responsabilidades no que aconteceu"
O engenheiro responsável-técnico pela construção do edifício que ruiu garante à nossa reportagem estar totalmente isento de culpas e aponta as causas do desmoronamento que, segundo ele, foram já corroboradas por vários técnicos que se deslocaram à obra.
"A culpa é do muro que está a ser construído nos terrenos da Escola Secundária". Esta afirmação surpreendente e textual de António Nunes abre o pormenorizado esclarecimento que teve a gentileza de prestar à nossa reportagem e que será brevemente publicado na íntegra aqui no PE Online.
"Contra a Natureza nada pode ser feito".
"Somos responsáveis pela contrução de mais de 50% dos edifícios em Seia".
"Não somos nenhuns principiantes; a gente sabe o que está a fazer."

António Nunes, o engenheiro responsável pela construção do edificio que desmoronou na véspera de Natal, em Seia, quer deixar bem vincadas estas ideias de força para início de conversa.
Explica-nos o que sucedeu:

"A causa do desmoronamento foi o levantamento do nível do lençol freático, que se deveu à construção de um muro nos terrenos da Escola Secundária, do outro lado da estrada.
Esse muro obstruiu o natural escoamento das águas subterrâneas, que por esse motivo se acumularam a montante (fundações do edifício que desabou), provocando correntes não identificadas que determinaram o abatimento dos pilares centrais e o imediato arrastamento da estrutura".


Em entrevista alargada e excusiva ao PE Online, A. Nunes tece outras considerações e dispara acusações contra "alguns colegas que fazem as coisas de qualquer maneira"...
Fala da estabilidade dos edifícios contíguos, de indemnizações que poderia (mas não quer) exigir, e garante que só quer que as pessoas não o "crucifiquem".
Fique atento.

Textos de SitCom: Durão monólogo

Sózinho no palco, iluminado de cima por 2 projectores brancos, provocando uma sombra do nariz sobre a boca:
(Voz trémula tipo Eunice Muñoz)
- "o pior já passou" na economia nacional...
(Pausa. Inspira. Mais animado ma non troppo)
- 2004 será um ano de recuperação "lenta e gradual"...
(Expira.)

Sequela:
(Deixa a pose etérea e com ar pensativo, como que "caindo na real")
- E porque é que o pior já passou?
(Saltando repetidamente, joelhos flectidos, tronco curvo e punhos cerrados)
- Porque sim! Porque sim! Porque siiiim!

Textos de SitCom: Durão-GNR

"O chefe do Governo aproveitou a sua mensagem de Natal para dirigir-se ao contingente da GNR no Iraque, afirmando que o país está orgulhoso do trabalho desenvolvido numa "missão de alto risco".Agência LUSA

Imaginem isto dito pelo John Cleese...
Agora pelo Mr Bean...
Impagável!

12.25.2003

"Ground Zero" em Seia: uma questão de Fé


O acontecimento de ontem, em Seia, não foi o pachorrento dia da consoada, mas o que pôde ser visto nos 4 canais da televisão aberta.
Um prédio em construção, já na fase do assentamento do telhado, cai estrondosamente em frente ao quartel da GNR, sem mais nem menos, cerca das 10 e meia da manhã.

Por milagre - como sempre acontece, em Portugal - os 4 trabalhadores que se encontravam a laborar no local estavam na parte que não caiu. Fosse ontem e ficavam todos soterrados.
Porque é que aquilo aconteceu? Estamos em Portugal, portanto tudo se fará, a partir de agora, para que nada se saiba.
Resta-nos esperar a conclusão da Inspecção Geral do Trabalho, que obrigatóriamente remeterá ao LNEC elementos estruturais para análise. Os resultados desse estudo não serão tornados públicos. Serão entregues ao Construtor e à CMS e depois... cortina de fumo.
Isso era até aqui.
Desta vez o povo não ficará sem saber porque caem pisos e prédios consecutivamente numa mesma urbanização em Seia, porque não me apetece.
Quero saber de quem é a culpa de uma derrocada generalizada daquelas ter sucedido, felizmente em fase de construção.
Mais preocupante ainda: o facto de não haver cargas no edifício de nenhuma espécie. Apenas a estrutura se encontrava de pé. Com a afluência de moradores, e a subsequente carga do recheio dos apartamentos, a rotura inevitável seria fatal para muitas famí­lias.
E o outro edifí­cio contíguo? As opiniões generalizadas de construtores e empreiteiros ontem ouvidas no local apontavam inequivocamente para erros crassos de construção. Não houve um só empreiteiro que não prognosticasse o mesmo fim para o edifí­cio anexo.
Histórias aberrantes puderam ser ouvidas durante toda a manhã e princípio da tarde naquele local sobre alegadamente outros incidentes em obras do mesmo construtor.
Generalizadamente se perguntava quem é o organismo que investiga estas obras.
Não me compete dar respostas. Mas dava-as imediatamente se soubesse. Compete-me sim, enquanto cidadão, levantar uma meia dúzia de questões.
1 - A Câmara fiscaliza as obras? Marciano Galguinho afirmou ontem "ser impossível que a Câmara pudesse fiscalizar todas as obras em construção em Seia".
2 - A Obra estava devidamente licenciada? Uns dizem que sim e os mesmos dizem que não, dependendo se falam para as televisões ou em privado. Não perceberei nunca isso.
3 - Algum responsável tinha reparado no autêntico "ribeiro" que nasce da parede da cave do 1º edifício, que a reportagem da SIC ontem revelou sem margem para dúvidas? Como é possível construir-se e aprovarem-se obras sobre linhas de água, sem o devido reencaminhamento dessas águas livres para outro trajecto?
4 - Quem é o responsável técnico pela obra? O nome ontem unanimemente ouvido não pode ser, porque não se trata de nenhum profissional inscrito na Ordem dos Engenheiros, simplesmente por não ter concluído nunca nenhuma licenciatura em engenharia.
Então porque é do conhecimento público uma informação falsa? A quem interessa esta desinformação? Esse engenheiro, seja lá ele quem for, é o último responsável legal pelo decurso da obra, a quem devem ser assacadas todas as responsabilidades e atribuídas todas as consequências, felizmente apenas materiais, do trágico acontecimento.
5 - É verdadeiro ou falso o histórico de derrocadas e sucessivos erros de construção, alteração de projectos, embargos e "poupança" de meios - que podem colocar em causa a estabilidade das obras - ontem abertamente denunciado pelos populares? Se não é, porque são tão veementemente referenciados?
6 - Porque é que um representante da Inspecção do Trabalho, que passava em Seia e alertado pela rádio, embora frisando que comentava a tí­tulo pessoal, se apressou a referenciar negativamente o proprietário da obra pelo histórico de incidentes que a empresa alegadamente regista no seu cadastro?
Muitos prognosticam já "o fim da actividade" do construtor.
Porque, dizem, "ninguém mais irá comprar andares em prédios que caem".
E eu pergunto se não seria esse o mal menor.
Felizmente este "ground Zero" deu-se ontem, e não mais tarde.
E infelizmente continuamos a substituir a exigência da competência e fiscalização técnicas bem Terrenas, pela continuada Fé no Altíssimo Protector.
"Se Deus quiser", a fiscalização começará a actuar, e mais nenhum edifício cairá.

12.24.2003

Contos de Natal: O Ministro e o Hospital

Era uma vez um ministro muito bonzinho. Comia a sopa toda e fazia tudo aquilo que a mãe mandava. E uma cidadezinha - Seia - que tinha um Hospital que era muito mau. O povo de Seia vivia muito triste porque o seu hospital era mesmo muito béra. Mandava as crianças todas passear. Primeiro para a Guarda e às vezes para Coimbra, porque não tinha nem sequer um laboratório a funcionar à noite e aos fins-de-semana. Aos outros doentes, que não mandava passear, o hospital mau mantinha-os nos corredores deitados em macas dias e dias. Era mesmo mau o sacana do hospitalzito ranhoso.
O povo fartava-se de pedir ao ministro bonzinho que lhe desse um hospital novo, já que se havia dinheiro para Estádios de futebol, Aeroportos e TGVs também devia haver algumas moedas para um hospital que não fosse tão velhaco.
Depois de muito lhe pedirem, o ministro bonzinho lá decidiu vir a Seia explicar o que ia fazer.
Disse que um hospital novo não podia ser, que demorava muitos anos a construir, e mais isto e mais aquilo... Por isso ia mandar construir um novo hospital no sítio onde estava o velho, que era mais rápido. O povo calou-se, não percebeu nada como de costume, encolheu os ombros, e foi para casa.
Mas o hospital mau, que era mesmo fatela, foi por trás dizer à Misericórdia, que é uma coisa muito boa, cheínha de pessoas muito competentes a geri-la, que o ministro queria construir um novo hospital que não era bem, bem novo, mas que era quase novo, no lugar do hospital velho. E que depois o hospital velho desaparecia e já não podia ser convertido num centro de 3ª idade, daqueles que ficam milionários mais rápido do que um limpa-neves a desimpedir a estrada Sabugueiro - Torre.
A Misericórdia pensou, pensou, e disse ao Hospital mau que não se preocupasse. Que continuasse a mandar crianças para Coimbra e velhos para o corredor que ela tinha visto uma série inglesa chamada "Yes, Minister" e por isso já sabia como resolver o problema.
Chamou o seu provedor que tem um nome tão esquisito como o dono deste blog e disse-lhe:
- Béco! - o senhor chama-se assim mas é muito bonzinho - Ó Béco!
- Senhora? Respondeu o provedor.
- Vais dizer ao senhor ministro que o hospital mau tem que ficar como está, não pode ser desvirtuado, porque a fachada é dos anos 30 e portanto ali ele não prega nem mais um prego na canalização.
Bem, e ele lá foi.
Quando chegou ao pé do Ministro bonzinho e lhe disse o que a Misericórdia ainda mais bonzinha lhe tinha mandado dizer, o ministro respondeu:
- Pois! Por isso é que este país não anda para a frente! Mas olhem: reparem bem que eu tentei. A culpa não é minha...

E lá continuou o velho e mau hospital muito bem instalado na vida, com os seus curto-circuitos todos sempre a postos, enquanto o ministro bonzinho vai pensar numa outra solução.

Moral da história:
Antes de entrar em pista o palhaço pobre deve tirar sempre o serrote musical do prego.

12.23.2003

Feliz Natal a todos os leitores e bloggers


E as vossas desculpas por ter estado completamente "parado" nos últimos dias.
Sabem como é: o Natal... tenho andado a filmar empresas para os nossos indoors... enfim.
À procura do graveto, que a vida está cara, mesmo para um genial realizador como eu (o melhor da minha rua).
O vídeo digital, nesta altura do ano, tem que tomar o lugar do puro e etéreo exercício de cidadania que é a blogmania.
A todos os meus leitores as vossas desculpas e... até para a semana.
Um Santo e Feliz Natal é o que eu Vos desejo a todos; àquela pequena legião de fanáticos que assiduamente me lêem, vá-se lá saber porquê.
Obrigado por isso.
João Tilly

12.20.2003

Rui Martins foi condenado... até ver!

Pode sempre recorrer e jogar no "totoloto" da Justiça Portuguesa.
Se não o fizer, terá de demitir-se imediatamente.
Embora o caso em apreciação nada tenha a ver com o CAS, com a Protecção Civil nem com as suas atribuições em cargos públicos, Seia não pode ter um chefe de gabinete da Presidência condenado por falsificação.
Rui Martins foi condenado em primeira instância.
Isso não implica a sua imediata demissão, se decidir recorrer da sentença. Caso contrário não lhe resta alternativa.
Explico o meu raciocínio em 3 pontos.
1 - A história recente da Justiça em Portugal está infelizmente pejada de enormidades e injustiças. Veja-se a população que está detida em prisão preventiva -quase metade do total - e os prazos em que o Estado mantêm essa gente atráz das grades, sem qualquer culpa formada, nem sequer acusação deduzida. Uma aberração que deixa estupefacto todo o mundo civilizado.
Eu NÃO ACREDITO de maneira nenhuma que Rui Martins seja um falsificador nem sequer de uma senha de refeição, quanto mais de uma letra comercial. Esta é a minha convicção. Deixo-a perfeitamente clara, e mais adiante (em 3) explicarei porquê.
É bom também esclarecer que este caso nada tem a ver com a Câmara Municipal nem com as suas atribuições nesse domínio público. Trata-se de uma transacção comercial da sua firma particular que em nada envolve os nomes da Edilidade, da Protecção Civil, ou do CAS - como já aqui alguém, anónimo (claro!), teve o desplante de pretender confundir.
No entanto, se não recorre, se aceita esta sentença e baixa os braços conformado, está a confessar implicitamente aquilo em que ninguém pode acreditar: que se portou, numa dada ocasião, como um vulgar falsário.
Ora Rui Martins NÃO É criminoso nenhum, todos o sabemos.
E se em Seia os há...

2 - Ao contrário dos que se põem em bicos de pés, quase completamente senis, RM não esmifra subsídios ao estado nem saca heranças a idosos. Não lava dinheiro aos milhões à frente de toda a gente com a maior displicência do mundo, fazendo-se passar por Salvador da Pátria.
E tenho a certeza de que, neste ponto do texto, e parafraseando a octávia glória do futebolismo nacional - já TODOS SABEMOS DE QUEM ESTOU A FALAR!
Haverá maior prova do que esta, para que uma investigação séria fosse levada a efeito no sentido de ser apurada a verdadeira proveniência dos milhões que a par e passo aparecem na mão e na boca destes auto-proclamados beneméritos? Porque é que ninguém lhes pergunta de onde raio veio essa monumental fortuna de que fazem tanto alarde?
E o que acontece com a investigação policial?
Continua a fazer-se sobre a chamada arraia miúda:
Roubaste um pão? És um ladrão!
Roubaste um milhão? És um honorável cidadão!
De cega, a Justiça virou vesga: só vê, agora, para um lado - o lado do pequeno, do desprotegido, daquele que não pode gastar milhares numa boa defesa e "ir a jogo".
Rui Martins nunca seria capaz de se aproveitar do que pertence a outrem, para seu enriquecimento pessoal. Mas é exactamente disso que faz profissão muito "boa" gente.
Um lapso, uma "facilidade" numa hora de aperto, ou um deslize impensado é uma coisa recorrente que por certo já aconteceu com muita gente respeitável na vida, e se calhar não só uma vez!
Daí até ser confundido com um perigoso vilão, que faz disso o seu modus-vivendi, vai uma distância gigantesca.

3 - Explico agora porque clarifiquei no início do texto a minha convicção.
Porque, nos dias que correm e em Portugal, ela - a minha opinião - é tão irrelevante como qualquer outra, incluindo a de um Juiz. A prova? Este degradante espectáculo diário: o de um Tribunal sucessivamente absolver o que o anterior condenou, e vice-versa. Sobre exactamente o mesmo caso se desmentem em catadupa e velocidade acelerada juizes, desembargadores e até bastonários, uns após os outros, num corropio inimaginável para quem ainda tinha a veleidade de imaginar que vivia num Estado de Direito. Só se for de Direito, mesmo.
Porque de Facto, não o é.
Mas se não recorrer, RM está a aceitar a sentença, reforço. E nesse caso uma só saída lhe resta: a da imediata demissão de todos os cargos públicos. Inapelavelmente.
Não podem os senenses ter um chefe de Gabinete da Presidência com um cadastro de falsificador.
Espero que reflicta bem e que siga o meu conselho - o do recurso.
Afinal de contas, num país em que a Justiça é um verdadeiro totoloto, que poderá ter ele a perder??



12.18.2003

Hospital novo? Tá quéto!!!



O ministro finalmente veio a Seia. Lá acabou por vir, após 3 tentativas falhadas.
O povo pernsava que ele vinha dar-nos um novo hospital
Isso...!
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Ofereceu uma remodelação(?) de 1 milhão de contos, e já gozas!... que a vida não está fácil para um simples Ministro que tem que pedir dinheiro logo a quem vive obcecada com ele... é mesmo a pior coisa que podem pedir à Ferreira Leite.
Ainda se a pedisse em casamento...
- O quê??! Você quer dinheiro, Luis Filipe!? Vá trabalhar!

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Onde a neve e as núvens se confundem... no mesmo plano

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Os radares da Torre, ao fundo, o ponto mais alto de Portugal - 1992 m

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A Garganta de Loriga

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"
A Estrada Seia / Sabugeiro um pouco acima da Lagoa Comprida, ao fim da tarde, ao descer de volta a casa, proporciona ao turista diariamente pôres-do-sol como estes.
Não são fotografias especiais. Desde que não esteja temporal o aspecto é sensivelmente este com mais ou menos núvens, mas sempre abaixo de nós.



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12.15.2003

Afinal o Ministro vem financiar investimento ou pagar a dívida?

"Nas últimas horas, e após termos noticiado a provável intenção do ministro, chegaram à nossa redacção dezenas de telefonemas revelando sérias preocupações sobre o destino a dar à verba.
Será investimento, ou destinar-se-á a pagar as dívidas do Hospital que ascendem, segundo fontes fidedignas, a quase tanto (se não mais) daquilo que o ministro estará preparado para entregar ao Hospital?
É a dúvida do dia.
Rumores indicam que a presente dívida do Hospital poderá ascender a 600 ou mesmo a 700 mil contos, na moeda antiga. Assim sendo, da verba que o Ministro depois de amanhã porá à disposição do Hospital, quase tudo, se não tudo mesmo, pode ser utilizado para pagar dívidas correntes e antigas.
Se isso acontecer, embora se desafogue a tesouraria, nenhum benefício se retirará, em termos dos melhoramentos esperados, da oferta ministerial.
Aguardemos para acompanhar o desenrolar dos acontecimentos e o que dirá o novo administrador de tudo isso. Esperamos entrevistá-los, Administrador e Ministro, na Quarta feira.
Até lá... todas as especulações são possíveis. E algumas são mesmo bastante preocupantes.

Serra da Estrela em Imagens 1

Para todos aqueles que pensam que a Serra da Estrela - o 2º destino turístico nacional - é só calhaus e a neve das televisões (captadas no quarto de hora que as equipas conseguem ficar ao frio fora dos carros) aqui vos começo a deixar um álbum de fotografias extraídas dos vários documentários que realizei sobre Seia e a Serra da Estrela. Se quiserem o DVD - Imagens do Concelho de Seia Volumes 1 e 2 é só pedir que eu envio quase só pelos portes.
Agradecido e apreciem.








P.S: Sem filtros nem efeitos especiais (não tenho tempo para os colocar).

Ministro da Saúde visita Hospital de Seia 4ª feira

O ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, vai visitar o Hospital de Nossa Senhora da Assunção, de Seia, na próxima quarta-feira, dia 17 de Dezembro às 11 horas. A informação foi adiantada ao PE pelo presidente da Administração Regional de Saúde do Centro, Fernando Andrade, que hoje esteve em Seia para receber os novos elementos do Conselho de Administração, constituído por José Luís Vaz (Presidente) e Nuno Martins (vogal-executivo). Margarida Ascensão, ex-presidente do Conselho de Administração, continua a desempenhar as funções de directora clínica até ser encontrado um substituto bem como João Coelho, ex-enfermeiro-director.
Recorde-se que na visita que efectuou a Gouveia no passado dia 7 de Outubro, Luís Filipe Pereira prometeu vir conhecer a realidade do Hospital de Seia e só depois propor uma solução futura. A visita esteve marcada por três vezes para Novembro mas acabou por ser cancelada. Em consequência dos adiamentos da visita os vereadores e deputados municipais do PSD têm faltado às reuniões de Câmara e Assembleia Municipal como forma de protesto.
in Porta da Estrela
Sabemos, particularmente, que o ministro virá trazer 800.000 boas notícias... chegarão para a remodelação do Hospital?

Saddam, quê?

A falta de importância que o povo, de uma maneira generalizada, dispensa a este assunto, está à vista por todo o lado. Durante o fim-de-semana visitei algumas colectividades e locais públicos onde se reuniram dezenas de pessoas. E, embora a TV passasse milhentas vezes as imagens de Saddam, não ouvi em lado nenhum as esperadas alusões à sua recente captura.
Quer isto dizer bastante. Que as pessoas já não ligam absolutamente nenhuma à situação no Iraque, nem sequer falam das nossas garbosas tropas que lá estão a "esfolar" o belo, sem IRS, por amor à Pátria.
O Iraque já era. Os Estados Unidos não podem estar mais desacreditados e se pensavam que esta manobra poderia fazer ressurgir um sentimento primário de apoio à cowboyada e de repúdio pelo desgraçado Saddam, enganaram-se redondamente.
Está-se tudo a marimbar para isso definitivamente e não só em Portugal. Portanto, Bush, Blair, Aznar e Barrosito: vão dar palha à burra que para esse peditório já demos.